sábado, 15 de março de 2014



Tumores da Base do Crânio - Informações para Pacientes e Familiares

Tumores da Base do Crânio - Informações para Pacientes e Familiares

Autor: Dr. Roberto Leal da Silveira

Informações importantes sobre os tumores cerebrais:

  1. Os tumores da base do crânio podem ser benignos ou malignos, com diversas graduações entre esses extremos.
  2. O tumor pode ser curado pela remoção cirúrgica.
  3. É necessário manipular o cérebro, nervos cranianos, vasos sangüíneos e o tronco encefálico durante a remoção do tumor por causa de seu crescimento.

B) O que é um tumor da base do crânio?

O tumor da base do crânio cerebral é um crescimento tecidual benigno ou maligno que se origina das estruturas da base do crânio: do tecido cerebral, das membranas de revestimento do cérebro (meninges), dos nervos cranianos, da parte óssea com posterior envolvimento do cérebro, ou é manifestação à distância de tumor de alguma parte do corpo (metástase).

C) O que causa o tumor cerebral e como ele cresce?

A causa da maioria dos tumores cerebrais é desconhecida. Existe pequeno grupo de pacientes portadores de tumores determinados geneticamente.
O tumores benignos, usualmente, crescem lentamente no período de muitos anos. Outros, malignos, crescem rapidamente em meses, e caracteristicamente, permanecem dentro de sua cápsula e deslocam os tecidos normais que tentam se acomodar a esse crescimento. Os tumores podem distorcer e depois comprimir os nervos cranianos (nervos relacionados com os sentidos: olfatório, óptico, audição, equilíbrio), da movimentação dos olhos e da movimentação de face). O tumor pode também comprimir o quinto nervo (trigêmeo, relacionado com a sensação da face), e os nervos cranianos caudais (glossofaríngeo, vago, hipoglosso, relacionados com a fonação, deglutição, etc.). Finalmente, o tumor pode comprimir o tronco encefálico, e colocar a vida do paciente em risco.

E) Sintomas:

Os sintomas iniciais são facilmente despercebidos, determinando desafio para o diagnóstico. Entretanto, podem existir sintomas que chamam a atenção para a possibilidade diagnóstica.
Alterações dos orgãos do sentido, visão e olfato, podem desencadear. Problemas de audição do ouvido interno devem ser completamente avaliados. Desequilíbrio pode ocorrer no início do crescimento do tumor. Com a compressão de outros nervos cranianos, a sensação facial pode ser afetada, com sensação de dormência.
Dores de cabeça (cefaléias), distúrbio de marcha, distúrbios da fonação e deglutição podem ser causados por aumento da pressão intracraniana e disfunção de nervos caudais nos tumores maiores.

E) Identificando o tumor:

A evolução da medicina tem facilitado a identificação de pequenos tumores. Os testes auditivos revelam perda da audição e da discriminação auditiva (o paciente pode ouvir o som naquele ouvido, porém não pode entender o que é dito). Outro teste, a audiometria do tronco encefálico por potenciais evocados, é também realizado. Esse teste informa o estado da passagem de impulsos elétricos do ouvido até os centros do tronco encefálico, orientando sobre a causa do mal funcionamento do nervo acústico.
O exame por meio da ressonância magnética é o teste mais específico na identificação do tumor. Esse exame utiliza tecnologia moderna computadorizada para processar dados de pulso magnéticos e ondas de radiofrequência que passam através de parte do corpo humano. A imagem formada delineia claramente o neuroma do acústico se presente. Um material de contraste, gadolíneo, é necessário para intensificar a imagem do tumor. A tomografia computadorizada dos ossos temporais complementa o estudo de imagem, fornecendo informações valiosas para o tratamento.

F) Tratamento do neuroma do acústico:

No momento atual, o único tratamento capaz de curar o paciente portador do tumor é a remoção cirúrgica. A técnica microcirúrgica evoluiu nas últimas quatro décadas. O microscópio cirúrgico e instrumentos delicados usados pelos cirurgiões treinados e experientes nesse processo de remoção delicada tem possibilitado taxa de mortalidade muito pequena. Lesão de tecidos vizinhos ao tumor tem diminuído acentuadamente. A monitorização do nervo facial é comumente feita durante cirurgia, que determina diminuição da frequência e grau de lesão desse nervo. Em certas situações, quando atenta-se para preservar a função auditiva, o nervo coclear é também monitorizado.
A localização e tamanho do tumor e a experiência do cirurgião irão determinar o tipo de abordagem cirúrgica (fossa posterior, fossa média ou translabiríntico). Quando se pretende preservar a audição, os acessos são: fossa posterior ou média, porém tumores maiores de 1,5 cm não devem ser abordados pela fossa média. O acesso translabiríntico pode ser impróprio para tumores maiores.
No período pós-operatório, um ou mais dias são necessários em unidade de tratamento intensivo para monitorização das funções vitais (respiratórias, principalmente) e problemas que podem ocorrer nessa fase: cefaléia, vômitos, distúrbios de deglutição, etc. Outros problemas incluem: fístulas liquóricas e infecções tratados com outros procedimentos e antibióticos.
Outra forma de tratamento recente inclui o uso de radioterapia, que reduz e/ou paralisa o crescimento do tumor. Essa forma é considerada para pacientes com alto risco cirúrgico.
A remoção incompleta do tumor é indicado para pacientes também de alto risco, complicações e/ou dificuldades transoperatórias e quando se pretende evitar complicações (principalmente da função dos nervos facial e auditivo). Porém pode necessitar de novos procedimentos no futuro, dependendo da evolução e acompanhamento do paciente.

G) Opções de tratamento para os neuromas do acústico

1. OBSERVAÇÃO:

Os neuromas do acústico são ocasionalmente descobertos ao acaso na procura de outras doenças, ou quando o tumor é muito pequeno e existem poucos sintomas. Uma vez que os neuromas do acústico são tumores benignos e produzem sintomas por compressão das estruturas vizinhas, a conduta de observar cuidadosamente, por um período de tempo, pode ser apropriado para alguns pacientes.
Quando um pequeno tumor é descoberto em paciente idoso, a observação para estudar o modo de crescimento tumoral pode ser indicado se não existem sintomas agudos. Ao confirmar que o paciente não necessita ser operado durante sua vida, as complicações da cirurgia serão evitadas. Nesses casos, exames de ressonância devem ser realizados periodicamente, Não havendo crescimento tumoral, observação é continuada. Se o tumor crescer, o tratamento pode ser necessário.
Os pacientes portadores de tumor no único ou melhor ouvido funcionante representa outro grupo de paciente que está indicada a conduta de observação, principalmente se o tamanho do tumor impossibilita uma provável preservação auditiva por remoção. Também, nesses casos a ressonância é recomendada para seguir o crescimento tumoral e decidir sobre o tratamento quando a audição é perdida e/ou o tamanho do tumor torna-se de risco para outras funções do paciente.

2. RESSECÇÃO MICROCIRÚRGICA:

a. Remoção microcirúrgica parcial:
a remoção incompleta do neuroma do acústico é feito em alguns pacientes com objetivo de reduzir os riscos de complicações. Cirurgia complementar pode ser necessária no futuro. Ocasionalmente, alterações dos centros vitais impedem que a cirurgia continue antes que o tumor seja totalmente removido. Neste caso, o tumor residual é seguido por exames de imagem até se ocorrer novo crescimento, então a remoção total pode ser necessária.
Remoção parcial tem sido indicada em alguns pacientes que tem audição somente no lado afetado pelo tumor. Isso acontece principalmente nos pacientes com neurofibromatose tipo 2, que estão sujeitos à perda substancial dessa audição remanescente.
b. Remoção microcirúrgica total:
No momento atual, é a única forma de tratamento que pode curar o paciente (desde que cura é definida como a remoção total do tumor). Nas últimas três décadas, a técnica microcirúrgica têm sido refinada e os riscos de remoção total tem diminuido significativamente. O uso de instrumentos microcirúrgicos e microscópio cirúrgico são empregados de rotina. Lesão das estruturas circunvizinhas têm decrescido e a taxa de mortalidade é muito baixa.
A função do nervo facial é monitorizada de rotina, o que tem reduzido a freqüência e gravidade da lesão do nervo facial. A monitorização da função do nervo coclear é também empregada durante cirurgia quando existe audição remanescente. De acordo com últimos consensos, os melhores resultados cirúrgicos são relatados em centros médicos com equipes organizadas e dedicadas e com interesse específico nesses tumores e experiência contínua para desenvolver, refinar, e manter a qualidade dos resultados obtidos. Existem vários acessos cirúrgicos usados para remover o neuroma do acústico. A via depende da preferência do cirurgião, da localização e tamanho do tumor, e da presença de audição residual.

3. RADIOTERAPIA ESTEREOTÁXICA (RADIOCIRURGIA):

A radioterapia convencional para a maioria dos tumores envolve doses múltiplas de radiação em três ou seis semanas. Radiocirurgia estereotáxica é técnica baseada no princípio de dose elevada e única de radiação colocada precisamente em pequena área que imobiliza ou mata o tumor, minimizando lesão nas estruturas circunvizinhas ao tumor.
O material utilizada na radiocirurgia é derivado do cobalto radioativo (chamado de raios gama, ¨Gama knife¨) ou do acelerador linear de partículas (raios X, ¨LINAC¨). Muito mais importante que as máquinas utilizadas é a experiência do grupo de profissionais que realizam o tratamento radiocirúrgico. O grupo é composto por: neurocirurgião, radioterapêuta oncológico e radiofísico trabalhando juntos para desenvolver um plano de tratamento baseado no tamanho, local e forma do tumor.
A radiação utilizada na radiocirurgia não mata ou lesa as células imediatamente. Após a irradiação, algumas células tumorais morrem em semanas, e outras morrem mais gradualmente, geralmente seis ou dezoito meses após o tratamento. Esse tratamento usualmente paralisa o crescimento tumoral e alguns tumores murcham, porém o tumor não desaparece.
O seguimento é importante porque uma porcentagem dos tumores continuam a crescer, e outros permanecem controlados durante a vida dos pacientes. O tumor irradiado que cresce é mais difícil de ser removido do que o não irradiado, como o tumor que recidiva após microcirurgia será mais difícil de ser removido.
Os sintomas de zumbidos e desequilíbrio melhoram mais precocemente após o tratamento microcirúrgico do que com o radiocirúrgico, porque os efeitos do último requerem até dezoito meses. Muitos pacientes apresentam vertigens residuais e desequilíbrio depois das duas formas de tratamento, porém mais frequente com a microcirurgia.
Alguns pacientes terão audição útil preservada após dois anos de radiocirurgia Alguns pacientes desenvolvem graus de paralisia facial após radiocirurgia, podendo recuperar a função posteriormente.
O tratamento radiocirúrgico é realizado ambulatorialmente, muitos pacientes retornam para o domicílio horas após o tratamento e podem voltar ao trabalho em poucos dias. Poucos pacientes relatam cefaléia (dor de cabeça), naúseas, e cansaço, porém esses sintomas são menos intensos, inicalmente, que aqueles decorrentes do tratamento microcirúrgico.
A escolha do método de radiocirurgia requer seguimento contínuo com exames de ressonância magnética por anos e existe a possibilidade real de continuação do crescimento tumoral e necessidade de tratamento microcirúrgico.
O tratamento microcirúrgico é, inicialmente, mais dispendioso, porém o seguimento após o tratamento radiocirúrgico é mais caro que o microcirúrgico.
A radiocirurgia é indicada para pacientes selecionados com alto risco cirúrgico por causa de idade avançada ou problemas médicos proibitivos, para pacientes com tumores bilaterrais e/ou tumores localizados na orelha interna que é a única funcionante para a audição. O Conselho Nacional de Saúde, 1991, sobre a Conferência de Neurinoma do Acústico, publicou recomendação indicando que a radiocirurgia é opção de tratamento limitado para pacientes incapazes e/ou não interessados ao tratamento microcirúrgico indicado. Enquanto relatos iniciais reportam retardo no crescimento tumoral pós-radiocirurgia, o seguimento a longo prazo ainda não está disponível para comprovar sua eficácia e complicações.
A remoção microcirúrgica é o tratamento de escolha para neuromas do acústico. Um cirurgião experiente, operando tumores de tamanhos diversos, pode produzir resultados iniciais comparáveis aos da radiocirurgia, e o seguimento a longo prazo atesta a cura do paciente.

H) Outras considerações:

A remoção do neurinoma do acústico é processo delicado e complexo. Em geral, quanto menor o tumor e a duração da cirurgia, menores são as complicações. Com o aumento do tumor, a incidência de complicações aumenta. Após a cirurgia, pode ocorrer novos problemas relacionados com nervos cranianos.

1. Problemas residuais (precoces e tardios):

1.1.Pós-operatório imediato:

O tempo pós-operatório compreende dias ou semanas de novas sensações. Existe possibilidade de fadiga e sonolência, apesar de alguns pacientes ficarem excitados com o tratamento.
1.1.1 – Fístula liquórica:
É sintoma que pode ocorrer no hospital ou após alta hospitalar. A ocorrência de saída de liquído pelo nariz deve ser relatada para o cirurgião, dada a possibilidade de fístula liquórica, que pode ser grave.
1.1.2 - Perda auditiva:
Em tumores pequenos e médios (às vezes até 3,5 cm), existe a possibilidade de salvar alguma função auditiva. A perda da função auditiva acarreta problemas de localização do som, escutar uma pessoa falando baixo no lado afetado, e entender a fala em ambiente com muito barulho. Para alguns, a aquisição de aparelho para audição cruzada pode ser de ajuda, porém deve ser testado durante 30 dias.
1.1.3 - Zumbidos:
Barulhos podem permanecer e/ou aparecer após cirurgia por intervalos de tempo variável. O uso de máscaras de som pode ajudar algumas pessoas.
1.1.4– Paralisia facial ou fraqueza parcial
Uma vez que o nervo facial está envolvido pelo neuroma do acústico, ele necessita ser manipulado, e, algumas vezes, partes desse nervo podem ser perdidas. Ás vezes, mesmo que o nervo permaneça intacto após a remoção do tumor, ele não funciona adequadamente, e a paralisia aparece. Essa paralisia pode resolver com o tempo, porém alguma fraqueza pode permanecer. Nem sempre a integridade do nervo significa integrifdade da função desse mesmo nervo.
A regeneração do nervo é processo lento e pode durar até um ano. Se a função do nervo facial não recupera, uma segunda operação pode ser feita para conectar a porção distal e sadia desse nervo a outro nervo do pescoço, usualmente o nervo da língua. Esse procedimento, denominado anastomose hipoglosso-facial, reanima a função facial e é realizada logo após a cirurgia do tumor ou até um ano após. Os movimentos espontâneos, como o sorriso, podem ficar assimétricos. Pode ocorrer diminuição do movimento da língua. Existem outros procedimentos que colaboram com a reanimação da função do nervo facial.
Quando é necessário remover parte do nervo facial na cirurgia, esse nervo pode ser reconectado com auxílio ou não de enxerto. O resultado continua sendo assimétrico, porém melhor que a anastomose descrita anteriormente.
1.1.5- Problemas oculares:
Estudos têm demonstrado que metade dos pacientes portadores de neurinomas, de tamanho grande ou médio, sofrerão problemas oculares após sua ressecção. É importante o acompanhamento por oftalmologista se os problemas aparecerem.
Perda da função palpebral e/ou alteração da produção de lágrimas causam irritação porque o olho torna-se seco e sem proteção. Existem vários procedimentos cirúrgicos que ajudam a proteger a córnea, incluem a cantoplastia (sutura dos braços dos tendões no canto do olho), implantação de prótese (elástico, placa de ouro) na pálpebra superior, e a tarsorrafia (sutura das pálpebras).
Colírios (lágrimas artificiais) podem ser necessários. Outros artifícios incluem curativos, óculos de proteção, lentes, e evitar fatores de irritação para os olhos.
Visão dupla representa alteração em nervos cranianos, usualmente o sexto nervo) que controla os músculos que movimentam os olhos.
1.1.6 – Distúrbio do paladar, salivação excessiva e secura na boca
Esses sintomas podem ocorrer pós-cirurgia, podendo ser prolongada em poucos casos. O excesso de salivação pode ocorrer ao abrir a boca, o aumento de lágrimas ao mastigar. O apetite pode ser afetado por um tempo.
1.1.7 – Problemas de deglutição, garganta e voz
Pequeno número de pacientes apresentam esses distúrbios após lesão de nervos cranianos envolvidos pelos tumores. Dificuldade de deglutição melhora, porém demanda tempo na maioria dos casos.
1.1.8 – Problemas do equilíbrio
A porção vestibular (relacionada ao equilíbrio) do oitavo nervo é removida durante a cirurgia. Usualmente, essa parte do nervo não é funcionante Tonteiras é comum pós-cirurgia e pode ser intensa. Como o lado oposto, normal, compensa essa perda, o desequilíbrio melhora. A compensação pode nunca ser perfeita, particularmente no escuro, quando a pessoa está fadigada, ou quando ocorre mudança súbita de posição. A manutenção de bom estado físico e com dietas apropriadas e exercícios favorecem ao controle do equilíbrio e vitalidade geral. Caminhadas regulares são particularmente úteis.

2. Problemas adicionais tardios

2.1 – Fadiga

Fadiga é problema para alguns pacientes longo tempo depois outros sintomas desaparecerem. É importante adaptar harmonia com o nível de energia.

2.2 – Dores de cabeça (cefaléias)

Cefaléias são muito problemáticas para alguns pacientes. Elas, usualmente, começam durante a hospitalização. A dor pode relacionar-se a mudanças intracranianas, manutenção da cabeça em uma posição, espasmo muscular, ansiedade e outras causas desconhecidas. Em geral, Cefaléias não são relacionadas com recidiva tumoral. O tratamento é com analgésicos e relaxantes musculares, e podem requerer terapias adicionais.

TRATAMENTO CIRÚRGICO DOS TUMORES CEREBRAIS

Um tumor crescendo no interior da cavidade do crânio necessita, na maioria das vezes, de ser extirpado. O crescimento tumoral causa compressão das estruturas cerebrais (vasos, nervos, tecido cerebral) ocasionando perda da função e risco de vida posteriormente.

Riscos do tratamento cirúrgico

Leia mais sobre tratamentos cirúrgicos: Riscos do tratamento cirúrgico
Consulte nossos termos de uso.
http://youtu.be/85_mcHJuaEM

quarta-feira, 12 de março de 2014

BOA NOITE! VENHO PEDIR A TODOS UMA ORAÇÃO PORQUE AMANHA VOU ENFRENTAR MAS UMA ETAPA DA MINHA VIDA,VOU PARA FLORIANÓPOLIS PARA FAZER A RADIO CIRURGIA CONFIANDO MUITO EM DEUS!!! UM ABRAÇÃO CARINHOSO A TODOS.

Aproxime-se mais..
Tente sentir do que um abraço é capaz.
Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, sustenta lágrimas, põe a nostalgia de lado.
É até capaz de diminuir o medo.
Se for cheio de ternura, ele guarda segredos, e jura cumplicidade.
Um abraço amigo de verdade divide alegrias e fica feliz em comemorar, o que quer que seja..
Abraços são pequenas orações de fé, de força,e energia.
Olhe para o lado:
Há sempre alguém que quer ser abraçado e não tem coragem de dizer.
Abrace-o.
O pior que pode acontecer, é ganhar de volta um sorriso de carinho, ou quem sabe, uma palavra sincera.
Você vai descobrir que ninguém está sozinho
e que a vida, poder ser um eterno céu de primavera.
Aproxime-se mais e tente sentir do que um abraço é capaz

quarta-feira, 5 de março de 2014


Como tratar refluxo ácido naturalmente

Escrito por Wirnani Garner Traduzido por Fernanda M. Blauvelt
Como tratar refluxo ácido naturalmente
Refluxo ácido
Creative Commons License, by: littlebittyaaron, copyright: May 2006, Creative Commons License, by: waqar bukhari, copyright: May 2007, Creative Commons License, by: six.five, copyright: May 2006, Creative Commons License, by: Mini Maniac, copyright: February 2008, Creative Commons License, by: smitten, copyright: January 2008
O refluxo ácido é também conhecido como refluxo gastroesofágico (DRGE). É uma condição em que o ácido do estômago volta para o esôfago (refluxo), particularmente no esfíncter esofágico inferior que conecta o esôfago ao estômago. O refluxo do ácido no estômago é geralmente associado à azia persistente, que é basicamente o sintoma mais comum. Os fatores que causam o refluxo gastroesofágico (DRGE) incluem comer demais, ir para a cama após as refeições, ingerir muitas bebidas com ácido carbônico ou álcool, curvar-se após comer ou ter um músculo esofágico fraco, causado por hérnia de hiato - uma protusão da parte superior do estômago na cavidade peitoral através da abertura do diafragma, chamada hiato esofágico.
Nível de Dificuldade:
Moderada



Instruções

  1. 1
    Faça algumas mudanças na sua dieta. Para melhorar sua condição, você deve aprender a cortar comidas e bebidas que podem iniciar a ocorrência do seu refluxo ácido. Se você achar difícil fazer mudanças diretas na dieta, você pode fazer isso gradualmente, estabelecendo limites. Algumas das coisas que você precisa cortar para reduzir os episódios de refluxo ácido são bebidas com ácido carbônico e cafeína (refrigerantes), bebidas alcoólicas, comidas apimentadas e comidas com alto teor de carboidratos complexos e gordura.
  2. 2
    Leite
    Beba líquidos saudáveis. A água é um dos melhores tratamentos naturais para DRGE. Beber muita água irá diluir o conteúdo ácido e ajuda a balancear o pH do seu estômago - que irá, então, reduzir os primeiros sintomas do refluxo ácido. Beber um copo de leite integral, desnatado ou leitelho é um outro remédio efetivo para refluxo ácido, neutralizando os ácidos estomacais e fornecendo alívio imediato.
  3. 3
    Não coma rápido e diminua o tamanho de suas refeições. Coma mais devagar e não engula comida demais. Consumindo uma quantidade menor de comida de cada vez irá ajudá-lo a reduzir a pressão no seu trato digestivo e irá prevenir que o ácido de seu estômago volte para seu esfíncter esofágico inferior.
  4. 4
    Exercícios ajudam no tratamento de refluxo
    Controle seu peso. Estar acima do peso é uma das causas principais de experiência constante de refluxo ácido. O excesso de gordura na área do abdômen pode empurrar seu estômago, o que irá fazer com que alguns dos conteúdos ácidos voltem ao esfíncter esofágico inferior. Então mude seu estilo de vida lento para um ativo. Exercite-se diariamente, juntamente com uma dieta apropriada, para não só se livrar do refluxo ácido, como também para manter seu organismo saudável.
  5. 5
    Evite posições corporais inapropriadas ou pressionar sua área abdominal após as refeições. Depois comer, evite fazer coisas que podem causar o refluxo ácido, incluindo deitar-se, curvar-se e inclinar-se. Você também deve soltar seu cinto para evitar pressão no abdômen após comer. Se seu cinto estiver muito apertado na sua cintura quando você estiver cheio, haverá uma grande tendência de que ele crie pressão na área abdominal, o que pode fazer com que os ácidos estomacais voltem ao esfíncter esofágico inferior.
  6. 6
    Aloe vera
    Escolha chás de ervas e suco de aloé vera. Os chás de ervas são conhecidos por auxiliar nos sintomas da DRGE. Alguns chás que fornecem bom alívio ao refluxo ácido são o de camomila, erva-doce e o de raiz de chicória. Você pode ferver qualquer um desses chás por alguns minutos, deixar descansar até que esteja quente o suficiente para beber. É melhor beber em goles ao invés de tomar muito, para evitar pressionar seus músculos esofágicos. O suco de aloé vera é um outro remédio natural para refluxo gastroesofágico. Tome 1/4 de xícara de chá desse suco 20 minutos antes das refeições - ele pode não ter um gosto agradável, mas certamente ajuda a aliviar os sintomas.
  7. 7
    Use canela para tratar o refluxo ácido. A canela não só é conhecida pelos seus efeitos antissépticos para tratar resfriados e gripes, como também é um agente potente que neutraliza a acidez. Você pode usar a canela adicionando-a como cobertura no seu pão. Toste um pão de passas, coloque manteiga e salpique canela em cima. Ao comer o pão, tente mastigar bem antes de engolir, para permitir que seu estômago digira com eficiência.
  8. 8
    Toranja
    Alivie o refluxo ácido com casca de toranja. Se você optar por esse tratamento, certifique-se de que você está usando a casca de uma toranja orgânica. Raspe finamente a casca com um ralador, espalhe-as igualmente em uma travessa plana espaçosa, e deixe-as secar. As cascas ficarão com aparência enrugada quando estiverem completamente secas, e a partir daí você pode guardá-las em um recipiente fechado apropriadamente. Quando seu refluxo ocorrer, você pode mascar e comer essas cascas secas de toranja para ajudar a aliviar o estômago. Come um pouco de cada vez, até que você se sinta aliviado.
  9. 9
    Tente mascar alho ou amêndoas. Ambos agentes são remédios naturais eficazes para refluxo ácido. Se você optar por usar alho como tratamento, você deve escolher aqueles que estão frescos. Apenas masque um dente de alho quando o refluxo ocorrer, ou você pode também amassá-lo com uma colher antes de mascar e engoli-lo. Para amêndoas, masque e coma algumas pela manhã ou depois de cada refeição.

Dicas & Advertências

  • Certifique-se de se consultar com o seu médico antes de tentar qualquer um desses remédios naturais mencionados. Eles podem ser eficazes, mas lembre-se que nem todas as condições de refluxo ácido são as mesmas. É possível que alguns dos tratamentos naturais seja eficazes no caso de outras pessoas, mas não no seu. Você pode ter refluxo gastroesofágico (DRGE) sem azia. Mas você pode ter outros sintomas como incômodo na garganta, problemas na deglutição, dores no peito e sensação de queimação na boca.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

SAÚDE E BEM ESTAR: As Dezoito TerapiasAs dezoito terapias contêm ...

SAÚDE E BEM ESTAR:


As Dezoito Terapias
As dezoito terapias contêm ...
: As Dezoito Terapias As  dezoito  terapias  contêm  36  movimentos.  Os  três  primeiros grupos de exercícios, com dezoito  movime...



As Dezoito Terapias

As dezoito terapias contêm 36 movimentos. Os três primeiros grupos de exercícios, com dezoito movimentos são indicados para aliviar ou prevenir dores no pescoço, ombros, cintura e pernas. Osoutros três grupos de exercícios são ideais para pessoas que sofrem de artrites e distúrbios internos.
Os movimentos desses exercícios devem ser lentos e executados em fluxo contínuo.
Cada exercício apresenta oito fases e, na maior parte dos casos, a execução é bastante facilitada pela contagem ritmada dos tempos: "um, dois, três, quatro, etc."

Primeiro Grupo

Este grupo de exercícios alivia as dores do pescoço e dos ombros.

Para Fortalecimento do Pescoço
Preparação: De pé, com os pés separados a unia distância ligeiramente maior que a largura dos ombros. Apóie as mãos levemente na cintura.
1 - Gire a cabeça o máximo possível para a esquerda, acompanhando o movimento com os olhos.
2 - Volte à posição de preparação.
3 - Gire a cabeça o máximo possível para a direita, acompanhando o movimento com os olhos.
4 - Volte à posição de preparação.
5 - Incline a cabeça para trás, olhando para o alto.
6 - Volte à posição de preparação.
7 - Incline a cabeça para a frente, olhando para o chão. 8 Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.
Importante
Ao girar e inclinar a cabeça, mantenha o corpo ereto.
Ao inclinar a cabeça, toque o esterno com o queixo.
Áreas atingidas: Músculos do pescoço.
Efeitos físicos: Alivia a tensão e as dores no pescoço e cura o torcicolo.


Fortalecimento dos Ombros



Preparação: De pé, com os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros. Contorne a cabeça com as palmas das mãos abertas e fixe o olhar à frente.
1 Leve as mãos para os lados e expanda o peito. Feche os punhos frouxamente e, ao mesmo tempo, gire a cabeça para a esquerda. Mantendo os cotovelos baixos, olhe através das mãos em concha.
2 Volte à posição de preparação.
e 4 Repita as fases 1 e 2, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao expandir o peito, mantenha os ombros para trás.
•Mantenha os cotovelos sempre na mesma altura.
Áreas atingidas: Músculos do pescoço, ombros, costas e parte superior dos braços.
Efeitos físicos: Alivia a tensão e rigidez do pescoço, ombros e costas, e também a falta de flexibilidade dos braços. Relaxa a região peitoral.

Estendendo as mãos



Preparação: De pé, com os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros. Cerre os punhos frouxamente e mantenha-os altos como se segurasse uma barra.
1 Eleve os braços acima da cabeça, com os punhos abertos e as palmas das mãos para fora. Incline a cabeça para trás e olhe para os polegares.
2 Volte d posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante

• Ao levantar os braços, expanda o peito e contraia o abdômen. Não prenda jamais a respiração.
Áreas atingidas: Músculos do pescoço e da cintura.
Efeitos físicos: Alivia a tensão e a rigidez do pescoço, ombros, costas e cintura. É bom para as articulações dos ombros.

Expandido o peito


Preparação: De pé, com os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros. Cerre os punhos frouxamente e mantenha-os altos como se segurasse uma barra.
1 Eleve os braços acima da cabeça, com os punhos abertos e as palmas das mãos para fora. Incline a cabeça para trás e olhe para os polegares.
2 Volte d posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
• Ao levantar os braços, expanda o peito e contraia o abdômen. Não prenda jamais a respiração.
Áreas atingidas: Músculos do pescoço e da cintura.
Efeitos físicos: Alivia a tensão e a rigidez do pescoço, ombros, costas e cintura. É bom para as articulações dos ombros.

Preparação: De pé, com os pés separados a urna distância ligeiramente maior que a largura dos ombros.
1 Flexione os braços, eleve os cotovelos acima dos ombros e deixe cair as mãos, os dorsos das mãos voltados um para o outro. Ao mesmo tempo, gire a cabeça para a esquerda.
2 Deixe cair os cotovelos, leve as mãos para cima e abaixe-as lentamente; volte à posição de preparação.
4 Repita as fases 1 e 2, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao levantar os braços, não encolha os ombros.
Mantenha os pulsos relaxados ao longo de todo o exercício.
Regiões atingidas: Ombros e peito.
Efeitos físicos: Fortalece as articulações dos ombros e a parte superior dos braços.

Levantando um braço

Preparação: De pé, com os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros.
1 Levante o braço esquerdo, a palma da mão voltada para cima, os olhos fixos no dorso da mão. Ao mesmo tempo, flexione o braço direito e mantenha a mão nas costas, na altura da cintura.
2 Volte à posição de preparação, fixando o olhar na mão esquerda.
3eRepita a.; fases 1 e2, levantando o braço direito e levando ás costas o esquerdo. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao levantar o braço, mantenha-o reto e acompanhe a mão com os olhos.
Regiões atingidas: Ao levantar braço e virar a palma da mão para cima, faz-se trabalhar os músculos dos ombros e pescoço.
 Efeitos físicos: Fortalece as articulações dos ombros e alivia dores no pescoço, ombros e cintura.


Segundo Grupo

Este grupo de exercícios alivia as dores e a rigidez da cintura.

Alongamento com as mãos para o alto


Preparação: De pé, com os pés (separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros. Coloque as mãos contra o abdômen, os dedos entrelaçados e as palmas das mãosvoltadas para cima.
1 Levante as mãos acima da cabeça, vire as palmas para fora e, com a cabeça inclinada para trás e o peito para fora, force-as para cima.
2 Alongue os braços e faça uma flexão para a esquerda.
3 Repita a fase 2.
4 Desça os braços para os lados e volte á posição de preparação.
a 8 Repita as fases de 1 a 4, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.
Importante
A o alongar os braços, mantenha os cotovelos e o tronco retos.
Regiões atingidas: Pescoço e cintura, e também ombros, braços e de­dos.
Efeitos físicos: Fortalece as articulações do pescoço, ombros e cintura, e mantém a coluna vertebral reta.

Empurrando para fora em torção


Preparação: De pé, com os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, os punhos na cintura.
1 Abra o punho direito e force a mão aberta para a frente, enquanto torce o corpo para a esquerda, até que o cotovelo esquerdo e o braço direito fiquem numa mesma linha. Olhe fixo para o cotovelo esquerdo.
2 Volte à posição de preparação.    
e 4 Repita as fases 1 e 2, do lado contrário,
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez do pescoço, cintura ombros.
Importante
• Ao torcer o corpo, mantenha os pés no lugar e as pernas retas. Repita o exercício de duas a quatro.
Regiões atingidas: Cintura, ombros, pescoço e costas.
Efeitos Físicos: Alivia rigidez do pescoço, cintura e ombros.

Rotação da Região pélvica


Preparação: De pé, com os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, as mãos na cintura, os polegares d frente.
1 Gire a região pélvica no sentido horário, contando até quatro. "Um, dois, três, quatro."
2 Gire a região pélvica no sentido anti-horário, contando mais quatro tempos. "Cinco, seis, sete, oito."

Importante

Ao girar a região pélvica, comece fazendo pequenos círculos, aumentando-os gradativamente.
Mantenha as pernas retas e os pés no lugar.
Use as mãos para segurar o corpo.
Região atingida: Cintura.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez na cintura e no sacro.

Braços e Cintura

Preparação: De pé, com os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, as mãos cruzadas em frente ao abdômen.
1 Eleve os braços acima da cabeça. Incline a cabeça para trás, fixe o olhar nas costas das mãos, mantenha o peito para fora e o abdômen contraído.
2 Abaixe os braços ao nível dos ombros, as palmas para cima.
3 Vire as palmas das mãos para baixo e curve-se para a frente até tocar o chão com os dedos.
4 Cruze as mãos. S a 8 Repita as fases de 1 a 4, e volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.
Importante
Mantenha as pernas retas.
Regiões atingidas: Cintura e pernas.
Efeitos físicos: Alivia as dores e a rigidez do pescoço, costas e cintura.
 
Impulsionando a mão com uma perna
flexionada e a outra estendida

Preparação: De pé, com as pernas bem afastadas e punhos na cintura.
1 Gire para a esquerda, mantendo estendida a perna direita, flexione o joelho esquerdo. Ao mesmo tempo, abra o punho direito e impulsione a mão para a frente.
2 Volte à posição d e preparação.
3 e 4 Repita as fases 1 e 2, do lado. Repita o exercício de duas a quatro 
vezes, contando cada vez até oito.    

Importante
Na fase 1, mantenha o braço, a cintura e a perna retos.
Regiões atingidas: Cintura e pernas.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez do pescoço, cintura, costas, braços e  pernas.

Tocando os pés com as mãos

Preparação: De pé, em posição de sentido.
1 Ponha as mãos em frente ao abdômen, os dedos entrelaçados e as palmas das mãos voltadas para cima.
2 Levante as mãos, as palmas para cima, até que os braços fiquem retos.
3 Incline-se para a frente até que as mãos toquem os pés.
Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao se inclinar para a frente, mantenha os joelhos retos e alongue ao máximo os braços.
Regiões atingidas: Ao se alongar, pescoço e cintura. Ao se curvar, cintura e pernas.
Efeitos físicos: Alivia rigidez da cintura, costas e pernas.

Terceiro Grupo

Este grupo previne e alivia dores nos quadris e pernas.

Rotação dos Joelhos
Preparação: Incline-se para frente e ponha as mãos sobre os joelhos.
1 Movimente os joelhos em círculo, no sentido horário.
2 Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.
Faça oito movimentos no sentido horário, e depois mais oito em sentido contrário       
Importante           ­
Ao fazer a rotação, descrevacírculos tão grandes quanto possível.
Regiões atingidas: Joelhos e tornozelos
Efeitos físicos: Alivia a rigidez e previne a fraqueza de joelhos e tornozelos.

Giro de 45 graus

Preparação: De pé, as pernas bem afastadas, as mãos na cintura e os polegares para trás.
1 Flexione o joelho direito e gire o corpo para a esquerda, em um ângulo de 45 graus.
2 Volte à posição de preparação.
3 Flexione o joelho esquerdo e gire o corpo para a direita, em um ângulo de 45 graus.
4 Repita a fase 2 vezes.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.   

Importante       
Ao flexionar o joelho, mantenha a tíbia perpendicular ao chão. 0 corpo também deve ficar reto.
Regiões atingidas: Músculos das coxas e das pernas.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez da cintura, quadris, pernas, joelhos e tornozelos.


Agachando

Preparação: De pé, em posição de sentido.
1 Incline-se para a frente, ponha as mãos sobre os joelhos e mantenha as pernas estendidas.
2 Agache-se com as mãos sobre os joelhos.
3 Coloque as mãos sobre os pés e estenda as pernas.
4 Volte à posição d e preparação.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito,

Importante
Ao inclinar-se para a frente, mantenha os joelhos retos e estique o máximo possível os braço.
Regiões atingidas: Ao se agachar coxas e joelhos; ao se esticar, coxas e pernas.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez nos quadris, joelhos e pernas.

Flexão e Alongamento

Preparação: De pé, os pés separados a uma distância correspondente à largura dos ombros.
1 Incline-se para a frente e coloque a mão direita no joelho esquerdo; mantenha as pernas estendidas.
2 Flexione ligeiramente os joelhos, leve a mão esquerda acima da cabeça, a palma da mão voltada para cima, e fixe o olhar no dorso da mão.
3 Estique as pernas e coloque a mão esquerda no joelho direito.
4 Volte à posição de preparação. S a 8 Repita as fases de 1 a 4, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Pode continuar esse exercício com a repetição da fase 2, citei sentido contrário, depois da fase 3.
• Ao dobrar os joelhos, não mova os pés e mantenha o tórax ereto.
Regiões atingidas: Músculos do pescoço, dos ombros, da cintura e das pernas.
Efeitos físicos: Alivia a dor e a rigidez do pescoço, ombros, cintura e pernas.

Levantando o joelho ao peito com as mãos


Preparação: De pé, em posição de sentido.
Dê um passo à frente com o pé esquerdo e, com o calcanhar direito levantado, passe o peso do corpo para a perna esquerda. Ao mesmo tempo, levante os braços acima da cabeça, as palmas das mãos voltadas uma para a outra; mantenha a cabeça para trás e  peito erguido.
2 Levante o joelho direito e deixe os braços caírem para os lados. Envolva firmemente o joelho com as mãos e puxe-o para o peito, mantendo a perna esquerda estendida.
3 Repita a fase 1.
Volte à posição d e preparação. S a 8 Repita as fases de 1 a 4, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante

Ao envolver o joelho e trazê-lo para o peito, mantenha a perna de sustentação reta e firme.
Regiões atingidas: Pernas e joelhos.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez dos quadris e pernas e aumenta a flexibilidade dos joelhos.


A caminhada do Herói


Preparação: De pé, ereto, as mãos na cintura.
1 Dê um passo à frente com o pé esquerdo, tocando o chão primeiro com o calcanhar. Passe o peso do corpo para a perna esquerda e levante o calcanhar direito.
2 Abaixe o calcanhar direito, flexione ligeiramente o joelho direito e passe o peso do corpo para a perna direita. Levante o pé esquerdo de modo que apenas o calcanhar toque o chão.
4 Repita as fases 1 e 2, invertendo as pernas.
5 Apóie o corpo na perna direita e levante o calcanhar esquerdo.
6 Transfira o peso do corpo para a perna esquerda, flexione o joelho esquerdo e levante a ponta do pé direito, o calcanhar no chão.
7 Estenda a perna esquerda, dê um passo para trás com o pé direito e flexione o joelho. Transfira o peso do corpo para a perna direita.
8 Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Mantenha a corpo ereto durante todo o exercício.
Ao dar o passo para a frente ou para trás, mantenha a cabeça erguida e o peito para fora.
Regiões atingidas: Quando o peso do corpo está na perna esquerda, os músculos da perna esquerda e o tornozelo direito. Quando o peso do corpo está na perna direita, os músculos da perna direita e o tornozelo esquerdo.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez das pernas e joelhos e aumenta a flexibilidade das articulações dos joelhos e tornozelos.


Quarto Grupo

Esse Grupo de Exercícios alivia e previne dores das articulações das pernas e dos braços.
Preparação: De pé, os pés separados a urna distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, os punhos na cintura.
1 Flexione os joelhos e assuma a posição de um cavaleiro montado. Ao mesmo tempo, gire os braços para dentro, abra as mãos e jogue-as para a frente, os dedos, nédios se tocando.
2 Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante

Ao lançar as palmas das mãos para a frente, gire os pulsos para dentro e mantenha os braços retos o máximo possível.
Regiões atingidas: Pulsos e coxas.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez dos braços e das pernas, especialmente dos joelhos.

Agachando-se com as pernas cruzadas


Preparação: De pé, os pés separados e os punhos na cintura.
1 Gire o corpo para a esquerda, cruze a perna direita sobre a esquerda e agache-se. Ao mesmo tempo, empurre a palma da mão esquerda para fora, para a esquerda, e gire a cabeça para a direita.
2 Volte à posição de preparação.
3 e 4 Repita as fases 1 e 2, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao se agachar, mantenha o corpo reto e firme.
Regiões atingidas: Pernas e braços.
Efeitos físicos: Alivia a rigidez do pescoço, das costas e das articulações em geral.

Procurando – Para cima e para baixo,
para a esquerda e para a direita

Preparação: De pé, ereto, os punhos na cintura, as palmas das mãos para cima.
1 Abra o punho direito e leve a mão acima da cabeça, com os olhos acompanhando o dorso da mão.
2 Torça o corpo para a esquerda, num giro de 90 graus.
3 Traga a mão direita para baixo, pelo lado esquerdo, e flexione o corpo até a mão tocar o lado externo do pé esquerdo.
Gire o corpo para a direita enquanto passa a palma da mão direita sobre os dois pés e sobre o lado da perna direita; volte à posição de preparação.
S a 8 Repita as fases de 1 a 4, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.
Importante
Ao inclinar-se para a frente, mantenha os joelhos retos.
Regiões atingidas: Ombros, braços, cintura e pernas.
Efeitos físicos: Alivia as dores e a rigidez do pescoço, ombros, cintura e pernas.
 
Girando o corpo e olhando para trás


Preparação: De pé, as pernas bem separadas e os punhos na cintura.
1 Gire o corpo para a esquerda e, com a perna direita estendida e a esquerda flexionada, olhe por cima do ombro esquerdo. Ao mesmo tempo, estique o braço direito para cima, a palma da mão voltada para fora; mantenha o braço e a perna direitos em linha reta.
2 Volte à posição de preparação.
4 Repita as fases 1 e 2, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante

•    Nas fases 1 e 3, mantenha a perna direita reta e o calcanhar no chão.
Regiões atingidas: Pescoço, ombros, cintura e pernas.
Efeitos físicos: Alivia a dor e a região do pescoço, ombros, cintura e pernas.


Esticando as pernas
Preparação: De pé, as pernas separadas a uma distância correspondente à largura dos ombros, as mãos na cintura.
1 Levante a perna esquerda, gire o calcanhar para a direita e estique a perna com firmeza.
2 Volte à posição de preparação.
3 Repita a fase 1, com a perna direita.
4 Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Mantenha o tronco equilibrado e, ao esticar a perna, faça força no calcanhar.
Regiões atingidas: Pernas.
Efeitos físicos: Alivia as dores e a rigidez das coxas e articulações dos joelhos.

Chutando a Peteca

Preparação: De pé, ereto, as mãos na cintura,                  
1 Levante a perna esquerda e dê       um chute para cima.   
2 Levante a perna direita e dê um chute para cima.
3 Levante o joelho esquerdo dê um chute para o lado.
4 Levante o joelho direito e dê um chute para o lado.
Levante a perna esquerda e chute para a frente.

6 Levante a perna direita e chute para a frente.
7 Dobre a perna esquerda e chute para trás.
8 Dobre a perna direita e chute para trás.
Após cada fase, volte à posição de preparação.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até  oito.

Importante
Mantenha a perna de apoio firme e reta.
Ao chutar para trás com calcanhar, use força suficiente para que o calcanhar se levante tanto que faça a coxa ficar na vertical.
Regiões atingidas: Coxas pernas.
Efeitos físicos: Alivia as dores e a rigidez dos ossos articulações dos quadris

Quinto Grupo

Esse Grupo de exercícios previne e alivia o “cotovelo de tenista” e as distensões dos tendões.

Empurrando para fora


Preparação: De pé, os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros e os punhos na cintura.
1 Abra os punhos, e com as palmas voltadas para cima e os dedos médios apontando um para o outro, estique os brados para o alto, fixando os olhos nas costas das mãos.
2 Volte à posição de prepararão.
3 Abra as mãos e estique os braços para os lados, as palmas das mãos
voltadas para fora. Ao mesmo tempo, gire o corpo para a esquerda, olhando para o dorso da anão esquerda.
4 Repita a fase 2.
5 Repita a fase 3 do lado contrário.
6 Repita a fase 2.
7 Abra os punhos, alongue os braços para os lados, as palmas das mãos voltadas para fora, e olhe
para a frente.
8 Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro
vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao mover o corpo, mantenha-o ereto e não mova os pés.
Regiões atingidas: Pescoço, ombros, pulsos e dedos.
Efeitos físicos: Alivia o "cotovelo de tenista" e a rigidez nos dedos, pulsos, pescoço, ombros e cintura.

Manejando Arco e Flecha
    
Preparação: De pé, em posição de sentido.
Dê um passo para a esquerda cruze as mãos em frente ao peito.
2 Flexione os joelhos, assumindo a posição de uma cavaleiro montado. Ao mesmo tempo, estique o braço esquerdo, a palma da mão para fora, à esquerda, e leve o cotovelo direito para a direita, o punho
apontando para o chão. Fixe o olhar no dorso da mão esquerda.
3 Estique as pernas e force as duas mãos para baixo.
4 Volte à posição de preparação. a 8 Repita as fases de 1 a 4, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Nas fases 2 e 3, expanda o peito e mantenha os ombros para trás.
Regiões atingidas: Antebraços, pulsos e dedos.
Efeitos físicos: Dá alívio ao "coto­velo de tenista" e aumenta a flexibi­lidade dos dedos.


Alongando os braços e girando os pulsos

Preparação: De pé, os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, os punhos na cintura.
1 Abra as mãos e alongue os braços para o alto, as palmas das mãos voltadas uma para a outra, olhando para cima.
2 Feche as mãos e gire os pulsos para fora; abaixe os braços para os lados e volte à posição de preparação. Repita essas duas fases urna ou duas vezes, contando cada vez até oito.
3 Abra os punhos e estique os braços para baixo, as palmas das mãos voltadas para fora; eleve os braços acima da cabeça, as palmas voltadas uma para a outra, e olhe para cima.
4 Feche as mãos, gire os pulsos dorso contra dorso e desça os braços flexionados até levar os punhos logo abaixo da cintura. S Volte à posição de preparação. Repita o exercício, duas fases de cada vez, duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao levar os braços para cima, expanda o peito.
Regiões atingidas: Pulsos, cotovelos ombros e braços.
Efeitos físicos: Alivia o "cotovelo de tenista" e as dores nos pulsos, dedos e ombros.


Alongando os braços para frente e para trás


Preparação: De pé, os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, os punhos na cintura. 1 Abra a mão direita e jogue-a para cima, o polegar estendido. Ao mesmo tempo, estenda o punho esquerdo para trás e gire a cabeça para olhar o punho.
2 Volte à posição de preparação.
3 Repita a fase 1, invertendo as mãos.
4 Volte à posição de preparação.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao executar a fase 1, ponha os braços na mesma linha dos ombros estendidos
Regiões atingidas: Ombros, braços, cotovelos, dedos e peito.
Efeitos físicos: Alivia o "cotovelo de tenista" e as dores nos pulsos, dedos, ombros, cintura e costas.

Dando um soco em posição de montaria


Preparação: De pé, os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, os punhos na cintura.
1 Flexione os joelhos para assumir a posição de um cavaleiro montado. Ao mesmo tempo, jogue o punho esquerdo, virado para baixo, para a frente.
2 Abra a mão, gire a palma para cima e volte à posição de preparação.
4 Repita as fases 1 e 2, com o punho direito. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.
Importante
Mantenha o peito expandido durante todo o exercício.  Jogue os punhos para a frente com força.
Áreas atingidas: Braços, pulsos, de­dos e pernas.
Efeitos físicos: Alivia o "cotovelo de tenista" e as dores dos pulsos, dedos, pescoço, ombros e cintura.

Torcendo o corpo para Esquerda e para Direita



Preparação: De pé, ereto, os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros.
1 Gire o tórax para a esquerda, abra a mão direita e, com o polegar, empurre o ombro esquerdo para baixo; ponha o dorso da mão esquerda contra as costas, à altura da cintura, e olhe por cima do ombro esquerdo.
2 Volte à posição de preparação.
4 Repita as fases 1 e 2, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
Ao empurrar o ombro com
a mão aberta, não levante o cotovelo e mantenha os pés parados.
Faça todo o exercício lentamente e torça o corpo o máximo possível.
Regiões atingidas: Pescoço, ombros, cotovelos e pulsos.
Efeitos físicos: Alivia o "cotovelo de tenista" e as dores de ombros, costas e cintura

Sexto Grupo

Este Grupo previne e cura distúrbios dos órgãos internos.

Esfregando o rosto

Preparação: De pé, ereto, os pés separados a uma distância correspondente á largura dos ombros.
1 Usando os dedos médios, massageie o rosto, começando pelos cantos da boca e subindo até a testa; depois, com toda a mão, friccione a face em movimentos circulares, de oito a dezesseis vezes.
2 Friccione a face movendo as palmas para cima até alcançar os cabelos, nas têmporas; em seguida, mova as palmas para baixo e para trás da cabeça, atrás das orelhas,
volte até o rosto. Repita o movimento de oito a dezesseis vezes.
3 Coloque as mãos contra a parte superior do abdômen, olhe á frente passe a língua pelo céu da boca. Com o polegar direito, esfregue entre o polegar e o indicador da mão esquerda, de 24 a 36 vezes. Troque as mãos e repita o exercício de 24 a 36 vezes.

Importante
Faça pressão ao massagear a face e a cabeça.
•Ao esfregar a mão com o polegar, feche os olhos e concentre-se.
Regiões atingidas: A face e a área entre os dedos polegar e indicador.
Efeitos físicos: Alivia a insônia, nervosismo, palpitações, tonturas e distúrbios estomacais.

Massageando o peito e o abdômen

Preparação: De pé, os pés separados a unia distância ligeiramente maior que a largura dos ombros. Coloque a mão direita contra a parte superior do abdômen e a mão esquerda sobre a mão direita.
1 Massageie a parte superior do abdômen oito vezes com pequenos movimentos circulares. Massageie a área que vai do baixo abdômen até o peito, com movimentos circulares amplos, oito vezes.
2 Massageie a mesma área, no sentido contrário, primeiro em grandes círculos, depois em pequenos.

Importante
A massagem é feita pressionando as mãos contra o abdômen e soltando-as em seguida.
Olhe à frente.
Regiões atingidas: massagem aquece o abdômen e tende a provo­car gases, dando relaxamento e conforto ao estômago.
Efeitos físicos: Corrige o mau funcionamento do estômago e intestinos e alivia dores na cintura e nas costas.

Penteando

Preparação: De pé, ereto, os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros.
1 Segure firme o topo da cabeça, com a mão direita, os quatro dedos para a frente; ponha as costas da mão esquerda contra a parte baixa das costas.
2 Torça o corpo para a esquerda e passe os dedos pelos cabelos, até a primeira vértebra cervical.
3 Movimente a palma da mão direita contra o lado direito da cabeça, passando pela orelha direita, até atingir o lado esquerdo da testa. Ao mesmo tempo, torça a cabeça e o corpo para a direita.
4 Volte à posição de preparação.
a 8 Repita as fases de 1 a 4, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante

Faça pressão com toda a mão contra a cabeça.
Faça os exercícios lentamente e em fluxo contínuo.
Regiões atingidas. Cabeça e cintura.
Efeitos físicos: Alivia tonturas, vis­ta embaçada, insônia e palpitações.
 
Levantando o joelho
Preparação: De pé, em posição de sentido, os punhos na cintura, as palmas voltadas para cima.
1 Passe o peso do corpo para o pé esquerdo e levante o joelho direito. Ao mesmo tempo, abra as mãos e force a mão direita para baixo e a esquerda para o alto, a palma voltada para cima, o olhar fixo no dorso da mão.
2 Volte à posição de preparação.
3 e 4 Repita as fases 1 e 2, do lado contrário.
Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante
• Ao levantar o joelho, mantenha o corpo ereto e alongue os braços o máximo possível.
Regiões atingidas: Pescoço, ombros, braços, costas, cintura e pernas.
Efeitos físicos: Bom para o baço, estômago, e também para a má di­gestão.

Flexão e Torção


Preparação: De pé, os pés separados a uma distância ligeiramente maior que a largura dos ombros, os punhos na cintura.
1 Abra as mãos, e, cora as palmas voltadas para cima e os dedos médios apontando uns para os outros, estique os braços para o alto; fixe o olhar no dorso do s mãos.
2 A baixe os braços e coloque as mãos na cintura, os polegares para a frente.
3 Torça o corpo para a esquerda e
para trás, seguindo o movimento com os olhos.
4 Torça o corpo para a direita e para trás, seguindo o movimento com os olhos.
5 Volte à posição da fase 2.
6 Incline-se para a frente.
7 Incline-se para trás.
8 Volte à posição de preparação. Repita o exercício de duas a quatro vezes, contando cada vez até oito.

Importante

Ao torcer o corpo, mantenha os pés no lugar.
Ao inclinar-se para a frente e para trás, mantenha os joelhos retos.
Regiões atingidas: Pescoço, ombros e cintura.
Efeitos físicos: Bom para insuficiência renal e alivia dores nas costas e
cintura.

Alongando o braço e expandido o peito


Preparação: De pé, ereto, os pés ligeiramente separados.
1 Num único movimento cruze os braços acima da cabeça, flexione a cabeça para trás, olhe para cima, levante os calcanhares e inspire profundamente.
2 Num único movimento descruze os braços, abaixe-os, abaixe os calcanhares, expire e volte à posição de preparação.

Importante
Respire naturalmente durante todo o exercício.
Ao elevar os braços, force a parte superior dos braços.

Regiões atingidas: Peito, pescoço e ombros.
Efeitos físicos: Ajuda a prevenir distúrbios dos aparelhos respiratório e digestivo.