sexta-feira, 11 de abril de 2014

DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM - (NANDA)

DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM - (NANDA)


ALGUNS DOS PRINCIPAIS DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM DO LIVRO NANDA PARA SETORES CRITICOS

Auto-controle ineficaz da saúde – 91 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE NÃO SEGUE O TRATAMENTO DE FORMA CORRETA PARA ALCANÇAR AS METAS ESPECÍFICAS DE SAÚDE)

Caracterizado por expressão de dificuldade com regimes prescritos / pela falha em agir para reduzir fatores de risco / relacionado por exemplo pelo déficit de conhecimento / pela complexidade do regime terapêutico.

Deglutição prejudicada – 98 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE ESTÁ INTUBADO E NECESSITA DE UM SUPORTE NUTRICIONAL POR SONDA)

Caracterizado pela presença de cânula orotraqueal relacionado a distúrbios respiratórios.

Nutrição desequilibrada: menos do que as necessidades corporais – 101 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE ESTÁ UTILIZANDO UM SUPORTE DE NUTRIÇÃO POR SONDA OU QUANDO ELE ESTÁ DESIDRATADO OU DESNUTRIDO)


Caracterizado pela incapacidade percebida de ingerir comida relacionado a mesma.

Risco de glicemia instável – 103 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE TEM DIABETES OU QUANDO ELE TEM UM AUMENTO DO METABOLISMO CEREBRAL OU CORPORAL)

Relacionado à monitoração inadequada da glicemia / falta de controle do diabetes melito / auto consumo cerebral.

Risco de função hepática prejudicada – 104 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE ESTÁ SENDO TRATADO COM VÁRIOS TIPOS DE ANTIBIOTICOS, QUANDO O PACIENTE FAZ USO DE CONTRASTES ETC).

Relacionado à medicamentos hepatotóxicos.

Risco de desequilíbrio eletrolítico – 106 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE TEM INSUFICIENCIA RENAL, QUANDO O PACIENTE ESTÁ COM ASCITE, DESIDRATADO OU EM CASOS DE DIARREIA)

Relacionado à desidratação / diarreia / disfunção renal etc.

Volume de líquidos excessivos – 109 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE TEM EDEMA, ANASARCA, OLIGURIA, CONGESTÃO PULMONAR ETC.).

Caracterizado pelo edema / derrame pleural / congestão pulmonar / anasarca / reflexo hepatojugular positivo / relacionado a mecanismos reguladores comprometidos.

Risco de desequilíbrio de volume de líquidos – 110 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE TEM ALGUMA DOENÇA QUE POTENCIALIZA ESSA CAUSA COMO POR EXEMPLO A INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA, A INSUFICIENCIA RENAL, DIMINUIÇÃO DA ALBUMINA SÉRICA ETC.).

Caracterizado pela ascite / obstrução intestinal / queimaduras / sepse / insuficiência cardíaca congestiva / disfunção renal.

Eliminação urinária prejudicada – 116 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE TEM ALGUMA OBSTRUÇÃO NO CANAL URETRAL, HIPERPLASIA PROSTATICA, INFECÇÃO DE URINA).

Caracterizado por disúria / incontinência / noctúria etc.

Constipação – 125 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE UTILIZA BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CALCIO, NA INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA DEVIDO O BAIXO DEBITO DE SANGUE PARA O INTESTINO, IMOBILIDADE ETC.).

Caracterizado por ruídos intestinais hipoativos / relacionado a desidratação / hábitos alimentares deficientes / sedativos / motilidade do trato gastrintestinal diminuída / ingestão insuficiente de líquidos.

Risco de constipação – 127 (GERALMENTE QUANDO O PACIENTE FICA MUITO TEMPO IMÓVEL SEM PRATICAR NENHUMA ATIVIDADE FISICA, E PODE SER RELACIONADO A DESIDRATAÇÃO TAMBÉM OU EFEITOS DA DOENÇA)

Caracterizado pelos mesmos mecanismos citados acima.

Diarreia – 130 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE ESTÁ COM ALGUMA INFECÇÃO, OU NO USO DE MEDICAMENTOS LAXATIVOS, OU NA ALIMENTAÇÃO ENTERAL ETC.).

Caracterizado por pelo menos três evacuações de fezes liquidas / relacionado a processos infecciosos / alimentação por sonda / efeitos adversos de medicamentos.

Mobilidade gastrintestinal disfuncional – 132 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE AUSCULTA HIPOATIVA DO INTESTINO ASSOCIADA A UM TEMPO PROLONGADO ENTRE UMA EVACUAÇÃO E A OUTRA.).

Caracterizado por diarreia / distensão abdominal / mudança nos sons intestinais / relacionado a alimentação enteral / desnutrição / envelhecimento / imobilidade.

Risco de mobilidade gastrintestinal disfuncional – 134 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES IDOSOS, OU EM PACIENTES QUE FICAM MUITO TEMPO ACAMADOS, OU EFEITOS DE SEDATIVOS.).

Caracterizado pela circulação gastrintestinal diminuída / envelhecimento / diabete melito / imobilidade / infecção / medicamentos etc.

Troca de gases prejudicada – 136 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE MANTEM UMA RESPIRAÇÃO INEFICAZ CARACTERIZADO POR GASOMETRIA E SATURAÇÃO DIMINUIDAS.).

Caracterizado pela dispneia / respiração anormal / gasometria arterial alterada / confusão / taquicardia / relacionado ao desequilíbrio na ventilação/perfusão.

Mobilidade física prejudicada – 149 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE NÃO CONSEGUE OU NÃO PODE SE MOVIMENTAR CONSCIENTEMENTE, SEM ESTAR SEDADO.).

Caracterizado por dispneia aos esforços / tremor induzido pelo movimento / força diminuída relacionada a dor / desnutrição / controle da musculatura diminuída / força muscular diminuída / medicamentos / prejuízo neuromuscular.

Intolerância a atividade – 159 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES QUE TEM FRAQUEZA GENERALIZADA AOS MINIMOS ESFORÇOS E QUE POTENCIALIZA SUA DOENÇA DE BASE.).

Caracterizado por alterações no ECG refletindo isquemia / arritmias / desconforto aos esforços / dispneia aos esforços / relato verbal de fadiga / fraqueza / resposta anormal da pressão sanguínea a atividade / relacionado ao desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio.

Risco de choque – 161 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM HIPOVOLEMIA OU HIPOTENSÃO SEVERA.).

Caracterizado por hipotensão / hipovolemia / sepse / SIRS / hipoxemia / hipóxia.

Debito cardíaco diminuído – 162 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM INSUFICIENCIA VENTRICULAR ESQUERDA)

Caracterizado por dispneia paroxística noturna / oliguria / perfusão periférica prolongada / pulsos periféricos diminuídos / variações nas leituras da PA / edema / distensão da veia jugular / bradicardia / dispneia / taquicardia relacionado a contratilidade alterada / frequência cardíaca alterada / pré e/ou pós carga alteradas / volume de ejeção alterados.

Risco de perfusão renal ineficaz – 165 (PODE SER UTILIZADO TAMBÉM EM PACIENTES QUE TEM UM BAIXO DÉBITO CARDÍACO)

Caracterizado por hipertensão / hipovolemia / queimaduras / idade avançada / diabetes melito / acidose metabólica.

Risco de perfusão tissular periférica ineficaz – 165 (PODE SER UTILIZADO TAMBÉM EM PACIENTES QUE TEM UM BAIXO DÉBITO CARDÍACO)

Caracterizado por claudicação / edema / dor em extremidades / parestesias / pulsos ausentes ou diminuídos / relacionado a diabetes melito / hipertensão / sedentarismo.

Risco de perfusão tissular cardíaca diminuída – 166 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM INFARTO DO MIOCARDIO, HIPOCINESIA VENTRICULAR ESQUERDA, HIPERTENSÃO, HIPOVOLEMIA E QUANDO O PACIENTE ESTÁ EM DEBITO CARDÍACO DIMINUIDO)

Caracterizado por abuso de drogas / diabetes / espasmos da artéria coronária / hipertensão / hipovolemia / hipóxia / proteína C reativa aumentada / tamponamento cardíaco / hiperlipidemia.

Risco de perfusão tissular cerebral ineficaz – 167 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM INFARTO DO MIOCARDIO, HIPOCINESIA VENTRICULAR ESQUERDA, HIPERTENSÃO, HIPOVOLEMIA E QUANDO O PACIENTE ESTÁ EM DEBITO CARDÍACO DIMINUIDO, OCLUSÃO DAS CARÓTIDAS DEVIDO PLACAS DE ATEROMA, PACIENTE COM LESÃO CEREBRAL TIPO AVC ETC.).

Caracterizado por cardiomiopatia dilatada / coagulopatia / dissecção da aorta / embolia / endocardite infecciosa / estenose aórtica ou mitral / hipertensão / hipercolesterolemia / infarto recente do miocárdio / debito cardíaco diminuído / hipotensão.

Risco de perfusão tissular gastrintestinal ineficaz – 168 (PACIENTES COM DEBITO CARDÍACO DIMINUIDO)

Caracterizado por aneurisma aórtico abdominal / debito cardíaco diminuído / disfunção hepática / efeitos da medicação / hemorragia gastrintestinal aguda / idade >60 anos / insuficiência renal / varizes grastroesofágicas.

Padrão respiratório ineficaz – 169 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE ESTÁ PRECISANDO SER INTUBADO POR ESTAR TENTANDO RESPIRAR DE FORMA ANORMAL)

Caracterizado por alterações na profundidade respiratória / bradpneia / dispneia / fase de expiração prolongada / pressão inspiratória e expiratória diminuída / taquipneia / uso da musculatura acessória para respirar / ventilação-minuto diminuída / relacionado a fadiga da musculatura respiratória / lesão neurológica / sedativos / obesidade / posição do corpo.

Risco de sangramento – 170 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE TEM ALGUMA LESÃO, VARIZES ESOFAGICAS, CATETERES, OU NO PÓS CIRURGICO)

Caracterizado por aneurismas / distúrbios gastrintestinais como varizes / doença ulcerativa gástrica / pólipos etc. / efeitos secundários ao tratamento tais como cirurgias / medicamentos / função hepática prejudicada devido a cirrose ou hepatite etc.

Ventilação espontânea prejudicada – 172 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE JÁ NÃO CONSEGUE MAIS RESPIRAR SOZINHO E ENTRA EM PARADA RESPIRATÓRIA OU UM RÍTMO TERMINAL PRECISANDO DE INTERVENÇÃO IMEDIATA.).

Caracterizada por aumento da frequência cardíaca / dispneia / PCO2 aumentada / saturação diminuída / uso aumentado da musculatura acessória / relacionado a fadiga da musculatura respiratória e/ou fatores metabólicos.

Resposta disfuncional ao desmame ventilatório – 173 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE NÃO TEM CONDIÇÕES FISIOLÓGICAS DE SAIR DO TUBO DEVIDO ANSIEDADE, MEDO, SATURAÇÃO BAIXA ETC.).

Caracterizado por desconforto ao respirar / inquietação / frequência respiratória aumentada significativamente / frequência cardíaca aumentada significativamente / nível de consciência diminuído / respiração descoordenada em relação ao ventilador / saturação diminuída.

Déficit no auto cuidado para alimentação – 175 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE NÃO CONSEGUE SE ALIMENTAR POR SI SÓ INDEPENDENTE DA CAUSA)

Caracterizado pela dificuldade em mastigar e engolir alimentos / incapacidade de pegar alimentos com utensílios / relacionado a fraqueza / sedação / dor / prejuízo neuromuscular.

Déficit no auto cuidado para banho – 176 (PODE SER UTILIZADO QUANDO O PACIENTE NÃO CONSEGUE TOMAR BANHO SOZINHO INDEPENDENTE DA CAUSA)

Caracterizado pela incapacidade de lavar o corpo / relacionado a fraqueza / dor / sedação / incapacidade neuromuscular.

Confusão aguda – 190 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES QUE APRESENTAM QUALQUER TIPO DE FALA DISSOCIADA DA REALIDADE, AQUELE PACIENTE QUE COMEÇA A FALAR COISAS SEM NEXO)

Caracterizado por flutuação do nível de consciência / relacionado ao delírio / medicamentos / doença / perfusão tissular cerebral ineficaz etc.

Risco de confusão aguda – 193 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES QUE SOFRERAM UM INFARTO COM PARADA CARDÍACA E RESSUSSITAÇÃO, PACIENTES QUE SOFRERAM AVE, PACIENTES COM ESCÓRIAS RENAIS ALTERADAS OU USUÁRIOS DE SUBSTANCIAS ILICITAS)

Caracterizado por história de AVC / medicamentos / dor / demência (desidratação / Ur. e Cr. Aumentadas / insuficiência renal / desnutrição / desequilíbrio eletrolítico).

Comunicação verbal prejudicada – 201 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM TRAQUEOSTOMIAS OU CANULAS QUE IMPEDEM O MESMO DE SE COMUNICAR ORALMENTE)

Caracterizado pela dificuldade de expressar verbalmente os pensamentos ex. afasia, disfasia, dislexia etc. / não consegue falar devido a cânula orotraqueal / dispneia / relacionado a barreiras físicas (cânula orotraqueal, traqueostomia etc.) / alterações no SNC.

Disfunção sexual – 249 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES QUE POSSUI MÁ CIRCULAÇÃO SANGUINEA PERIFÉRICA CRÔNICA COMO OS COM INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA, INSUFICIENCIA RENAL ETC)

Caracterizado por limitações reais impostas pela doença / verbalização do problema relacionado a doença / função corporal alterada pela doença.

Risco de infecção – 329 (A MAIORIA DOS PACIENTES QUE FICAM INTERNADOS NOS HOSPITAIS TEM RISCO DE INFECÇÃO CRUZADA DEVIDO PROCEDIMENTOS INVASIVOS DESDE UM SIMPLES CATETER PERIFÉRICO)

Caracterizado por desnutrição / destruição de tecidos / procedimentos invasivos / imunossupressão / trauma.

Risco de aspiração – 330 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES INTUBADOS EM USO DE SONDA NASOENTERAL)

Caracterizado pela alimentação por sondas / deglutição prejudicada / nível de consciência reduzido / presença de sonda endotraqueal / traqueostomias.

Desobstrução ineficaz das vias aéreas – 332 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM RUÍDOS ADVENTÍCIOS NO PULMÃO QUE NÃO CONSIGAM TOSSIR OU EXPECTORAR SOZINHOS)

Caracterizado por expectoração / dispneia / ruídos adventícios respiratórios / tosse ineficaz ou ausente / relacionado a ASMA / DPOC / tabagismo etc.

Integridade da pele prejudicada – 333 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM ULCERA POR PRESSÃO GRAU 3 OU 4)

Caracterizado pela destruição de camadas da pele / rompimento da superfície da pele / relacionado a extremos de idade / pele úmida / imobilização física / fatores mecânicos de abrasão, fricção e pressão / circulação prejudicada / nutrição desequilibrada etc.

Risco de integridade da pele prejudicada – 334 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM DEBILIDADE QUE SÃO PROPENSOS A DESENVOLVER A ULCERA POR PRESSÃO)

Caracterizado por todos os fatores citados acima como potencial de risco.

Integridade tissular prejudicada – 335 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM ULCERA POR PRESSÃO GRAU 1 OU 2)

Caracterizado por tecido lesado ou destruído como (mucosa, pele, tecido subcutâneo etc.) / relacionado a circulação alterada / excesso de líquidos / fatores mecânicos / nutricionais / mobilidade física prejudicada.

Mucosa oral prejudicada – 339 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM DEBILIDADE EM SE AUTO HIGIENIZAR E QUE FICAM MUITO TEMPO SEM ESCOVAR SEUS DENTES)

Caracterizado por descamação / desprendimento da mucosa / lesões orais / língua saburrosa / placas esbranquiçadas / relacionado a diminuição da salivação / desidratação / jejum por mais de 24hs.

Risco de quedas – 343 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES IDOSOS, PACIENTES COM NIVEL DE CONSCIENCIA DIMINUIDO E PACIENTES FRACOS)

Caracterizado por rebaixamento do nível de consciência / idade > 65 anos / força diminuída / desnutrição / desidratação / mobilidade física prejudicada / diarreia / medicamentos.

Risco de disfunção neurovascular periférica – 34 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES COM QUEIMADURAS GRAVES, TROMBOSE VENOSA PROFUNDA ETC.).

Caracterizado por obstrução vascular / queimaduras / trauma / pé-diabético etc.

Hipertermia – 367 (QUANDO O PACIENTE ESTÁ COM FEBRE)

Caracterizado pelo aumento da temperatura corporal acima dos parâmetros normais / relacionado a doença / medicamentos / sedação / desidratação.

Hipotermia – 368 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES QUE FICAM MUITO TEMPO SEDADOS, INATIVIDADE, IDOSOS E QUE APRESENTAM A TEMPERATURA CORPORAL <36 GRAUS)

Caracterizado por cianose nos leitos ungueais / pele fria / palidez / preenchimento capilar lento / taquicardia / temperatura corporal abaixo dos parâmetros normais / relacionado a desnutrição / doença / envelhecimento / inatividade / medicamentos.

Risco de desequilíbrio na temperatura corporal – 369 (PODE SER UTILIZADO EM PACIENTES QUE FICAM MUITO TEMPO SEDADOS, INATIVIDADE, IDOSOS E QUE APRESENTAM RISCO DE DIMINUIÇÃO DA TEMPERATURA CORPORAL)

Caracterizado por medicamentos que causam vasoconstrição / vasodilatação / desidratação / extremos de idade e peso / inatividade / sedação.

Dor aguda – 375 (PODE SER UTILIZADO EM QUALQUER TIPO DE DOR OBSERVADA OU RELATADA PELO PACIENTE)

Caracterizado por evidencias observadas de dor / relato verbal da dor / relacionado a agentes lesivos (biológicos, químicos, físicos e psicológicos).

quarta-feira, 9 de abril de 2014




 alguns cha para nossa saude vamos ver qual deste nos fazem bem!!!
ler faz bem e o cha tambem podemos evitar alguns mal na nossa saude aproveite!! boa leitura.




Os Segredos dos Chás
Saúde & Qualidade de Vida - Curiosidades
O chá protege as artérias influenciando os fatores relacionados à formação de coágulos. Os elementos químicos presentes nos chás podem reduzir a capacidade de coagulação do sangue, impedir a ativação e o agrupamento das plaquetas, aumentar a atividade de dissolução de coágulos e diminuir os depósitos de colesterol nas paredes arteriais.
Um dos pioneiros quando o assunto são chás e arteriosclerose, Lou Fu-qing, M.D., professor e chefe do departamento de medicina interna da Universidade de Medicina de Zhejiang, China, estudou os efeitos dos elementos químicos dos chás nas vítimas de ataques cardíacos. O pigmento proveniente do chá preto comum ou do chá verde asiático impedia o acúmulo de plaquetas nos pacientes e aumentava a atividade de dissolução de coágulos. Surpreendentemente, concluiu que o chá preto comum, consumido normalmente pelos norte-americanos, funcionava tão bem quanto o chá verde asiático. Um determinado tipo de tanino presente no chá verde, chamado catequino, é tão eficaz quanto a aspirina no sentido de bloquear o acúmulo de plaquetas.

O chá, aparentemente, também ajuda a bloquear o estímulo gerado pelo colesterol LDL na proliferação de células musculares nas paredes arteriais, esse crescimento de células favorece o acúmulo de plaquetas nas artérias.
SALVOS PELO CHÁ
Evite os derrames bebendo chá, principalmente chá verde. Uma explicação para a atividade anti-derrame pode ser a alta concentração de antioxidantes no chá, capazes de proteger os vasos sanguíneos contra danos.

JAPONESES CONSUMIDORES DE CHÁ
O consumo diário de no mínimo dez xícaras de chá verde, protege o organismo do câncer de estômago. Segundo estimativas dos pesquisadores, essa quantidade de chá forneceria de 40 a 50g de vitamina C. Além disso, foi demonstrado através dos mesmos estudos, que o chá verde (tanto quanto o chá preto) realmente neutraliza a formação de nitrosaminas - potentes carcinógenos - tanto em tubos de ensaio quanto no estômago de seres humanos.

INDICAÇÃO DE CHÁS
Chá de Alecrim - Indicado para stress físico e mental, depressão, gota, reumatismo. Facilita a digestão.
Alfazema - Indicado para insônia, excitação nervosa, alivia nevralias (dores de cabeça), tosse, asma, bronquite.
Arnica - Analgésico e anti-inflamatório, é indicado para casos de traumatismos, luxações, entorses, hematomas, distensões musculares e ainda como antisséptico em afecções bucais e furúnculos.
Ban-chá - Depurativo, cuja ação acentua a eliminação de toxinas aumentando a diurese e facilitando a digestão.
Boldo - Tônico do aparelho digestivo, aumenta a produção da bile eliminando gases, cálculos na vesícula e no combate das afecções do fígado e baço.
Camomila - Auxilia a digestão aliviando cólicas abdominais, náuseas, diarréia. Indicado como calmante para insônia e nervosismo.
Carqueja - Ação benéfica sobre o fígado e intestino, aliviando azia, má digestão, gastrite, prisão de ventre, etc.
Catuaba - Tônico do sistema nervoso, ameniza o nervosismo, insônia, fadiga cerebral, impotência sexual, tosse e bronquites.
Cofrey - Ação terapêutica nas afecções sobre o aparelho respiratório tais como, amigdalite, laringite, faringite. É cicatrizante de fissuras, feridas e abcessos, eczemas, podendo ser usado com cautela em processos internos como úlceras gástricas e duodenais.
Erva Cidreira - Insônia, nervosismo, cólicas no ventre e gases.
Erva Doce - Alivia cólicas menstruais e abdominais, inclusive de recém-nascidos. Auxilia na digestão.
Eucalípto - Trata inflamações das vias respiratórias como tosse, rouquidão, bronquite, asma e alivia estados catarrais.
Hortelã - Atenua azia, gases e cólicas. Vermífuga (lombriga e oxiurus). Alivia asma e bronquite.

Jasmim - Tônico, indicado contra sonolência e no combate de acessos de asma. Excelente diurético.
Maçã - Sedativo, digestivo, anti-diarréica e também indicada nos casos de colite.
Malva - Afecções das vias respiratórias como bronquite, tosses catarrais, laringite e nos
processos inflamatórios de boca e garganta, através de bochechos e gargarejos. Antisséptico de vias digestivas e urinárias.
Maracujá - Dores de cabeça de origem nervosa, ansiedade, insônia, palpitações, perturbações nervosas da menopausa e dores espasmódicas.
Melissa - Sedativo em distúrbio de origem nervosa, perturbações gástricas como indigestão, enjôos e espasmos. Alivia dores de cabeça.
Menta - Indicado para má digestão, gases e cólicas.
Poejo - Anti-inflamatório, ação espectorante no processos respiratórios como tosses catarrais, antiespamódico e ainda depurativo.
Salvia - Estimulante estomacal, usado nas atonias digestivas, náuseas, dispepsias, alivia cólicas estomacais, intestinais e mentruais. Indicada nos casos febris com sudorese intensa. Ação antisséptica na higiene bucal e em afecções da pele de origem micótica e feridas.
Stévia - Adoçante usado nas dietas de emagrecimento, na alimentação infantil e por não interferir na glicemia pode ser usado por diabéticos.





CATUABA EM PÓ

GINSENG EM PÓ

MARAPUAMA EM PÓ

NÓ DE COLA EM PÓ

NÓ DE CACHORRO EM PÓ

SENE

FOLICO DE SENE (VAGEM)

QUINA-QUINA

GUACO

CAPIM CIDREIRA

ANGICO

AROEIRA

BARBATIMAO

PICAO PRETO

PICAO BRANCO

AGONIADA

JOAO DA COSTA

ARTEMISIA

UXI AMARELO

UNHA DE GATO FOLHAS

ARNICA

ANIS ESTRELADO

ERVA DOCE

CAMOMILA

BOLDO DO CHILE

TANSAGEM / TRANSAGEM

MELISSA

LOSNA

PAU TENENTE

PATA DE VACA

CAJUEIRO ROXO

JAMBOLAO

IPE ROXO

GRAVIOLA

STEVIA ESTEVIA

CHA VERDE

CHA DE BUGRE

CAVALINHA

QUEBRA PEDRA

CABELO DE MILHO

CANA DO BREJO / NAPIE

DOURADINHA DO CAMPO

AMORA FOLHAS

PASSIFLORA

LINHAÇA

ERVA MACAÉ

RUBÍ / RUBIM

SALVIA

ALFAVACA

E MUITAS OUTRAS

ESTILO DE LOJAS DE ERVAS, CASAS DE ERVAS, MONTANDO O MOSTRUÁRIO DAS ERVAS

MONTE SUA LOJA COM UM FARTO MONSTRUARIO DE PRODUTOS POR APENAS $1.200 REAIS


AS COMBINACOES DE ERVAS MEDICINAIS PARA AS SEGUINTES DOENCAS:

ANOREXIA: falta de apetite: inapetência; pólen, geléia-real, Garra-do-Diabo, Alcachofra

ANSIEDADE: agrimônia, kawa-kawa, erva-de-são-joão.

ANTIÁLGICO: analgésico; que suprime a dor; acalmam o sofrimento, a dor: açoita-cavalo (chá), alface (chá da raiz ou folha), arnica-do-mato, beladona (chá fraco ou compressas), beijo (chá), caruru-bravo (chá), chorão (chá), coerana (chá e compressas), erva-cidreira (chá), erva-lanceta (chá da raiz), fruta-jo-lobo (chá), guiné (chá da raiz ou compressas), hortelã (uso interno 3 externo), juá (chá), jasmim-do-mato, malva, guaxuma, língua-de-vaca (compressas), mara-cujá, mulungu (chá), pariparoba (chá das folhas ou da raiz), papoula (chá), sal-do-índio (com-pressas), sete-sangrias (chá), timbó (compressas), tília (chá), Garra-do-Diabo, Espinheira-Santa.

ANTIANÊMICO: combate ou evita a anemia; supre a deficiência de Ferro+Vitamina C: Veja anemia.

ANTIARTRÍTICO: usados contra a artrite; medicamento que combate a gota;azeitona, coco, morango, espinafre, cebola, pepino, batata-inglesa.

ANTIASMÁTICA:combate a asma; alfazema, lágrima nossa senhora.

ANTIBACTERIANO: bactericida; substancia ou agente que combate as bactérias;alecrim pimenta, Espinheira-Santa.

ANTIBIÓTICA: capaz de inibir a proliferação de bactérias e fungos; qualquer substância antimicrobiana; substância orgânica capaz de inibir a proliferação de bactérias, a penicilina, por exemplo, é um antibiótico: Óleo de Alho, alamanda, violácea, bardana (o pó da raiz contra furúnculos), ipê-roxo, acarandá, tansagem, salsaparrilha, taiuiá, algas, Guacoflus Xarope, caroba, óleo-de-copaíba, echinácea, moringa.

ANTIBLENORRÁGICO: combate a blenorragia: gonorréia; antigonorréica.

ANTICANCERÍGENO: previne ou combate o câncer: Óleo de Alho, Espinheira-Santa, uva, pêssego, tomate, repolho, agrião, mamão, maxixe.

ANTICATÁRTICO: combate a diarréia; abóbora, Alcachofra, Hepatozan, goiaba, manga, maçã, Carvão Vegetal.

ANTICLORÓTICO: têm aplicação contra a clorose, tipo de anemia relacionada com peculiaridade à mulher, que imprime à pele uma coloração amarelo-esverdeada; beterraba, noz, uva, cenoura.

ANTICOLESTEROL: anticolesterolêmica; que faz diminuir o colesterol do sangue, chá-verde.

ANTICONCEPCIONAIS NATURAL: plantas que influem para evitar a concepção: aipo (chá), agnoscasto chá), alecrim (chá forte), algodoeiro (chá), alfavaca, aspargo, bambu (raiz), caaheê, erva-de-)assarinho, óleo de eucalipto, fumo, funcho, gólfões (branco e amarelo), hissope, manjericão, mentasío, nimo-de-vênus, nogueira (folhas e casca), sálvia, urtiga, urtigão, estévia, verbena.

ANTIDIABÉTICO: combate a diabete; pata-de-vaca, alface, agrião, cebola, maçã, mamão, pêssego. Veja diabete.

ANTIDIARRÉICO: combate diarréias, disenterias, enterocolites; angico-vermelho, aroeira, barbatimão, buranhen, cabeça-de-negro, calumba, camomila, canela-preta, carapiá, caroba, carqueja, casca-d´anta, romã: casca), cedro-rosa, criptocárïa, erva-doce, erva-de-bicho, erva-macaé, funcho, graviola, garaná, jambolão, jatobá, lanciba, lungaciba, óleo-de-copaíba, pau-ferro, quassia, raiz de caixeta, simaruba, velame-do-campo, Óleo de Alho, Carvão Vegetal.

ANTIDISPÉPTICO: combate os distúrbios das funções digestivas, afecção gastrintestinal, azia, dispepsias, dores de estômago, hiperacidez, úlceras gástricas e duodenais; Alcachofra, Hepatozan, alecrim-do-campo, Allium sativum, aniz-estrelado, Aristolochia, Bacharis, Boldo-do-chile, calumba, camomila, capim-cheiroso, carqueja, carubá, casca-d´anta, cáscar-sagrada, castanha-mineira, chá paulista, chá-porrete, cipó-cravo, cordão-de-frade, criptocária, erva-cidreira, erva-macaé, fedegoso, fel-da-terra, fevillea, fruto de bicuíba, funcho, gervão-roxo, GARANÁ, jatobá, camapú, lanciba, lancifólia, laranjeira-da-terra, laranjinha-do-mato, losna, lungaciba, macela-do-campo, flores de macela, mastruço, Maytenus, milhomens, pariparoba, pau-pereira, picão-da-praia, quassia, quina-cruzeiro, seiva de jatobá, taperibá, uva-do-mato, cassáu, juá-de-capote, tinguaciba

ANTI-HEMORROIDAL: combate as hemorróidas; açafrão, Alcachofra, Hepatozan, acelga, Óleo de Alho, Hemoplant, Aloe Gel, araçá, artemísia-do-campo, assa-peixe, batata-inglesa (supositório), barba-de-bode, barba-de-velho (pomada), bardana. beladona (pomada), douradinha, bergamoteira, buxo (folhas), cacto (supositório), chuchu (supositório), caicheta (banhos e tomar), camomila, carqueja, calêndula (pomada e chá), café (pó aplicar), caroba, cana-do-brejo, coerana (chá e aplicar), couve (vapores), cerefólio, cipó-d'alho, erva-de-bicho (tomar e fazer banhos), erva-de-santa-maria, erva-de-lagarto, erva-tostão, erva-macaé (pomada e chá), fedegoso, figo, guabirobeira, hortelã, guiné, Hamamelis_virginiana (supositório, pomada), jurubeba, macela (vapores), maravilha, mandioca (chá dos brotos), manjericão, Maracujá, melão-de-são-caetano, mil-em-rama, noz-moscada, parreirinha-do-mato, pata-de-vaca, pariparoba, pau-d'alho, pé-de-galinha, piteira, persicária, pepino, rainha-da-noite, sabugueiro, serralha-brava, solda-com-solda, taiuiá, tansagem, tomate, trapoeraba, urtiga, verbasco (banhos), vinagreira (banhos), hemorróidas com hemorragias (banhos de assento com água fria e tomar líquidos). Para descongestionar, banhos quentes com verbasco, Psyllium Phytomare, Castanha da Índia, chagas-de-são-sebastião, fruto de bicuíba, raiz-de-caixeta.

ANTI-HEPATOTÓXICO: combate a intoxicação do fígado; impede a ação tóxica de determinadas substâncias sobre o fígado; Alcachofra; carqueja, Boldo-do-chile, Carvão Vegetal.

ARTERIOSCLEROSE: acúmulo de gorduras, carbohidratos, produtos do sangue, tecidos fibrosos e cálcio nas artérias causando o espessamento das paredes das artérias com perda da elasticidade; doença das artérias de grande e médio calibre, caracterizada pelo acúmulo de gordura na camada interna desses vasos; endurecimento das artérias; esclerose arterial; Óleo de Alho, Alcachofra, Hepatozan, fumária, limão, sete-sangrias, Ginkgo-biloba, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, Lecitina de Soja Herbarium, Lecitina de Soja Phytomare, alface, amora-branca, cana-de-macaco, cebola, chapéu-de-couro, chá-de-bugre, Guaraná, espinheira-alvar, jurubeba, maçã (vinagre ou chá das cascas da fruta), oliveira (chá), sabugueiro, taiuiá, visco ou erva-de-passarinho. Descanso; Alimentação adequada.

ARTRITE: inflamação nas articulações; tomar durante o dia alternando duas xícaras de chá de Cavalinha e 4 xícaras de chá de aipo, urtiga, araçá, alfafa, barbasco, buva, calêndula, alfavaca, carobinha, cedro-rosa, coerana (a raiz), guiné, Guacoflus Xarope, cerejeira, salsaparrilha, malvão, violeta, batata-de-sucupira, bowdichia, canela-de-sassafraz, cedro-rosa, chá-mineiro, chapéu-de-couro, cipó-cruzeiro, congonha-de-bugre, guiné, samambaia, tomba, urinária, uva-do-mato, velame-do-mato, açoita-cavalo, Unha-de-Gato, Garra-do-Diabo, catinga-de-mulata, limão, parietária, persicária, Spirulina maxima Phytomare, Vit e minerais, anti oxidantes, Cartilagem de Tubarão, Gelatina de Peixe; aplicar compressas quentes.

ASMA: respiração difícil; doença que se caracteriza por sufocações irregulares; o mesmo que puxá, puxação, puxado, puxamento, puxeira; agoniada, alfazema, azedinha (hortaliça), bananeira (suco), beladona (folhas, fumar as flores), cambará, cambuí, cardo-santo, cará-da-pedra, cedro-vermelho (flores), celidônia, cenoura (bulbo), cerefólio, cordão-de-frade, corticeira (casca), dorme-dorme (xarope), embaúba (raiz), espinheiro-maricá (folhas), óleo de eucalipto, figo (fruto), Gengibre (bulbo), hortelã-brava, jabuticaba (entrecasca), limão, mamoeiro (flor), marroio, Maracujá, papoula-de-espinho, crem, perobinha-do-campo, pinheiro (resina), quiabo (semente), quitoco, rábano (suco), romã (flores), sabugueiro (folhas e flores), salsa (suco), sálvia, santos-filho (folha), trapoeraba (folhas e ramos), verbasco, fruto de bicuíba, mirospermum, mulungu, myristica, óleo vermelho, verbasco, caapeba, carnícula, caatinga-de-mulata, cocleária, flor-da-noite, guaiaco, paracari, Acerola, mel puro, anis, paracari, taiuiá, lobélia. Inalações de vapor de plantas medicinais. Compressas quentes no peito, à noite.

BEXIGA, afecções na, urina turva e fétida: anis, agrimônia, Alcachofra, Hepatozan, aroeira, amor-perfeito, bago-de-veado, beladona, caroba, cardo-santo, chá-de-bugre, cipó-suma, douradinha-do-campo, losna, limão, sete-sangrias, taiuiá, tansagem, tarumã, tuia, trapoeraba, urtiga, angélica, beldroega, cana-de-macaco, cana-do-brejo, carqueja, Cavalinha, cerefólio, cotó-cotó, jatobá, lentílha d’água, mil-em-rama, parietária, óleo de Óleo de Prímula , quebra-pedra, sabugueiro, ulmária, veleme-do-mato, uva-ursina, óleo-de-copaíba, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, abacateiro, barbana, centella-asiatica, camomila, carobinha-do-campo, celeri, coerana, chincho, feijão (vagem), hortênsia, milho (cabelos ou pendão), malva, pinheiro (brotos), tansagem, trapoeraba, urinária, urtiga, violeta.

BEXIGA, cálculos na: tomar todos os dias limão, chá das folhas secas de pessegueiro, alfafa, ananás, barba-de-bode, caroba, camboatá, cenoura (folhas), cardo-santo, chicória, carrapicho-de-carneiro, capim-de-burro, capim-pé-de-galinha, caruru-de-espinho, coroa-de-cristo (leite), Cavalinha, chincho, chorão, hortênsia, limão, parreirinha-brava, primavera, pêssego (folhas), pucha-tripa, milho (estigmas), quebra-pedra, rabanete, suçuaiá, salsa, rabo-de-cavalo, tarumã, três-cipós, videira (folhas).

BLENORRAGIA: gonorréia; inflamação das membranas mucosas, especialmente da uretra e da vagina; DST causada pela bactéria neisseria gonorrheae; abútua, agoniada, alfazema, amor-do-campo, angico, anil, aperta-ruão, bardana, barbatimão, bolsa-de-pastor, Boldo-do-chile, beringela (chá), buranhen, caavurana, cabeça-de-negro, caica, cana-do-brejo, cardo-santo, caroba, carrapicho-de-carneiro, chá-de-bugre, chorão, cana-de-macaco, cipó-suma, cipó-açougue, cipreste, crista-de-galo, umbaúba, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, guandu, jarrinha, jaborandi, jatobá, joão-da-costa, limão, língua-de-vaca (chá), pau d’alho, pau-amargo, picão-da-praia, pita, rosa, salsa-da-horta, sapé, tiririca, tuia, taiuiá, buranhen, caavurana, cabeça-de-negro, mirospermum, nogueira, óleo-vermelho, persicária, picão-da-praia, quássia, tejuco, umbaúba, uva-ursina, velame-do-campo

BRONQUITE: inflamação dos brônquios, dos pulmões: agrião, alcaçuz, alecrim, alfavaca, amor-perfeito, angélica, alfazema, angico-vermelho, aniz-estrelado, arruda, assa-peixe, avenca, babosa, barba-de-bode, bardana, baúna, beldroega, buranhém, cabriúva, cacto, cajueiro, camboatá, cambará, cambucazeiro, cambuí-caseiro, capim-pé-de-galinha, cerejeira (casca), confrei, cravo-de-defunto, cenoura, cordão-de-frade, crista-de-galo, douradinha-do-campo, erva-de-passarinho, erva-de-santa-maria, espinheiro, erva-grossa, flor-da-noite, fumária, figo, figueira (torrar os frutos reduzir a pó e fazer chá - 1 colher de sopa), Gengibre, gravatá, Guacoflus Xarope, guaxuma, ipecacuanha, iris, jaborandi, jatobá, jasmim (flor), karatá, limão, linho (semente), malva, mamão, Maracujá, mastruço, malungu, malva, mirospermum, nabo, Óleo de Alho, óleo de eucalipto, oliveira, óleo de copaíba, Óleo de Prímula , pau-doce, pinheiro (renovos), poejo (Mentha longifolia), poejo (Mentha pulegium), pulmonária, primavera, quitoco, salva, saco-saco, samambaia, semente de imburana, serpão, tansagem, tussilago, umbaúba ou caixeta, tília, trapoeraba, urucum, urupê, vassoura, vassourinha, verbasco, verônica, violeta. Ver também catarro bronquial. Regime de frutas e verduras; bons agasalhos; inalações de vapor de plantas medicinais; Compressas quentes; Compressas frias, termógenas; clima quente e seco

CABELO, queda e caspa: lavar comalecrim, alfazema, babosa, bardana, capuchinha (folhas e sementes), chorão, caraguatá, espada-de-são-jorge, gervão, jaborandi, limão e cebola (suco), malagueta (suco), mimo-de-vênus, quina, tuna ou cacto, papoula, pita, saudades, suco de agrião em álcool, banhos de sol, urtiga-branca.Banhos de sol.

CABELOS, fortes e saudáveis: gelatina, camomila, jaborandi, raspa-de-juá, urtiga-branca, Cavalinha, nogueira, raspa-de-juá, urtiga-branca.

CÁLCULO RENAL: litíase renal; formação de areias ou cálculos nos rins; concreção nos rins; abútua, agrião, cana-do-brejo, quebra-pedra, uva ursina, chapéu-de-couro, bardana, limão, urtiga-vermelha, verônica, parietária. Regime de cereais e leite. Beber água em abundância, Lecitina de Soja Herbarium, Lecitina de Soja Phytomare, arnica-do-mato, douradinha-do-campo, erva-pombinha, estigmas de milho, salsaparrilha, uva-do-mato, tribulus terrestris.

CÂNCER: qualquer proliferação celular anárquica, incontrolável e incessante, que geralmente invade os tecidos, com capacidade de gerar metástases em várias partes do corpo e que tende a reaparecer após tentativa de retirada cirúrgica ou a levar à morte, se não for adequadamente tratada; tumor maligno; termo usado para referir-se aos carcinomas; prevenir: boa alimentação, fuga dos vícios, fumo, álcool mais higiene; uso interno e externo: calêndula, avenca e tuia, Óleo de Alho, açoita-cavalo (casca), amêndoa-de-tamasco (comer), araticum (casca), buva (em caso de leucemia), cactos, cancerosa ou Espinheira-Santa, Cavalinha, celidônia (folhas e raiz), gervão, gerânio, Guacoflus Xarope, guiné, erva-santa, bago-de-veado ou malvão, esfregão (folhas, usado muito na África), figo (5 a 6 gotas do leite em água por xícara), lágrimas-de-nossa-senhora, jurema-preta, cipó-de-sâo-joão (a flor tomar e aplicar a pomada dela), margarida, paina-de-sapo (conhecida também por oficial-de-sala - chá, começar fraco e aumentar), pervinca, salva, salsaparrilha, tansagem (já houve várias curas), tuia, velame-do-campo, violeta (20 g de folhas ou 10 g de flores por litro de água), umbaúba (suco da raiz), avelós (conhecida também por pinheirinho, pau-pelado, cega-olho - toma-se uma semana 1 gota do leite por vez numa xícara com água, na segunda semana 2 gotas por vez e na terceira semana 3 gotas, e depois seguir o processo regressivo, 3, 2, 1 e interromper por uma semana e recomeçar; já houve várias curas); Agaricus blazei, Unha-de-Gato, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, Cartilagem de Tubarão. Alimentar-se de frutas e cereais integrais, favorece a cura do câncer.

CANCEROGÊNICA: substância que causa o desenvolvimento de câncer. Produtos para ajudar no combate ao câncer ou prevenção: graviola, Unha-de-Gato, Agaricus blazei.
ESTUDOS AVANCADOS COM: PAU D'ARCO E IPECACUANHA NO COMBATE AO CANCER E AIDS.

CARDIOTÔNICO: fortalece o coração; tonifica o músculo cardíaco; aumenta a contratilidade do músculo cardíaco; alecrim-do-jardim, cajá, cana-de-açúcar, colorau, erva-mate, erva-de-bugre, erva-macaé, hortelã, inhame-branco, limão, marapuama, rainha-da-noite, serralha-brava, tuna, umbaúba, Guaraná, dedaleira, figo-da-índia, alface, agrião, beterraba, cebola, mel puro, maçã, aspargos.

CARMINATIVO: que promove a eliminação dos gases desenvolvidos no canal digestivo, acalmando as dores que êles causam, e estimulando o estômago e os intestinos; combate as flatulências (gases) estomacais ou intestinais; abacate, alecrim, Óleo de Alho, alfazema, alfavaca, ananás, angélica, anis, artemísia, bambu, baunilha, Boldo-do-chile, camomila, capim-cidreira, cambará, canela, sassafrás, casca-de-anta, cidra, coentro, cominho, dorme-dorme, endro, erva-doce, erva-cidreira, erva-de-são-joão, Espinheira-Santa, funcho, Gengibre, Guaraná, hortelã, losna, louro-preto, louro, manjerona, manjericão, erva-de-são-joão, mil-em-rama, pacová, paracari, pau-amargo, pariparoba, picão, pimenta, poejo, quebra-pedra, quitoco, quássia, amora, salsa, salva, erva-dos-gatos, aniz-estrelado, Boldo-do-chile, carubá, cipó-cravo, criptocária, fel-da-terra, fruto de bicuiba, garaná, laranjeira-da-terra, laranjeirinha-do-mato, Maytenus, noz-moscada, tinguaciba, uva-do-mato. Receita boa: flor da margarida mais da zínia e camomila (chá), Carvão Vegetal.

CICATRIZANTE: que faz cicatrizar as feridas; recupera os tecidos da pele após uma danificação; Aloe Gel, beldroega, cipó-chumbo, juciri, marupá, barbatimão, confrei, calêndula, óleo-de-copaíba, Hamamelis_virginiana, Acerola, Espinheira-Santa, centella-asiatica, bacalhau, aipo-do-rio-grande, babosa de arbusto, bálsamo, bênção-de-deus, guaçatonga, mertiolate, moringa, saião, Óleo de Alho, açoita-cavalo, alecrim-do-jardim, algodoeiro, aperta-ruão, arnica-do-campo, arruda, caité, camomila, cardo-santo, caroba, carqueja, Cavalinha, cedro, celidônia, cipó-mil-homens, cipreste, picão, erva-de-passarinho, erva-de-santa-luzia, ingá, santos-filho, erva-moura, erva-santa, óleo de eucalipto, folha-da-fortuna, gervão, salsa, salva, samambaia, sempre-viva, taioba, limão, girassol, quina, imbé, tansagem (suco).

CIRCULAÇÃO do sangue: açafrão, algodão (folhas), chá-de-bugre, casca-de-anta, douradinha, erva-mate, erva-de-santa-maria, alecrim, anil, camboatá, erva-cidreira, erva-lanceta, laranjeira (folhas), hortelã, salva, urtiga, tajubí (casca), tarumã, verbena, arnica, margarida (folhas), Coffea cruda, Guaraná, quassia, baúna, porangabá, congonha-de-bugre, douradinha-do-campo, erva-de-bicho, erva-mate, garaná, Jasminum arabicum, piper, Castanha da Índia, parietária, arnica, Óleo de Alho, Ginkgo-biloba, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, carqueja, óleo de germe de trigo.

COLUNA VERTEBRAL: aliviar dores, Boldo-do-chile, maria-mole (aquecer e aplicar), beladona (folhas aplicar), hortênsia (folhas aplicar), corticeira (com o cozimento fazer compressas), couve (folhas aplicar). Tomar chá de: açoita-cavalo, arnica, alfafa, batata-purga, aveia, caroba, cipó-mil-homens, louro, losna, pacová, feijão (folhas cataplasma), perobinha, manjerona, salsaparilha, urtiga, Gelatina de Peixe.

DARTROS: designação genérica, e imprecisa, de várias dermatoses. Designação vulgar do herpes; dermatose que se caracteriza por vesículas elevadas sôbre uma base inflamada; amor-perfeito (fazer banhos com a infusão das folhas e flores), araroba (banhos), bardana (chá), capim-rei, cará, cará-inhame (ralar e aplicar), canela, sassafrás, doce-amargo (banhos), ipê (chá), japecanga (chá), sucupira (semente, tomar o chá), timbó-boticário (banhos), limão, maravilha, trapoeraba, Unha-de-Gato, guaçatonga. Compressas quentes, regime frugal.

DEBILIDADE CARDÍACA: Guaraná, alecrim, mulungu, noz-de-cola, óleo de germe de trigo.

DEBILIDADE EM GERAL: agrião, alfafa, alecrim, acelga, alfavaca, aveia, beterraba, buxo, carvalho, cebola, Chlorella, couve, cenoura, dente-de-leão, feno-grego (semente), hortelã, fava, maçã, milho, nabo, margarida, nogueira, jatobá, trigo, tansagem (semente e folhas), sálvia, óleo de borragem, cambuí, casca-de-anta, erva-cidreira, manjerona, catuaba, Guaraná, alfafa, noz-de-cola, mil-em-rama, marapuama, poejo, serpão.

DEBILIDADE: fraqueza física; falta de vigor ou saúde; abatimento, languidez; catuaba, Guaraná, Chlorella, alfafa, noz-de-cola, marapuama.

DEPRESSÃO psíquica: estado mórbido caracterizado pelo abatimento mental e físico que pode ser manifestação de vários problemas psiquiátricos, tendendo hoje a ser considerado mais como uma das fases da psicose maníaco-depressiva; estado afetivo caracterizado por profunda tristeza e desencanto geral; depressão; kawa-kawa, erva-de-são-joão, hipérico, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, pfaffia paniculata, cevada, alface, figo (folha), margarida, meliloto, salgueiro-branco, sálvia, cidreira.

DIABETES: problema metabólico causado por deficiência de insulina, em que a utilização de carboidratos é reduzida e a de lipídeos e proteínas aumentada, ocorrendo nos casos mais graves glicosúria, perda de água e eletrólitos, cetoacidose e coma; doença caracterizada por abundante excreção de urina que contém uma substância açucarada; evitar açúcar e farináceas. Constatação do diabete: normal 100; suspeito 100-130; alta 130-220; abajerú, Acerola, agrião, araçá-do-campo, avenca, bardana, cajueiro, carambola, carqueja, cedro (casca), centeio, cerefólio, dente-de-leão, Garra-do-Diabo, gerânio, gervão, gervãozinho, grapiapunha, inhame-branco, insulina-vegetal, jambo, jambolão (tintura ou o pó da semente), jucá, jurubeba, erva-de-passarinho, erva-pombinha, gimnema, laranja (chá da semente), limão, macela, mançanilha, morrião, nogueira (folhas), óleo de eucalipto, oliveira, quebra-pedra, pau-ferro, pedra-ume-caá (folhas), pata-de-vaca, pau-amargo, pessegueiro (folhas), picão, poáia-branca, romã (casca ou folhas), rúcula, sabugueiro (chá), stevia, sucupira, tremoco (o pó de 3 grãos por dose), urtiga-branca, urtiga-vermelha, yacon.

DISMENORRÉIA: menstruação difícil e dolorosa; distúrbios das regras; alface, calêndula, iris (rizoma), joio, malva, malvaísco, maravilha (5g por xícara), mil-em-rama (planta florida), repolho (folhas, aplicar no baixo ventre), sabugueiro (flores), salsa (sementes, raiz ou folhas - 25g por xícara), agoniada, alecrim-jardim, algodoeiro, angélica, artemísia, azedeira, batata-de-purga, cainca, camomila-da-alemanha, camomila-romana, cana-do-brejo, cominho, cruá, fedegoso, funcho, hortelã, limão, losna, poejo, óleo de Prímula, Óleo de Prímula , Vitex Agnus castus.

DISPEPSIA: pertubações do tubo disgetivo, quer de origem gástrica, quer de origem intestinal, que se manifestam em dificuldade para digerir; má digestão; dificuldade na digestão; doença proveniente de má digestão; abútua, alecrim-de-jardim, alfavaca, angélica, angelicó, anis, bardiana, bardana, caapeba, cálamo-aromático, cardamomo, carqueja, casca-de-anta, centáurea-do-brasil, centáurea-menor, coerana, cominho, coração-de-jesus, cotó-cotó, endro, funcho, Guaraná, hera-terrestre, laranjeirinha-do-mato, limão, louro, manjerona, mil-em-rama, quássia, tejuco, tinguaciba, Cáscara-Sagrada.

DISÚRIA: expulsão dolorosa e difícil da urina; dificuldade em urinar; a disúria não é uma doença em si, mas representa um grupo de sintomas das mais variadas doenças do sistema urinário, tribulus terrestris, abacateiro, abacaxi, abútua, acariroba, Alcachofra, Hepatozan, alcaçuz, algodoeiro, anil, aperta-ruão, agrião, alfavaca, alfazema, amor-do-campo, angélica, bananeira-do-mato, bardana, beldroega, begônia, bromil, cabelo-de-milho, cainca, cálamo-aromático, cana-de-macaco, capeba, capim-santo, carnaúba, Castanha da Índia, cipó-chumbo, coração-de-jesus, cana-do-brejo, chá-mineiro, capim-cidreira, caité, caroba, carqueja, carrapicho, Cavalinha, chapéu-de-couro, cipó-prata, cípó-cabeludo, cipó-cravo, coentro, cominho, congonha-de-bugre, congonha-do-campo, cordão-de-frade, dente-de-leão, douradinha-do-campo, embaúba, erva-de-bicho, erva-de-bugre, erva-de-cobra, erva-mate, erva-pombinha, erva-tostâo, Espinheira-Santa, estigmas-de-milho, fedegoso, funcho, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, Garra-do-Diabo, guaiaco, hera-terrestre, imbiri, jatobá, jurubeba, lágrimas-de-nossa-senhora, Jasminium arabicum, louro, louro-prêto, lúpulo, manacá, Maracujá, maravilha, óleo de borragem, Óleo de Alho, oregano, paracari, parietária, pariparoba, parreira-brava, pata-de-vaca, perna-de-saracura, picão, panacéia, picão-da-praia, pipi, picão-da-flor-grande, porangaba, quebra-pedra, sabugueiro, salsa, salsaparrilha, sapé, sete-sangria, tarumã, tília, trapoeraba, trevo-cheiroso, rabanete, rabo-de-arara, Unha-de-Gato, urtiga, umbaúba, ulmária, urinária, uva-do-mato, uva-ursina, velame-do-mato, verônica, vinagreira, (diurético suave).

DOR DE DENTE: bochechos ou pondo suco na cárie: alface (raiz com malva), AGRIÃO-DA-LAGOA, (suco pingar no dente), agrião-do-pará, Óleo de Alho (pôr o suco em algodão no ouvido do lado que doe o dente, com o suco da salsa idem), ALTÉIA, AMOREIRA-NEGRA, ÁSARO, batata-doce (folhas, fazer bochecho), begônia (beber o suco com água), beterraba (beber o suco), BETÔNICA, CAJUEIRO, CÂNHAMO, CATINGA-DE-MULATA, CEREJA-DE-CAMETÁ, CHÁ-PRETO, chorão (bochecho com o chá da folhas ou casca), CRAVINHO-DA-ÍNDIA, (tintura pôr com algodão na cárie), cambuí (raiz fazer bochechos), couve (chá dos talos), DAMIANA, ENDRO, erva-cidreira, erva-lanceta (chá da raiz fazer bochecho), ERVA-PICÃO, erva terrestre (chá), esfregão (as folhas esmagadas com um pouco de sal e água aplicar como cataplasma), ESTÉVIA, feijão (comer os grãos e vagem verde), GATÁRIA, TABACO, GUINÉ (raiz contra dor), gengiva inflamada (fazer bochechos com chá da azedinha-do-brejo), JAMBÚ, LARANJINHA-DO-MATO, hortelã, JABORANDI, MEZEREÃO, malva, NIGELA, papoula (bochecho), pariparoba (mastigar a raiz), pêssego (chá com sal fazer bochecho), PICÃO-PRETO, pinheiro (chá dos brotos fazer bochecho), pitanga (chá), QUINA-AMARELA, fumar a erva do chá da índia depois de usado e seco, mantendo-se a fumaça na boca, imbiri (colocar suco), malva (bochecho), rábano-da-horta (beber chá), rapacanela (por semente no dente), sálvia (esfregar as folhas nos dentes para branquear), TRANSAGEM-CHINESA (bochechos), tinguaciba, TRIBULUS, VERBASCO. Aplicar compressas quentes.

DOR DE OUVIDO: Colocar no ouvido com algodão embebido com o suco de uma das seguintes ervas: agrião, anis, Óleo de Alho, arruda, caité, artemísia, erva-santa-maria, gergelim (óleo), malva, manjerona, maravilha ou 5 gotas de suco, bonina, maria-mole, trevo-roxo, tansagem, salsa (bolinha feito das folhas pôr no ouvido), pôr sobre o ouvido a flor de coroanha, colocar uma bolsa de água quente, sabugueiro, taquara (pingar a água), rábano na surdez pingar 5 gotas de suco das folhas). Não esquecer de limpar sempre o ouvido com muito cuidado.

DOR de rins. Plantas contra os males dos rins: abacateiro, agrião, almeirão, amora-branca, arnica, assa-peixe, bago-de-veado ou malvão, barba-de-bode (capim), bardana, beladona, beldroega, bolsa-de-pastor (hemorragias), cabelo-de-milho, camomila, cana-de-macaco, chá-de-bugre, chincho, cará (chá da raiz), cauda-de-cavalo, camboatá, capim-puxa-tripa, capim-coqueiro, cipó-mil-homens, carqueja, cipó-cabeludo, coco (Fibra da fruta), dente-de-leão, douradinha, Espinheira-Santa, erva-terrestre, erva-de-passarinho, figo, feijão (vagem), hortelã, linho (semente), limão, losna, malva (flor), madressilva, marrúbio, mil-em-rama, pega-pinto (folhas), pita, quássia, quebra-pedra, sabugueiro, salsa, sete-sangrias, tansagem, trapoeraba, urtiga-branca, uva-do-mato, verônica. Pedras ou cálculos nos rins: alfavaca, ananás, caroba, Cavalinha, cana-do-brejo, canafístula, douradinha-do-campo, óleo de menta, parietária, oliveira (azeite), primavera, pêssego (folhas secas), salsaparrilha, sálvia, suçuaiá, tomateiro (folhas), três-cipós, uva-japonesa (xarope do fruto).

DOR DE VISTA: Plantas com cujo cozimento se podem lavar as vistas inflamadas: cenoura, chicória (flores), camomila, calêndula (tomar), erva-de-santa-luzia, erva-tostão, picão, malva (banhar), mimo-de-vênus (flores), girassol (folhas), limão (suco com água), tansagem, trapoeraba, tomate (folhas), rosa-vermelha, roseta (toda a planta), salsa (pôr o suco), arruda (uma gota de suco nos olhos de hora em hora), bananeira (a seiva para lavar as vistas inflamadas), tuia (chá). Ajuda tomar chá de tansagem, serralha-brava, violeta-cheirosa. Pôr compressas de água fria ou de leite coalhado. Ver conjuntivite. Cataratas alguns curam com mel de jataí.

ELIMINADORA DE TOXINAS: depurativa; retira substâncias tôxicas através da urina; limpa as toxinas do sangue; Livra o sangue de impurezas; Libera o organismo e o sangue de substâncias tóxicas; Purifica o sangue e limpam os humores; agrião, amor-perfeito, angélica, batata-de-purga, bardana, bolsa-de-pastor, caiapó, cardo-mariano, cipó-suma, carqueja, cerefólio, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, cotó-cotó, curraleira, canchalágua, carne-de-vaca, caroba, caruru-bravo (raiz), catáia, chapéu-de-couro, cipó-mil-homens, dente-de-leão, douradinha, erva-de-bugre, Espinheira-Santa, estragão, figo, Ginkgo-biloba, guaiaco, Guacoflus Xarope, ipê-roxo, japecanga, lágrima nossa senhora, limão, mangueira (resina), Maracujá, mata-pasto, nogueira, Óleo de Prímula , papo-de-peru, panacéia, pau-ferro, pita, rosa branca, sabugueiro, salsaparilha, sassafrás, serralha-brava, sete-sangrias, taiuiá, tanchagem, tajuba, tarumã, urtiga-vermelha, velame-do-mato.

EMAGRECER: regimes, dietas, redução na alimentação das farináceas, gorduras vegetais e animais e doces, usar mais frutas e verduras, observar jejuns periódicos, moderação no comer, mas não deixar de alimentar-se; evitar tomar drogas que descontrolam os hormônios no organismo; caminhadas, ginástica, esporte, saunas; abacaxi, alface, Alcachofra, Hepatozan, aquemila, aspargo, alho-porro, borragem, bananeira (água), caruru-bravo, caroba, carqueja, fucus, Spirulina maxima Phytomare, agar-agar, café-do-mato, capim-sapé, chá-de-bugre, chá-da-índia, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, gervão, juá (raiz), maçã (chá das cascas ou duas colheres de vinagre de maçã por dia), limão, marroio, sabugueiro, embaúba, salsa, ervas laxantes e diuréticas, Chlorella, Quitosana Phytomare, Quitosana Herbarium, porangaba, farelo de trigo, gelatina, Lecitina de Soja Herbarium, Lecitina de Soja Phytomare, stevia, garcínia, Bioslim Shake, Fibras de Maracujá.

EMENAGOGO: que têm a propriedade de restabelecer o fluxo menstrual, quando por qualquer causa tenha sido suprimido; abútua, agoniada, alfavaca, alfazema, algodoeiro, bambu, barbatimão, cenoura, couve, carapiá, erva-de-santa-maria, joão-da-costa, losna, melão, melão-de-são-caetano, miIhomens, mulungú, pariparoha, salsa, urtiga-branca, açafrão, alecrim-do-jardim, artemísia, avenca, arruda, aristolochia, babosa, beldroega, calêndula, camomila, cardo-santo, cipó-mil-homens, cominho, cordão-de-frade, douradinha, erva-cidreira, erva-santa, espora-dos-jardins, fel-da-terra, funcho, gervão, guiné, hortelã, limão, louro-preto, macela, manacá, Maracujá, maria-mole, marroío-branco, papo-de-peru, parreíra-brava, quitoco, salva, taiuiá.

EMÉTICA: provoca vômitos; caruru-bravo, ipecacuanha; Combatem: camomila, cedro, cipó-suma, douradinha-do-campo, sabugueiro, paratudo, acácia, salsa.

EMÉTICO: que provoca vômitos; acariçoba, sabugueiro.

EMOLIENTE: demulcente; que amolece e abranda uma inflamação dos tecidos; que amolece os tecidos inflamados aliviando a dor; amolece e abranda as inflamações das mucosas; abranda o tecido endurecido por abscessos, úlceras, inflamações, contusões, em qualquer parte do corpo, etc.; altéia, camomila, Aloe Gel, óleo de linhaça, malva, vassoura, vassourinha, violeta, araticum (folhas), bananeira-do-mato, batata-doce (as folhas e batata ralada), bolsa-de-pastor, caruru-do-reino (folhas), caqui, cardo-santo, cevada, coerana (folhas), confrei, cambuí, camomila, carrapicho, caruru, celidônia, douradinha, figo, grama (chá), erva-de-santa-maria, erva-grossa, erva-moura, gervão, Guacoflus Xarope, guaxuma, orapro-nobís, Maracujá, margarida, pariparoba (folhas), pepino, taioba, timbó, trapoeraba, tuna, verbasco, vinagreira.

EPILEPSIA: doença nervosa de causa desconhecida, que se manifesta por crises ou acessos cuja característica essencial consiste na perda absoluta, durante a crise, da consciência, com amnésia consecutiva. Essas crises e acessos podem ser compulsivas ou não. Termina a crise um estado de torpor seguido de sono estertoroso do qual o doente desperta abobado, amnésia, doido; angélica, anil, artemísia, erva-cidreira, limão, marupá-do-campo, velame-do-campo, açoita-cavalo, agripalma, alface (raiz), alfavaca, ananás, arnica, arruda, beladona (chá fraco), catinga-de-mulata, cebola, coro-onha (uma colherinha de chá de pó da semente) ralar por dia, tintura preparada com o pó de 3 sementes num litro de álcool 50°, tomar 15 a 30 gotas por xícara (dose para adulto), canforeira (erva, chá), cipó-mil-homens, corticeira, capim-cidreira, cidreira, erva-doce, erva-do-bicho, erva-de-passarinho, figo, girassol, laranja, maçã (folhas), macela, Maracujá, poaia-branca (chá da raiz), papoula, sabugueiro, salva (banhos), taiuiá, urtiga, valeriana, violeta, visco. Regime frugal; comer pouco.

EPISTAXE: derramamento de sangue pelas fossas nasais; erguer a cabeça e erguer o braço do lado oposto que sangra, lavar com água fria ou pano no pescoço; pôr um chumaço de algodão; anis (chá), batata-purga (chá), bolsa-de-pastor, flor-da-noite, cactos (chá), Cavalinha (chá), limão (pingar suco no nariz), erva-de-bicho (chá), solda-com-solda (chá), salsa-comum (pôr uma bolinha feita das folhas verdes no nariz que sangra), taiuiá (chá), urtiga-branca (chá), tomar uns dias cálcio da casca de ovo (1 colher de chá do pó por dia), Cálcio de Ostras.

ERISIPELA: doença infecciosa, causada por um tipo de estreptococo, de localização mais frequente nas faces e nos membros inferiores, com tendência à recidiva; possui duas características fundamentais; uma geral a temperatura elevada; outra local a placa cutânea vermelha e saliente, mais ou menos extensa, de limites precisos e superfície aveludada ao tato; Aloe Gel, Aloe gel, Vitex Agnus castus, Imunnal, Equinacea purpurea, Dolomita, carnícula, cipó-imbé, guapeva, persicária, velame-do-mato, cabeça-de-negro, erva-de-bicho, flor de sabugueiro, jurubeba, pomada de sapucainha, água de bananeira. Beber água em abundância Cuidar da limpeza intestinal diária, usando, se necessário, clisteres. Regime de sucos e frutas e verduras alternadamente. Aplicar Compressas frias, de água com sal, de contínuo, às partes em que se manifestar a erupção. Fazer duas aplicações diárias de escalda-pés e compressas alternadas (quentes e frias) sobre o fígado e a espinha dorsal efetuando, no fim, uma fricção fria, rápida. Nos casos graves chamar o médico, aboboreira (aplicar a flor e folhas), alcaçuz (aplicar), alcanforeira, arroz, arruda (lavar), aroeira (lavar), arnica-do-mato (chá da flor, passar), artemísia, café (folha), cebola, cipó-imbé (banhos), cravo-de-defunto, dorme-dorme, erva-de-bicho (banhos), fedegoso (uma gota de tintura cada meia hora), jurema (casca), Maracujá (chá), picão-da-praia (chá), sabugueiro (lavar), sempre-viva (suco, aplicar), saião (uso externo), taiuiá (chá), tucum (lavagem), tapioca, urtigão, velame-do-campo (chá e aplicar), verbena, alface (folhas), feijão (suco da vagem), jurubeba. Veja: BABOSA, BABOSA, VASSOURINHA-DE-BOTÃO, ANDIROBA, FEDEGOSO-GIGANTE, FEDEGOSO, EMBAÚBA, CARUCAÁ, BÁLSAMO, ABÓBORA, PICÃO-BRANCO, ALCAÇUZ, SEMPRE-VIVA, SAIÃO, FOLHA-DA-FORTUNA, BANANEIRA, NOZ-MOSCADA, ALCAÇUZ, CIPÓ-IMBÉ, CAPEBA, ERVA-DE-BICHO, AMOR-CRESCIDO, CANA-DE-AÇÚCAR, SABUGUEIRO, AROEIRA, VASSOURINHA-DOCE, FEDEGOSO-GIGANTE, JURUBEBA-VERDADEIRA, CAJAZEIRO, GERVÃO-ROXO, JOÃO-GOMES, URTIGÃO.

ESTIMULANTE: ativa e excita determinadas funções; excita a função dos órgãos e ativa a circulação sanguínea; aumenta as energias das funções vitais, exercendo ação vivificante sobre os orgãos e normalizando seu funcionamento; que tem a propriedade de aumentar momentâneamente a energia das funções vitais; alfavaca, angélica, bafeeiro, badiana, hortelã, pipi, abóbora-danta, catuaba, cipó-almecega, cipo-bravo, confrey, Guacoflus Xarope, garaná, imburana, jaborandi, marapuama, otonia, quina-cruzeiro, abacate (folha verde), açafrão, alecrim, alfafa, arnica, azedinha, baunilha, beldroega, Boldo-do-chile, canela, carapiá, casca-de-anta, caruru, cipó-caatinga (chá), cipó-cravo, coca, coentro, cordão-de-frade, erva-cidreira, erva-mate, erva-doce, erva-do-bicho, Espinheira-Santa, guiné, Gengibre, gervão, Guaraná, hortelã, jurubeba, jatobá, louro, manjerona, macela, mostarda-preta, noz-moscada, pitanga, poejo, pimenta-do-reino, quitoco, salsa, sassafrás, trapoeraba.

FORTIFICANTE: que dá energia, força em anemia, convalescença, esgotamento, fraqueza geral, período de crescimento, raquitismo; Agaricus blazei, abóbora-d’anta, agrião, cainca, calumba, carapiá, casca-d´anta, catinga-de-bode, catuaba, Chlorella, cipó-almecega, cipó-cravo, Coffea cruda, confrey, criptocária, fedegoso, fel-da-terra, fruto de bicuíba, Guacoflus Xarope, Guaraná, imburana, jaborandi, marapuama, mastruço, nogueira, otônia, paratudo, poranqaba, quassia, quina-cruzeiro, quina-do-mato, raiz de caixeta, seiva de jatobá, simaruba, sucupira, taperibá, trianosperma, bardana, cragiru, gravatá.

FRAQUEZA geral; falta de vigor físico, de robustez; debilidade, fragilidade, fraqueira; agrião, alfafa, alecrim, acelga, alfavaca, aveia, beterraba, buxo, carvalho, cebola, Chlorella, Agaricus blazei, couve, cenoura, dente-de-leão, feno-grego (semente), hortelã, fava, maçã, milho, nabo, margarida, nogueira, jatobá, trigo, tansagem (semente e folhas), sálvia, óleo de borragem, cambuí, casca-de-anta, erva-cidreira, manjerona, catuaba, Guaraná, alfafa, noz-de-cola, mil-em-rama, marapuama, poejo, serpão.

FRAQUEZA muscular: Levedo de Cerveja, Chlorella, Agaricus blazei.

FRAQUEZA: plantas que fortalecem: absinto, alfafa, araruta, aveia, aroeira, Boldo-do-chile, caapeba, cacau, cana-de-açúcar, açúcar mascavo, canela, catuaba, cipreste, centeio, cenoura, Chlorella, Cogumelo-do-sol, coco, coqueiro, jerivá (casca), canela, crisântemo, casca-de-anta, jatobá, erva-de-são-joão, fenogrego, Guaraná, ingá, manjericão, marapuama, noz-de-cola, pau-pereira, pequi, quina, pita, trigo integral.

FRIEIRA: afecção da pele causada por diversos fatores localizada nos pés, normalmente entre os dedos; espécie de dermite ocasionada pelo frio. É acompanhada de ardor e prurido; ferida causada pelo frio ou por fungos, geralmente, entre os dedos dos pés e mãos. Lavar os pés com água morna e enxugá-los bem. O mesmo fazer com as meias; batata-doce (folhas em banho), tomar chá de caroba, chapéu-de-couro, cipó-cabeludo, erva-lanceta, parietária, pitanga, tansagem, trapoeraba, limão. Lavar com infusão de sete-capote (casca), sempre-viva, visco (banhos), saião (suco), Própolis Ervas Spray.

FURÚNCULO: infecção da pele, circunscrita a um folículo pilossebáceo, causada por um estafilococo e que se apresenta sob a forma de um carnicão no centro da área inflamada; para amadurecê-lo coloque cebola aquecida, arrebenta-cavalo (fruto aquecido aplicar), arnica (folhas), bardana (folhas ou raiz ralada aplicar), beringela (fruto cru cataplasma), cardo-santo, chapéu-de-couro (aplicar), copo-de-leite (bulbo amassado e aplicar), erva-moura (chá), figo-da-índia (aquecer e aplicar), girassol (óleo da semente), erva-de-passarinho (cataplasma das folhas), limão (chá), malva (aplicar e tomar), melão-de-são-caetano (fruta aplicar), pariparoba (aquecer a folha e aplicar), sabugueiro (flor ou folhas em cataplasma), sucupira (chá da semente), trigo (cataplasma da farinha com mel puro), aipo (folhas cataplasma), saião (folhas aplicar), abóbora (amassar aplicar), cacto (cataplasma), batata-inglesa (ralar e aplicar), cipó-suma (chá), margarida (chá), leicenço; tumor pequeno e duro que nasce na superfície da pela, com inflamação e dor; inflamação em volta de um pêlo ou glândula sebácea;bardana, cardo-santo, erva-moura, limão, malva, melão-de-são-caetano, pariparoba, sabugueiro, sumaré, Levedo de Cerveja, Chlorella, Dolomita.

GONORRÉIA: inflamação das membranas mucosas, especialmente da uretra e da vagina; blenorréia; corrimento muco-purulento;abutuá, aipo-das-hortas, amor-do-campo, angico, agoniada, alfazema, alfavaca, anil, aperta-ruão, aroeira (banhos), barbatimão (casca), bolsa-de-pastor, buranhen, caavurana, cabeça-de-negro, caica, cana-do-brejo, cana-de-macaco, cardo-santo, caroba, carobinha-do-campo, catinga-de-bode, cinco-folhas, cipó-cabeludo, chorão (folhas), cipó-suma, cipreste, douradinha-do-campo, erva-de-bugre, Espinheira-Santa, fedegoso, jatobá, joão-da-costa, limão, língua-de-vaca, malva-rosa (chá), mirospermum, nogueira, óleo-de-copaíba, picão-da-praia, pau-d’alho, peroba (casca), persicária, quássia, salsaparrilha, taiuiá, tarumã, tejuco, tribulus terrestris, umbaúba (chá dos brotos), velame-do-campo, vassoura-doce (beber 15 dias).

HELMINTO:designação comum e imprecisa a todos os animais alongados de corpo mole; helminte, vermes; lombrigas; oxiúros; ancilóstomos; abacate (10g de casca verde da fruta), abóbora (50g a 90g de semente trituradas com 100g de açúcar e 150ml de leite ou então fazer chá da semente), arruda (20g para crianças, pôr sobre o ventre), alho (cru ou com leite), amoreira-preta (chá da casca ou da raiz), araticum (chá das folhas ou das cascas do tronco), artemísia (folhas ou flores), babosa (chá), beijo-de-moça (sementes), butiá-de-vinagre (comer a fruta), buxo (uma xícara de chá feito de tantas folhas quantos anos a pessoa tenha, mais dez, nunca passando de 40 folhas. Tomar em jejum de manhã, uma vez por semana e três semanas seguidas. Durante o dia, tomar um depurativo do sangue como das folhas de laranja-do-mato ou cruzeiro), beldroega (pôr 1/5 de uma garrafa de semente e o resto vinho bom e após 9 dias tomar um cálice por dia e 8 dias seguidos), erva-gorda (o mesmo), cajueiro (fruto), camomila (50g), canforeira, carqueja, casca-de-anta ou cataia (contar os vermes do sangue), catinga-de-mulata, cipó-d'alho, cipó-escada com salsa e cabelo-de-porco, cinamomo (chá das sementes ou folhas), coco (leite), corticeira, couve (suco das folhas), cravo-de-defunto ou chinchílho (a flor), erva-de-bicha ou erva-de-santa-maria é uma das ervas mais usadas contra os vermes (o suco ou semente com gemada, chá das folhas em leite ou em água), erva-de-bicho, esfregão (semente ou suco do fruto e o chá das folhas em clíster contra amebas), caroba (contra amebas), fedegoso (raiz), feto-macho (30g do pó da raiz), gameleira (leite contra vermes e com maior dose, tênia), guaxuma (semente), Guaco, hortelã, limão (chá da semente ou da casca ralada), quebra-pedra (em leite), mamoeiro (o leite, 10 a 24 sementes por vez, 33g da raiz ralada: tomar no espaço de uma hora), melão-de-são-caetano (folhas e suco), mentruz (chá), pessegueiro (pôr folhas esmagadas em cataplasma sobre o ventre da criança), outra maneira de usar é 2g de folhas numa xícara de leite, pitanga, rábano (semente), rabanete (semente), mamona (3 a 4 sementes), melancia (semente), manga (brotos e amêndoa), romanceira (50g da casca do pé ou raiz), tremoço (semente), Óleo de Alho, erva-de-bicho, romã (casca), simaruba. As gestantes devem tomar cuidado em tomar vermífugos porque podem afetar o feto, a não ser usar alho, mentruz, hortelã, arruda, artemísia, beldroega, camomila-da-alemanha, centáurea-do-brasil, centáurea-menor, erva-de-santa-maria, fedegoso, gameleira, hortelã, hortelã peluda, hortelã rasteira, jatobá, limão, lombrigueira, marupá-do-campo, pau-dálho, persicária.

HERPES SIMPLES: doença aguda, produzida por vírus e caracterizada pela formação de grupos de vesículas na pele e membranas mucosas, tais como bordas dos lábios e narinas, superfícies mucosas genitais. Imunal.

HERPES: dermatose que se caracteriza por vesículas elevadas sôbre uma base inflamada; amor-perfeito (fazer banhos com a infusão das folhas e flores), araroba (banhos), bardana (chá), capim-rei, cará, cará-inhame (ralar e aplicar), canela, sassafrás, doce-amargo (banhos), ipê (chá), japecanga (chá), sucupira (semente, tomar o chá), timbó-boticário (banhos), limão, maravilha, trapoeraba, Unha-de-Gato, guaçatonga. Compressas quentes, regime frugal. Imunal.

HIPERTENSÃO arterial: pressão alta; tensão acima do normal exercida pelo sangue sobre as paredes dos vasos de um determinado órgão; tensão alta; a tensão normal oscila entre 12 a 14 (máxima) e 6,5 a 9 (mínima). Acima destes números, diz-se que há hipertensão. Ocorre comumente depois dos 50 anos, mas seu prognóstico é tanto mais grave quanto mais jovem for o paciente. Pode ter as mais diversas causas, porém nos adultos resulta principalmente da sífiles, obesidade e alcoolismo, afecções cárdio-renais, e distomas neuro-vegetativos; seguir um regime de verduras e frutas. Plantas que ajudam a baixar a pressão e na arteriosclerose diminuem a gordura nas artérias: acácia (20 folhas), agárico (tintura de 10 a 20 gotas por dia), agrião, alfavaca, ameixa-amarela, amora-branca, araticum, arnica (chá ou tintura), alecrim, Óleo de Alho (puro ou em gotas), assucará (casca), cacto (chá), cana-de-milho, castanha (folha), cauda-de-cavalo (depurativo), céleri, chuchu (chá), dente-de-leão (depurativo), erva-de-bugre (baixa a pressão e emagrece), erva-de-passarinho, espinho-branco, ervilha, feijão (vagens), folhas de cana-de-açúcar, fumeiro-bravo, giesta (nas complicações da vista), guaiaco, Guaraná, guabiroba, guaxuma, jaracatiá, mamão, Maracujá (na insônia), mil-em-rama, oliveira (tintura das folhas), paineira ou algodão-do-mato, pariparoba, pita, pitanga, santos-filho ou erva-de-raposa, salva, sabugo-de-milho, sabugueiro, samambaia (de talo escuro), sete-sangrias (depurativo e emagrece), sete-capote, tarumé, tília (flor), urtiga-branca, vacum, valeriana (uma colherinha, três vezes ao dia), sementes de bergamota (esmagar e deixar de molho e tomar um copo pela manhã), sarçamora (folhas), Berinjela Phytomare, Berinjela Herbarium, Bioslim Shake, Alcachofra, Hepatozan, sete sangrias, embaúba, quebra-pedra, cabelo-de-milho, cascas de maçã, casca de chuchu, chá de alpiste, raiz de cana, perna-de-saracura, chá de colônia, semente se salsa, suco de limão, acariroba, bardana, abacateiro, douradinha, mel puro, Spirulina Phytomare, Óleo de Peixe Phytomare, Ômega 3 Óleo de Peixe Herbarium, Cálcio de Ostras Enriquecido, magnésio, sal light, comer diariamente 1 a 2 quilos de peras, durante uns 10 dias. Banhos: de tronco, com fricções, banhos de calor crescente, compressas (quentes e frias), duchas (da cintura para baixo). Banhos de vapor são processos sudoríficos. Regime alimentar adequado.

IMPINGEM: designação vulgar comum a várias dermatoses; dermatose contagiosa; algodoeiro (chá da casca da raiz), bardana (chá), cará, caroba (casca), calêndula (cataplasma), chapéu-de-couro (chá), cravinho-do-campo (lavar), cipó-açougue (chá), cipó-suma (chá), douradinha-do-campo, erva-de-são-caetano (banhos), fedegoso (cataplasma), farinha-seca (banhos), ipê (cascas chá), limoeiro (casca), mamão-macho (flor), melão-de-são-caetano (banho), erva-de-são-joão, pau-pombo (chá), sete-sangrias (banhos), trapoeraba (aplicar suco), velame-do-campo (folha e cataplasmas, grãos de feijão em farinha com vinagre (aplicar).

IMPALUDISMO: doença aguda ou crônica causada pela presença de parasitos apicomplexos do gên. Plasmodium nos glóbulos vermelhos do sangue; é transmitida de pessoa infectada a pessoa não infectada pela mordida de mosquitos do gên. Anopheles e caracteriza-se por acessos periódicos de calafrios e febre que coincidem com a destruição maciça de hemácias e com a descarga de substâncias tóxicas na corrente sangüínea ao fim de cada ciclo reprodutivo do parasito; febre palustre, maleita-brava; maleita; agoniada, angélica, angelicó, caferana, capim cidreira, cardo-santo, cascarilha, centáurea-do-brasil, centáurea-menor, coerana, coração-de-jesus, eucalipto, juazeiro, jurubeba, limão, marupá, mil-em-rama, picão-da-praia, tinguaciba, três-folhas-vermelhas, verônica. Fazer jejum durante 7 ou 8 dias, pelo menos, não tomando nenhum alimento. Tomar purgante e lavagem intestinal diariamente. Nos primeiros 3 dias de tratamento, tomar duas lavagens intestinais diárias, uma de manhã e outra à noite. Espremer, na água de cada lavagem, o suco de 2 limões. Tomar diariamente um banho de vapor. Tomar, de 2 em 2 horas, meia xícara de suco de limão diluído em água, meio a meio. Quando há calafrio, tomar banho quente completo; quando há sensação de calor, tomar banho de chuveiro em água fria. Com este tratamento pode curar-se a doença dentro de poucos dias

IMPOTÊNCIA SEXUAL: Óleo de Alho, aroeira, cambuí, castanha-caju, amendoim, bambu, baunilha, cenoura, cipó-jarrinha, celidônia, damiana, fenogrego, funcho, noz-moscada, sálvia, trigo, cereais (germem), Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, Achyrocline satureioides MARCELA-DO-CAMPO, Anemopaegma arvense CATUABA, Armeniaca vulgaris DAMASCO, Baccharis articulata CARQUEJA-DOCE, Baccharis crispa CARQUEJA, Baccharis trimera CARQUEJA, Cananga odorata YLANG-YLANG, Corynanthe johimbe IOHIMBINA, Drimys granatensis CASCA-D’ANTA, Drimys winter CASCA-D’ANTA, Erythroxylum vacciniifolium CATUABA, Jatrorrhiza palmata CALUMBA, Lisianthus pendulus GENCIANA, Paullinia cupana Guaraná, Ptychopetalum uncinatum MARAPUAMA, Serenoa repens SAW PALMETTO (Prostatal), Tribulus terrestris TRIBULUS, Turnera aphrodisiaca DAMIANA, Tynanthus elegans CIPÓ-CRAVO, Vanilla planifolia BAUNILHA, Zingiber officinale - GENGIBRE.

INFLAMAÇÃO REUMÁTICA: abacateiro (folhas), acelga (suco), açoita-cavalo (casca), alfavaca, Alcachofra, Hepatozan, alfazema, alecrim, Óleo de Alho, amor-perfeito, amora-do-mato, angélica, araticum, arnica, aroeira, arruda, artemísia, aveia, avenca, babosa, bardana, beladona, batata-inglesa (compressas), buxo, (folhas), camomila, caneleira, chapéu-de-couro, caroba, cardo-santo, carnaúba, carqueja, catinga-de-mulata, chinchilho, cipó-d'alho, cipó-cruz, cipó-imbé (raiz), cipó-mil-homens, cipó-suma, coerana, cordão-de-frade, douradinha-do-campo, dorme-dorme, óleo de eucalipto, erva-de-bugre, erva-cidreira, erva-moura, erva-santa, erva-de-lagarto, erva-silvina, espada-de-são-Jorge (uso externo), federal ou arnica-lanceta, flor-da-noite, fruta-do-conde (folhas), guiné, Guaco, Gengibre, hortelã, inhame-branco, japecanga, jasmim, lágrima-de-nossa-senhora, louro, mamão, manacá, manjerona, marapuama, milho (cabelo), nogueira, papoula, parreirinha, picão, pitanga, pita, pata-de-vaca, quitoco, repolho (cataplasma), sabugueiro, samambaia, salsamora, salsaparrilha, sassafrás, Sene, sete-sangrias, sucupira (semente), taiuiá, tansagem, tarumã, umbu (folhas), timbó (compressas), tinguaciba, trapoeraba, tuia (chá), velame-do-campo, abóbora-d’anta, abutua, acariçoba, amor-perfeito, batata-de-sucupira, óleo de borragem, cainca, canela-de-sassafrás, catilagem de tubarão, chá-mineiro, Panax ginseng, Ginseng-Brasileiro, cipó-cabeludo, cipó-almecega, cipó-azougue, cipó-cruzeiro, cloreto de magnésio, cotó-cotó, erva-cobre, fruto de bicuiba, fucus, fumária, Garra-do-Diabo, guaiaco, guapeva, jamenina, joão-da-costa, limão, mãe-boa, melão-de-são-caetano, negra-mina, erva-de-são-joão, pacová, pau-d´alho, pau-ferro, picão-da-praia, pteris, Óleo de Prímula, saco-saco, saponária, sensitiva, serpão, suma-roxa, tejuco, timo, tomba, trevo-cheiroso, Unha-de-Gato, urinária, urtiga-vermelha, uva-do-mato, Gelatina de Peixe.

INFLAMAÇÂO: conjunto de reações da pele devido a ação de algum microrganismo patogênico; aroeira, Aloe Gel, bolsa-de-pastor, óleo de borragem, caruru-bravo, cipó-imbé, erva-moura, fedegoso, malva, sabugueiro, salva, tanchagem, arruda, catinga de mulata. Aplicar compressas frias refrigerantes.

INSETICIDA: que mata insetos; marcela, gervão-roxo, nim, saponária, quebra-pedra, pimenta-longa, tabaco, jacatupé, quina, gervão, veratro, cajepute, fruta-do-conde, artemísia, cálamo-aromático, matricária, fedegoso, cipreste, castanha-do-pará, assacú.

INSETO: classe de artrópodes que possuem três pares de patas e que tipicamente dispõem de dois pares de asas, um par de antenas e um par de olhos compostos; as mais de 750.000 spp. descritas são geralmente terrestres; insectos; plantas que os afugentam: anil, artemísia, erva-de-santa-maria, guapeva.

INSÔNIA: ausência ou falta de sono; dificuldade para dormir; açoita-cavalo, alface, alfazema, anis, beladona, Boldo-do-chile, capim-cidreira, cordão-de-frade, endro, erva-doce, erva-cidreira, corticeira (mulungu), erva-de-santa-maria, catuaba, língua-de-vaca, Maracujá, papoula, mandioca (brotos), poejo, mil-em-rama, tília, macieira (folhas), malva, gerânio, macela (travesseiro das flores), salgueiro, valeriana, limão, hipérico, kawa-kawa. Banhos de assento frios, pedilúvios quentes, pedilúvios frios, compressas quentes

LAXANTE: laxativo; provoca a evacuação; azeitona preta; batata-de-purga, cáscar-sagrada, óleo de rícemo, Espinheira-Santa, gergelim, hibisco, mertiolate, Alcachofra, Hepatozan, Sene, Cáscara-Sagrada, agar-agar, açafrão, óleo de linhaça, Fibras de trigo, clorofila, óleo de germe de trigo, granola, mel puro, cereais, fucus, altéia, anil, bardana, babosa, cainca, camomila-da-alemanha, capuchinha grande, caruru-bravo, fedegoso, guapeva, manacá, marinheiro, pinhão-do-paraguai, sensitiva. Compressas frias termógenas. alcaçuz, anis-verde, ameixa (comê-la ou tomar chá dela seca), banana madura com leite de manhã, canjerana, casca-de-anta, chicória, cinamomo (folhas), corticeira (folhas), dente-de-leão, dorme-dorme, esfregão, gervão, mãe-de-família, pepino (um copo de suco sem casca), pessegueiro (folha), ruibarbo, sabugueiro, sopa de aveia com leite quente, seguir regime de frutas e verduras, tomar mais água cedo e durante o dia, taiuiá. Evitar as plantas adstringentes.

LEPRA: elefantíase-dos-gregos; gafa; gafeira; gafo; guarucaia; hanseníase; lazeira; leprose; macota; macutena; mal; mal-bruto; mal-de-cuia; mal-de-lázaro; mal-de-são-lázaro; mal-do-sangue; mal-morfético; morféia; doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen, que se inicia, após uma incubação muito lenta, por pequenas manchas despigmentadas onde a pele é insensível e não transpira, e evolui para a forma tuberculosa (a mais comum), lepromatosa ou ainda intermediária; doença dos hansenianos; agrião (chá), carqueja, coro-onha (pó da semente, uma colher de café diluído em água quente e tomar só frio), embira (lavar), Espinheira-Santa (tomar e lavar as feridas), espinheira-maricá (chá das folhas), espada-de-São-Jorge (cozinhar as folhas ou partes e lavar as feridas), imbiri (chá das folhas), limão (suco tomar), mururé (lavar), pau-pombo (chá das cascas), pita (tomar o chá de um pedaço de um gomo de laranja e fazer ainda banhos com a água do cozimento), unha-de-anta (chá), Unha-de-Gato.

LEUCEMIA: doença progressiva do homem e de outros animais de sangue quente, que se caracteriza pela proliferação descontrolada, isto é, cancerosa, de células precursoras (blastos) dos glóbulos brancos normais na medula óssea e no sangue; leucose; doença que muitos chamam de câncer no sangue; É constatado um aumento exagerado de glóbulos brancos; alfafa (chá), erva-santa-maria (tomar o chá aumentando-o aos poucos), buva conhecida também por voadeira (chá 3 vezes ao dia), pervinca (tem de ser usada no começo bem fraca como chá, aumentando a dose aos poucos ela reduz os glóbulos brancos e é eficaz em feridas cancerosas, doenças malignas dos gânglios, tuia (chá, útil nesta doença), chá de são-roberto (gerânio - Geranium robertianum); alimentação natural e água ferruginosa a vontade.

LEUCORRÉIA: corrimento branco da vagina ou do útero, resultante de infecções por bactérias, fungos ou protozoários, conhecido vulgarmente pelo nome de flôres-brancas; agoniada, alfazema, algodoeiro, amor-do-campo, barbatimão, batata-de-purga, buranhém, cabeça-de-negro, cana-do-brejo, cruá, eucalipto, jaborandi, jambolão, jequitibá, joão-da-costa, limão, losna, mangue-vermelho, maraviha, marupá, melão-de-são-caetano, óleo-de-copaíba (gotas), pariparoba, raiz de anil, tejuco, timo, umbaúba, urtiga-branca; verna. Para evitar a reincidência: Equinacea purpurea.

MALÁRIA: febre palustre, maleita

quinta-feira, 3 de abril de 2014

INFECÇÃO HOSPITALAR

Dra. Beatriz Souza Dias, médica de grande experiência no controle de infecções hospitalares, trabalha no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e no Hospital Sírio-Libanês (SP).
O hospital funciona como um centro onde bactérias, vírus e muitos outros microrganismos podem ser transmitidos de uma pessoa para outra. Volta e meia, temos notícia de casos de infecções adquiridas durante a internação hospitalar, ou mesmo após a alta. São considerados pacientes de risco , além das crianças e os idosos, portadores de diabetes, pacientes com o sistema imunológico deprimido, os que usaram antibióticos por prazo longo, ou foram submetidos a procedimentos invasivos como cirurgias, colocação de sondas ou de cateteres, entubação, etc. O número de infecções hospitalares, e das outras infecções também, pode ser reduzido em grande escala se for posto em prática um hábito simples de higiene: a lavagem das mãos. Profissionais de saúde, visitas, parentes, acompanhantes devem ter o cuidado de lavar bem as mãos para não servirem de veículos dos agentes de contaminação.
INFECÇÕES ASSOCIADAS AO CUIDAR DA SAÚDE
Drauzio  Você poderia explicar em que consistem essas doenças que chamamos genericamente de infecção hospitalar?
Beatriz Souza Dias – As infecções hospitalares são efeitos adversos que podem estar relacionadas com a admissão do paciente no hospital. Elas foram contextualizadas no universo hospitalar, porque, durante os últimos 40 anos, talvez um pouco mais, o atendimento médico centralizou-se nessas instituições. Veja um exemplo: pacientes com câncer em tratamento quimioterápico passavam a maior parte do tempo dentro do hospital e era comum desenvolverem infecções que pareciam relacionadas ao ambiente hospitalar ou com a proximidade de outras pessoas doentes. Infecções respiratórias, que acometiam pacientes em coma ou com nível de consciência diminuído, infecções que entravam pelos acessos venosos através dos cateteres ou mesmo pelas veias periféricas, infecções do trato urinário, quando era introduzida uma sonda vesical, flebites, tudo isso era chamado de infecção hospitalar. O curioso é que o custo alto da medicina, de certa forma, afastou os pacientes dos hospitais. Sempre que possível, eles passaram a ser cuidados em suas casas, nas clínicas de seus médicos, ou permaneceram no ambulatório do hospital apenas o tempo suficiente para receber o tratamento. Mesmo assim, quando caíam os leucócitos, esses pacientes desenvolveram infecções não mais hospitalares, mas associadas ao tratamento e que têm relação com a flora intestinal do indivíduo ou com o cateter em cuja conexão pode entrar um pouco de água do banho, por exemplo. Em vista disso, a tendência é chamá-las de “infecções associadas ao cuidar da saúde” e não mais infecções hospitalares.
BACTÉRIAS RESISTENTES
Drauzio – O que diferencia os germes comuns, que a gente pega dentro do ônibus, por exemplo, dos germes que provocam as infecções hospitalares ou domésticas?
Beatriz Souza Dias – Em geral, indivíduos que contraem infecção no hospital ou no tratamento em domicílio são campo fértil para que os germes se desenvolvam, porque estão enfraquecidos por uma doença de base. São ótimos hospedeiros. Tanto isso é verdade, que nós, médicos, transitamos pelos hospitais e raramente temos uma infecção desse tipo. Por outro lado, as bactérias que costumam acometer esses pacientes, na maioria dos casos, são mais resistentes aos antibióticos, porque eles já receberam essa classe de medicamentos em grande quantidade e por muito tempo ou estiveram internados na UTI perto de doentes que foram medicados com doses altas de antibiótico e podem ter colonizado bactérias mais resistentes. O fato de serem mais resistentes, porém, não significa que sejam mais patogênicas, mais agressivas em termos da lesão que podem causar. São mais difíceis de tratar, porque existem menos opções de remédios para combatê-las.
FATORES DE RISCO PARA INFECÇÃO
Drauzio – Esse conceito é muito importante. Nos hospitais, apenas se infectam com os germes agressivos, as pessoas que estão debilitadas, enfraquecidas e fica difícil tratá-las porque eles são resistentes à ação dos antibióticos. Como se explica que médicos e enfermeiros não se infectem com essas bactérias resistentes?
Beatriz Souza Dias – Imagine uma terra maravilhosa, plana e agriculturável, fértil e desocupada. Em pouco tempo, aparecerá alguém que se interesse por cultivá-la. No organismo, ocorre mais ou menos a mesma coisa. Nossa pele, boca, esôfago e intestino, por exemplo, contêm uma flora bacteriana imensa. Se não me falha a memória, só no intestino, existe um bilhão de bactérias classificadas em 400 espécies diferentes. Quando antibióticos e quimioterápicos atingem esses seres vivos, a flora desaparece e sobra um terreno fértil e desabitado, extremamente favorável para a colonização de bactérias e fungos, muitos fungos, que são resistentes aos medicamentos que a pessoa está ou esteve tomando. Antes de causar infecção, as bactérias mais resistentes colonizam tanto a pele quanto as superfícies internas dos órgãos ocos, que são quentinhos, úmidos, adocicados e, portanto, funcionam como nutrientes excepcionais para sua proliferação.
O paciente que está na UTI, invadido por sondas e cateteres, com mecanismos de defesa e movimentos ciliares debilitados, flora intestinal alterada pelo uso atual ou pregresso de antibióticos, é um prato cheio para a colonização e, eventualmente, para ser infectado por elas.
RESISTÊNCIA À CONTAMINAÇÃO
Drauzio – O que acontece com a enfermeira que cuida desses pacientes e não adoece?
Beatriz Souza Dias – A enfermeira pode ter as mãos colonizadas pela flora do paciente, mas estará livre de colonizar bactérias resistentes e de adoecer por causa delas, se cuidar da higiene criteriosa das mãos e passar álcool-gel. Desse modo, suas mãos e mucosas estarão ocupadas pela flora própria do seu organismo e que desenvolverá resistência à colonização de microrganismos estranhos (colonization resistance).
HIGIENE DAS MÃOS
Drauzio – O cuidado mais importante para evitar a transmissão de infecções inter-humanos talvez seja mesmo lavar as mãos.
Beatriz Souza Dias – As mãos têm flora própria, em geral cocos gram-positivos que são muito patogênicos. Bactérias como o estafilococo coagulase negativo, também presente nas mãos, são menos patogênicas e só provocam infecções quando a pessoa tem próteses, está com cateteres, etc.
É bom pensar que usamos as mãos praticamente para tudo o que fazemos. Quando atendemos um paciente colonizado por bactéria resistente, ficamos com ela nas mãos por algum tempo. Se, logo em seguida, formos atender um doente com a flora lesada por antibióticos ou outros medicamentos, podemos infectá-lo com a bactéria que se alojou em nossas mãos
Não é apenas nessas situações que pode ocorrer o contágio. O vírus do resfriado, por exemplo, pode passar da mão da pessoa com coriza, que secou o nariz, para as mãos de outra, que também será infectada. Basta que se deem ou apertem as mãos. Isso prova que nossas mãos são veículo eficiente para a transmissão de infecções e bactérias, resistentes ou não, dentro do hospital ou fora dele.
Drauzio – A preocupação com a higiene das mãos não é coisa nova na medicina, mas parece que ainda não se incorporou aos hábitos de todas as pessoas.
Beatriz Souza Dias – A primeira pessoa que atinou que as mãos poderiam transmitir infecções foi o médico húngaro Ignaz Phillip Semmelweiss, em meados do século XIX. Trabalhando em Viena, constatou que as parturientes tinham febre puerperal e acabavam morrendo quando eram examinadas por estudantes de medicina depois que faziam autópsias. Curiosamente, esse conhecimento era de domínio público e as mulheres faziam de tudo para serem atendidas por parteiras que, por não trabalharem nas salas de autópsia, não transmitiam infecções.
Se me lembro bem, Semmelweiss instituiu a higienização das mãos com fenol e cloro antes de os estudantes de medicina examinarem as parturientes, mas quase ninguém acreditava nele e o levou a sério. No entanto, esse conceito de higienização das mãos defendido por Semmelweiss, há mais de um século, é bandeira que se ergue até hoje no controle das infecções hospitalares.
Drauzio – Tecnicamente, como as mãos devem ser lavadas?
Beatriz Souza Dias – As mãos devem ser umedecidas antes de colocar o sabão, de preferência líquido, para evitar que se toque no reservatório. Em seguida, esfregam-se bem o dorso, a palma, os dedos e os interdígitos, isto é, o vão dos dedos. É preciso tomar cuidado também com a área embaixo das unhas. Se a pessoa tem unhas mais longas, deve colocar sabão e esfregar embaixo delas. Nos hospitais, existem espátulas que ajudam a limpar essa região.
Na hora de enxaguar, os dedos devem ser virados para cima, na direção da água que cai. Não devem ser usadas toalhas de pano para secar as mãos e, sim, toalhas de papel que servirão também para fechar a torneira. De que adiantará lavar bem as mãos se, depois, tocarmos na torneira contaminada? Por incrível que pareça, essa técnica elementar que a enfermagem aprende não é ensinada nas faculdades de medicina.
CONDIÇÕES DESAFAVORÁVEIS
Drauzio  Por que nem sempre essas regras são observadas?
Beatriz Souza Dias – Eu que trabalho em hospital público (já trabalhei em vários) pude observar que há cartazes espalhados por todo o canto recomendando a lavagem das mãos, mas o sabão é de má qualidade, resseca a pele – muitos sequer fazem espuma – e a tolha de papel é péssima, esfarela-se toda. A falta de equipamento adequado torna desagradável o ato de lavar as mãos e desestimula as pessoas.
Drauzio – É difícil convencer um profissional de que ele deve lavar as mãos cada vez que examina um paciente?
Beatriz Souza Dias – Não é que seja só difícil. Em algumas circunstâncias, mesmo convencido, o profissional não consegue fazê-lo, porque é obrigado a atender um número exagerado de pacientes. Estudos americanos provaram que número maior de pacientes atendidos está diretamente ligado ao aumento da incidência de infecções hospitalares.
Em Boston, onde trabalhei com modelos animais de infecção, observei que as pessoas faziam fila para lavar as mãos numa pia que tinha um sabão delicioso, e não se aproximavam das outras com sabão de pior qualidade. Levei essa experiência para o Hospital Sírio-Libanês e, com a ajuda das senhoras da sociedade beneficente, conseguimos colocar sabão e toalhas de papel de primeira linha nas pias dos lavabos, equipamento simples que estimulou os profissionais a lavarem as mãos.
INFECÇÃO TRANSMITIDA POR VISITAS
Drauzio – Quando se fala em infecção hospitalar, pouco se menciona a infecção que os visitantes levam para dentro dos hospitais. Quais são os cuidados que as pessoas devem tomar quando vão visitar um parente ou amigo hospitalizado?
Beatriz Souza Dias – No Brasil, existe o hábito reconfortante, mas um pouco exagerado da visita social ao paciente internado. Às vezes, juntam-se no quarto dez ou doze pessoas para visitar um doente que, se estivesse se sentindo bem, não estaria ali.
Às vezes, é muito difícil controlar essa aglomeração, mas é importante evitar que pessoas gripadas ou com outro tipo de infecção qualquer, por mais banal que seja (piodermite, furúnculos, diarreia), visitem pessoas doentes, quer estejam hospitalizadas ou não.
Em certos aspectos, é desaconselhável até a visitação de crianças, que podem estar no período de incubação de doenças exantemáticas, comuns nessa faixa de idade. Antes de manifestarem as lesões da catapora, por exemplo, elas já estarão transmitindo a doença, o que pode representar verdadeira desgraça numa enfermaria de pacientes oncológicos.
Drauzio – Os visitantes deveriam lembrar-se de que lavar as mãos é a primeira coisa que devem fazer ao entrar num quarto de hospital. 
Beatriz Souza Dias – Em geral, nos corredores dos hospitais existem pias onde a pessoa pode lavar as mãos antes de entrar no quarto do doente. Estudos mostraram que o problema de infecção cruzada foi em parte resolvido pelo uso de álcool-gel. Álcool é um excelente desinfetante, mas resseca a pele. Diluído em gel, perde esse efeito, mas continua eficaz para diminuir a flora bacteriana das mãos e têm a vantagem de a pessoa poder aplicá-lo e sair andando. Nos prontos-socorros, nos lugares onde as pias ficam distantes ou em que há muitos pacientes para atender em curto espaço de tempo, o álcool-gel representa uma alternativa bem interessante.
Drauzio – A regra básica é lavar as mãos antes de nos aproximarmos de algum doente.
Beatriz Souza Dias – Lavar as mãos é muito importante para não transmitir doenças. Em alguns casos, porém, o respeito a essa recomendação apresentou resultados desapontadores. Por exemplo: filmaram os banheiros masculinos nos Congressos de Infectologistas e foi raro encontrar um infectologista que lavasse as mãos após usar ao banheiro. Essa atitude básica que deve fazer parte da educação na família não é obedecida pelos profissionais que deveriam estar preocupados com o problema.
CUIDADOS COM OS RECÉM-NASCIDOS
Drauzio – Quais são os cuidados que as pessoas devem tomar quando vão visitar recém-nascidos?
Beatriz Souza Dias – Ao nascer, o bebê está livre da flora que será normal para ele. Depois, vai adquirindo a flora da mãe e do ambiente. Quem vai visitá-lo não pode estar doente. Pessoas gripadas, com furúnculos, impetigos ou paroníquias, isto é, pequenas infecções em volta das unhas que acometem, principalmente, as mulheres que vão à manicure, não devem visitar e muito menos carregar o recém-nascido. As outras podem pegá-lo no colo, desde que lavem as mãos e ele pese mais do que 2,5kg. Com menos peso, o risco de infecções é maior. Beijar recém-nascidos também não é conduta aconselhável. Eles ainda não tiveram tempo para desenvolver a flora que irá protegê-los contra as bactérias alheias.