sábado, 12 de janeiro de 2013

aleitamento materno

O aleitamento materno é como se fosse a água, regando uma semente para dar bons frutos!




Dar de mamar é uma prioridade da sua vida porque é bom para
As pequenas dificuldades podem ser ultrapassadas
Esperamos, sinceramente, que a amamentação por si sonhada
seja um sucesso.
si, para o seu bebé e para a sua família.
Boa sorte e felicidades.




Dicas que ajudam a evitar problemas na amamentação
A amamentação  é um dos momentos mais importantes na vida de qualquer bebê recém nascido porque através do leite da mãe que conseguira todos os nutrientes para sua formação, mas um problema que acontece e muito com as mães espalhadas por todomundo é a falta de leite no peito e por causa desse problema pode ser procurado um medico para ver porque dessa falta de leite que é tão importante para as crianças.
As crianças que não se amamentam durante os primeiros meses de vida podem sofrer depois de alguns anos principalmente por causa desses nutrientes que são essências para eles, se acontecerem alguma coisa durante essa amamentação que a mãe ache estranho deve correr em um medico com a maior urgência porque pode ser grave.
Mas todas as mães devem ter uma responsabilidade muito grande antes, durante e depois dessa gravidez tentar de algum jeito das esse leite que vem do peito da mulher que gerou o filho ou se não tiver esse leite buscar em postos de saúde que oferecem leites maternos
A importancia da amamentação
Todas as mulheres quando vão ter um filho sabem que terão que amamentá-los, porém muitas não sabem o porquê. É no leite que o bebê vai encontrar todas as vitaminas e minerais que precisa para o organismo. O bebê é vulnerável a muitas alergias, doenças e outros problemas de saude quando o bebê não se alimenta do leite materno. Caso contrário ele pode desenvolver uma rinite, alergias alimentares, eczema de pele e asma. A inteligência da criança está relacionada diretamente com o ambiente em que vive e também com o leite que tem. E, além disso, conseguirá também com que o sistema nervoso tenha uma boa formação.
Muitas crianças enquanto bebês desenvolvem com facilidade as cólicas, e quando se tem regularmente o leite isso é diminuído e neutralizado. Isso tudo se dá porque o leite materno é absorvido com mais facilidade pela criança. Anemia é um problema que dificilmente os bebês que se tem o leite materno desenvolvem, afinal ele é rico em ferro. Não somente os bebês saem beneficiados com isso, as mães conseguem uma excelente vida criando um vínculo muito grande com o seu filho. As crianças conseguem desenvolver se mais tranquilas, tendo um auto-estima bem maior.
Para as mães amamentar diminui o risco de ter câncer de ovário e o câncer de mama. Amamentando a placenta será desprendida e evitando o sangramento excessivo e sem contar que não deixa que a mãe tenha anemia. E apesar de não parecer a amamentaçãoconsome muita energia e calorias que vai 500 a 700 calorias. Sem contar que traz a sensação de bem-estar.
O amor que é criado no momento em que mãe e filho ficam juntos não tem nada que se compare, por este motivo é muito importante. É interessante porque você evita varios problemas de saude e ainda cria se o vínculo de família. Nos seis primeiros meses de vidade uma criança é importante que ela só se alimente do leite materno. E não há um leite materno que seja mais fraco que o outro. São todos fortes. Enquanto um bebê se amamenta tem grande parte da fala, da mastigação, respiração e postura corporal desenvolvida corretamente.


Vantagens da amamentação da mãe
As mães de primeira viagem devem fazer de tudo para amamentar seu filho que precisa do leite materno por um bom tempo, essa amamentação feita pela mãe  não fará bem apenas para esse bebê que crescerá forte, a mãe também pode ser beneficiada nessa amamentação que dura um tempo. A amamentação feita pela mãe vai ajudar de várias formas que devem ser informadas pelo médico que acompanhou qualquer mulher na gravidez, é esse médico que tem a responsabilidade de falar sobre todos os benefícios da amamentação feita pela maioria das mães.
O médico deve informar que essa amamentação ajuda na hora de retomar aquela forma do corpo que tinha antes da gravidez, ajuda também na redução do sangramento após o parto que acontece com muitas mulheres, essa amamentação aproxima mais uma mãe do seu bebe que sentira extrema confiança na sua mãe e esse leite materno está completamentelivre de contaminações externas que poderiam prejudicar a saúde de um bebê que ainda é bastante frágil.
Essas vantagens  devem ajudar muitas mães que não estavam querendo amamentar seu filho que precisa de muito leite materno, e aquelas mães que não produzem muito leite materno devem procurar postos de saúde que entreguem esses leites maternos doados por outras mulheres que já amamentaram seus filhos. As mas de primeira viagem devem conhecer ainda mais vantagens que um bom médico vai informar, mas para isso precisa procurar aquele médico que veio te acompanhando durante nove meses de gravidez.

Tecnicas para Amamentar o Bebe


Técnicas para amamentar o bebê
A amamentação materna deve ser feita pela maioria das mães que sentirão cada vantagemdesse momento afetivo para essa mãe e para esse bebê  , essa amamentação deve ser feita da forma correta pela mãe que até pode afogar seu próprio filho com seu leite que fará um bem muito grande para a saúde. Nos telejornais que são exibidos em vários horários da para ver noticias tristes de bebês que se afogaram nessa amamentação, alguns infelizmente não agüentaram e acabaram morrendo por causa de uma amamentação que pode ter sido realizada de forma incorreta.
Os médicos pediatras aconselham que essas mães de primeira viagem amamentem seu filho, sentada confortavelmente numa poltrona com encosto e descanso de braço, essa poltrona confortável vai gerar um conforto muito grande para essa mãe que pode dormir enquanto seu bebê ainda mama nos seus seios. Essas mães devem evitar amamentar seu filho numa cadeira desconfortável, pois um acidente pode acontecer no momento dessa amamentação que deve ser confortável para a mãe e para o bebê.
Esses médicos pediatras podem aconselhar melhor essas mães que podem estar com duvida sobre técnicas de amamentação, mas depois que ouvir cada dica de um médico vai perceber que essas técnicas são bem faceis de aprender, nem podem ser consideradas como técnicas mais sim como jeito de amamentar seu filho da forma mais segura e confortável possível. As mães também devem perguntar para esses médicos as várias vantagens dessa amamentação que infelizmente não pode ser feita por outras mulheres, mas mesmo que não possam amamentar devem procurar postos de saúde que ofereçam leite materno doado por outras mães.

ALEITAMENTO MATERNO



Benefícios doAleitamentoMaterno
O leite materno é um alimento completo. Isso significa que, até os 6 meses, o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos.  É bom que o bebê continue sendo amamentado até 2 anos ou mais. Quanto mais tempo o bebê mamar no peito, melhor para ele e para a mãe.


Benefícios para o bebê 

- O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os 6 meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão do que qualquer outro leite, porque foi feito para ele.
- Funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças.
- Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho.
- A amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.
- Sugar o peito é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, ajuda a ter dentes bonitos, a desenvolver a fala e a ter uma boa respiração.

Benefícios para a mãe 

- Reduz o peso mais rapidamente após o parto.
- Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia de anemia após o parto.
- Reduz o risco de diabetes.
- Reduz o risco de câncer de mama e de ovário.
- Pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez nos primeiros seis meses desde que a mãe esteja amamentando exclusivamente (a criança não recebe nenhum outro alimento) e em livre demanda (dia e noite, sempre que o bebê quiser) e ainda não tenha menstruado.
 
  

Amamentação: muito mais que alimentar a criança. 
Um vídeo sobre a importância da amamentação foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) em parceria com o Ministério da Saúde.
O filme de vinte e dois minutos é voltado tanto para mães gestantes e que estejam amamentando, como para profissionais de saúde. Lançado em dezembro de 2009, o filme dá dicas de como amamentar, os cuidados com a mama desde a gravidez e traz ainda depoimentos de mães que amamentaram seus filhos, como Cássia Kiss, Claudia Leite e Maria Paula. Ao final, uma série de perguntas e respostas tira as dúvidas sobre o assunto. O filme foi produzido em Feira de Santana (BA) com mães usuárias dos hospitais do SUS, das unidades básicas de saúde e de clínicas privadas.








PARTO NORMAL

                                                                       
A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!



VOLTANDO ÀS ORIGENS: leite materno e parto normal

sexta-feira, agosto 13, 2010
A medicina tem sido fonte de diversos modismos de forma semelhante à indústria da beleza. A cada dia, surge um novo exame, uma nova dieta, um novo remédio…  Todos prometendo mudar a sua vida e resolver seus problemas. Se ontem fazia bem comer carne, hoje já não faz mais. Se antigamente era receitado às xarope, biotônico fontoura, água inglesa, hoje isso é condenável pelos médicos. Se o raio X diagnosticava suas doenças, agora é necessária a caríssima ressonância magnética. Neste processo de conturbada evolução, os conhecimentos herdados por gerações anteriores são menosprezados e esquecidos e, muitas vezes, adotam-se práticas absurdas que um dia serão também ridicularizadas. O aleitamento materno e o parto normal são dois grandes exemplos da interferência da moda sobre a medicina.
Há poucas décadas, assistiu-se ao assassinato do aleitamento materno. Logo após o parto, as mamas eram enfaixadas e eram dados remédios às mulheres para inibir a lactação. O leite materno era considerado fraco, ineficiente, fora de moda. Chique era alimentar o seu bebê com latas e  latas de leite em pó, nem que isso custasse o salário de toda a família. A ausência de aleitamento gerou um aumento tão grande na mortalidade infantil, diarréia, infecções, obesidade e alergia que a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou uma campanha incentivando o aleitamento e proibindo propagandas sobre o leite em pó. Os estudos atuais comprovam que crianças amamentadas no peito têm bom ganho de peso, menos doenças, melhor estabilidade emocional e desenvolvimento intelectual. A ocitocina, hormônio liberado durante a amamentação favorece a tranquilidade, conforto e vínculo mãe-bebê. Para o bebê, a amamentação contribui para o apego, ou seja, a busca da proximidade com a mãe que lhe transmite segurança e acalento. Além disso, o leite é limpo, grátis e está sempre disponível na temperatura certa. E se não é o suficiente para convencer as mães, amamentar ainda previne o câncer de mama, hemorragia pós-parto e ajuda a emagrecer os quilos acumulados durante a gravidez.
O parto normal foi outra vítima dos modismos. Numa epidemia de cesáreas, a mulher foi julgada incapaz para o parto normal. O corpo feminino foi visto como defeituoso e as dores do parto, intoleráveis. Chique passou a ser cesariana com dia marcado. Junto com a nova prática antinatural vieram os problemas. A cesárea traz mais risco de hemorragia e infecção à mãe, com mortalidade materna 2,8 vezes maior que a do parto normal. A recuperação é muito mais lenta. A mãe deixa de ser ativa no parto e passa a ser apenas paciente. Além disso, como a data do parto é estipulada pelo médico, há muito mais riscos de partos prematuros por erros de cálculo. Hoje, o Brasil ainda é um dos campeões em cesáreas e ainda está distante de alcançar as metas da OMS.
O conhecimento científico está em contínua transformação e é inegável os avanços que a medicina tem alcançado. Neste caminho, muitos erros poderão ser cometidos e alguns só descobriremos no futuro. Até lá, em quem acreditar? Quem devemos seguir? A ciência ou o a sabedoria de gerações?
O parto natural
Entende-se por parto natural aquele realizado sem intervenções ou
procedimentos desnecessários durante todo o período de trabalho de parto,
parto e pós parto, e com o atendimento centrado na mulher. Também pode
ser chamado de "parto humanizado", devido  todo o respeito e ternura com
que são tratados a mulher e o bebê neste período.
No parto natural, a saída do bebê ocorre pelo canal vaginal, sem qualquer
intervenção cirúrgica. Tudo transcorre da maneira mais natural possível
e com o mínimo de procedimentos, de modo a evitar causar mais dor,
complicações e risco de infecções à mãe e ao bebê. Apenas quando, durante
o processo do parto, existir uma real indicação para alguma intervenção,
poderá ser realizado o corte na vagina, a colocação de soro na veia e a
suspensão da alimentação, além de outros procecimentos.
O parto natural é recomendado pela Organização Mundial da Saúde pois
já foram comprovados seus inúmeros benefícios e a diminuição dos riscos
maternos e neonatais.
Existe uma diferenciação entre o parto normal (tradicional) e o parto
natural, pois, já há algum tempo, o parto normal tem ocorrido de maneira
oposta à sua normalidade e naturalidade, com muitas intervenções sendo
realizadas.Ou seja, para a realização do parto de forma tradicional, são
utilizados, de maneira rotineira, alguns procedimentos como o corte na
vagina, a colocação de soro na veia, a raspagem dos pelos, a lavagem
intestinal, a suspensão da alimentação, o repouso na cama hospitalar, a
proibição da presença de um acompanhante, dentre outras ações, que só
causam sofrimento, dor e aumento do risco de inúmeras complicações à
mãe e ao bebê. Daí, também, a explicação para muitas mulheres terem
tanto medo do parto normal

Dentro deste contexto é que surge o parto natural ou humanizado, que
se diferencia do tradicional parto normal pela centralização das condutas
e atitudes profissionais nas necessidades da mulher. A aplicabilidade das
intervenções ou procedimentos faz-se necessária no parto natural quando
há uma real indicação, e não apenas como uma prescrição de rotina.
Todos os cuidados prestados baseiam-se nas melhores evidências, no
respeito à mulher e na aplicação de uma intervenção, quando houver uma
indicação.
As atitudes dos profissionais envolvidos neste parto também são
fundamentais, e devem respeitar o tempo, limites, desejos, anseios e
expectativas de cada mulher, durante todo o acompanhamento do trabalho
de parto e parto.
Chamá-la pelo nome, explicar o que está acontecendo em cada momento
e deixá-la – assim como a sua família – o mais orientados quanto for
possível, sentindo-se seguros da assistência prestada, são mudanças de
comportamento que devem ser incorporadas pelo profissional que está
assistindo esta parturiente.
O grande foco do parto natural é o resgate do nascimento, através de
sua simplicidade e das mudanças de comportamento e atitudes dos
profissionais envolvidos no processo.
Paciência, tranquilidade, respeito ao outro e conhecimento científico são
conceitos-chave para o acompanhamento do parto natural. A mulher é o
centro das atenções e a figura principal, tendo ela poder sobre seu próprio
corpo e sobre o processo do nascimento.
Atualmente, o parto natural tem sido motivo de diversos investimentos por
parte do Ministério da Saúde, como na criação do Programa de Humanização
do Parto e Nascimento e na criação dos Centros de Parto Normal.

Benefícios
No parto natural, a mulher poderá usufruir dos seguintes benefícios:
• Alívio da dor durante o trabalho de parto e parto: com a realização
    de massagens, banhos de chuveiro e na banheira de hidromassagem,
    utilização de música e outras técnicas de relaxamento, certamente a
    mulher sentirá menos dor, tanto pelos resultados destas técnicas,
como pelo fato de que a dor não será mais o foco de atenção da
mulher. Assim, ela pode participar do trabalho de parto de uma
maneira mais ativa e autônoma, como dona do próprio corpo. A
possibilidade da presença de um acompanhante escolhido pela
    parturiente é garantida por lei, contribuindo também para o
    compartilhamento deste momento tão especial. Pesquisas científicas
    provam que a utilização destas técnicas e a presença de um
    acompanhante escolhido pela mulher, diminuem a dor do processo.
• Liberdade para a posição de parto e para caminhar: durante o
    trabalho de parto, e no parto, é permitida a escolha da melhor
posição de parto pela própria mulher, de modo que ela se sinta mais
confortável, com menor possibilidade de dor e afastamento da
    necessidade de realização de cortes na vagina. As caminhadas
    são estimuladas – de preferência, junto ao acompanhante, de
modo que a mulher realmente tenha liberdade total, em um
    momento que é dela!

• Alimentação livre: também já foi provado que, para o parto normal,
    não existe a necessidade de se suspender a alimentação da mulher.
Ela deve ser oferecida de uma maneira natural, com alimentos
    leves e que proporcionem energia (gelatina, pirulito, frutas, sucos);
• Menor exposição aos riscos provenientes da cirurgia: ficam
    afastados os riscos de infecção e efeitos colaterais do anestésico
    e dos medicamentos, dentre outros;
• Melhor adaptação ao pós-parto: não existirá a ferida pós-operatória,
    nem a dor decorrente da cirurgia ou a dificuldade em movimentar-se
    até mesmo para cuidar do bebê;
• Ambiente aconchegante: a fim de favorecer o conforto da mulher
    e de seu acompanhante, e também para proporcionar privacidade a
    ambos, todo o ambiente para o parto natural é modificado –
    cores claras e que proporcionam tranquilidade e harmonia
    predominam nas paredes e mobiliários; cada mulher tem sua
    estadia em uma suíte privativa, chamada PPP (pré-parto, parto e
    puerpério), que serve para o alojamento da família durante os
    diferentes períodos do parto. As roupas utilizadas, tanto as da
mulher como as roupas de cama, são muito próximas às utilizadas no
    domicílio, e muito pouco lembram o ambiente hospitalar. Em
    alguns lugares, as roupas de cama são trazidas pela própria mulher.
Em cada uma das suítes privativas, há todo o aparato necessário ao parto
e aos primeiros cuidados com o recém-nascido, incluindo bola de parto,
cavalinho e banheira de hidromassagem – recursos utilizados para o alívio
da dor e o favorecimento do parto normal de forma natural.        
         
• Custo zero: este é outro grande benefício para as mulheres que
    optam pelo parto natural – a maior parte dos serviços que hoje
    oferecem este tipo de parto é financiada integralmente pelo SUS
(Sistema Único de Saúde), possibilitando à mulher a realização de
um parto mais calmo, tranquilo, seguro, confortável, com técnicas
de alívio da dor, sem a necessidade de medicamentos, com a
presença do acompanhante, e com custo totalmente zero!


    E o que é melhor: com condutas recomendadas pela Organização
Mundial de Saúde, proporcionando à família toda a segurança
    necessária para a realização de um parto natural.
• Remoção em caso de emergência: caso o parto natural seja
    realizado em um ambiente extra-hospitalar (como nas casas de
    parto), é oferecida, nos casos de emergência, a remoção da mãe
    e do bebê para o hospital de referência mais próximo, em ambulância
    equipada com todos os recursos materiais e humanos necessários
    para o atendimento.
O bebê também pode usufruir de inúmeros benefícios quando o parto
natural é realizado. Ele pode vir ao mundo de uma maneira tranquila,
saudável, com menos riscos e em um ambiente acolhedor, encontrando,
em sua família, todo o amor e carinho necessários em um momento de
adaptação à vida fora do útero.
Os principais benefícios do parto natural ao recém-nascido são:
• Menor risco de doenças respiratórias e de broncoaspiração
    (passagem das secreções do parto para o pulmão do bebê) após
o parto;


• Início precoce e maior duração da amamentação, favorecendo,
    desta forma, a criação de vínculo entre mãe e bebê, aquisição de
    anticorpos, alimentação, hidratação e menor risco de hipoglicemia
(baixo açúcar no sangue), diarreias e desidratação. O leite materno,
após o parto natural, tem sua descida mais rápida, pois não existem
    os efeitos colaterais da anestesia e do pós-cirúrgico na mãe;
• Melhores índices de vitalidade fetal ou APGAR (classificação
    ou nota atribuída ao bebê após seu nascimento, relacionada
com a vitalidade);
• Diminuição das intervenções feitas junto ao bebê, como aspiração
    com sonda, da boca, nariz e traqueia, e diminuição dos riscos
    relacionados às manobras cirúrgicas; não há o afastamento da
    mãe logo após o nascimento.
Onde encontrar este serviço
• Nos hospitais que possuem Centro de Parto Normal no Município
    de São Paulo: Hospital Geral de São Matheus, Hospital Estadual
    de Vila Alpina, Amparo Maternal, Hospital Geral de Pedreira,
    Hospital Municipal de M’Boi-Mirim, Hospital Leonor Mendes de
    Barros, Hospital Santa Marcelina, dentre outros que já estão
sendo criados;
• Nas Casas de Parto do Município: Casa de Parto do Itaim Paulista
    (Casa de Maria), Casa de Parto de Sapopemba e Casa Ângela (Casa
de Parto Monte Azul).


Legislação
A legislação que permite o acompanhamento e a realização do trabalho de
parto e parto pelo profissional enfermeiro obstetra, é a Lei 7.498/86 e o
Decreto-Lei 94.406/87, que determinam:
Art. 6º - São enfermeiros:
I - O titular do diploma de enfermeiro conferido por instituição de ensino,
nos termos da lei;
II - O titular do diploma ou certificado de obstetriz ou de enfermeira
obstétrica, conferidos nos termos da lei;
III - O titular do diploma ou certificado de Enfermeira e a titular do diploma
ou certificado de Enfermeira Obstétrica ou de Obstetriz, ou equivalente,
conferido por escola estrangeira segundo as leis do país, registrado em
virtude de acordo de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil como
diploma de Enfermeiro, de Enfermeira Obstétrica ou de Obstetriz;  
Art. 11º - O Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe:
I - Privativamente:
   a) Direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica
    da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e
    de unidade de Enfermagem;
   b) Organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas
    atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras
desses serviços;
   c) Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação
    dos serviços de assistência de Enfermagem;


) (vetado);
e) (vetado);
   f)  (vetado);
g) (vetado);
h) Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria
    de Enfermagem;
   i) Consulta de Enfermagem;
   j) Prescrição da assistência de Enfermagem;
   l) Cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco
de vida;
   m) Cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que
    exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar
decisões imediatas.
II - Como integrante da equipe de saúde:
   a) Participação no planejamento, execução e avaliação da programação
    de saúde;
   b) Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos
    assistenciais de saúde;
   c) Prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de
    saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde;


  d) Participação em projetos de construção ou reforma de unidades
    de internação;
   e) Prevenção e controle sistemático de infecção hospitalar e de
    doenças transmissíveis em geral;
   f)  Prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados
    à clientela durante a assistência de Enfermagem;
   g) Assistência de Enfermagem à gestante, parturiente e puérpera;
h) Acompanhamento da evolução e do trabalho de parto;
i)  Execução do parto sem distocia;
   j)  Educação visando à melhoria de saúde da população.
Parágrafo único - às profissionais referidas no inciso II do Art. 6º desta
        Lei, incumbe, ainda:
    a) Assistência à parturiente e ao parto normal;
b) Identificação das distocias obstétricas e tomada de providêcias
     até a chegada do médico;
    c) Realização de episiotomia e episiorrafia e aplicação de anestesia
     local, quando necessária.


A assistência ao parto normal conduzida por enfermeira obstétra
    é prevista em lei, sendo assim um direito do profissional que o
assiste e da mulher que o recebe ter este acesso e informação,
    considerando a formação e capacitação técnica e científica destas
profissionais;
• Indepedentemente do local de realização do parto, esta escolha
    deverá ser informada à mulher, que decidirá acerca do que
considera o melhor para si, e tendo toda a garantia de segurança na
assistência prestada, livre e isenta de imperícia, imprudência
    e negligência;
• Os índices atuais de mortalidade materna e infatil das mulheres
    que tiveram o parto natural, demonstram que os resultados maternos
    e neonatais são consideravelmente melhores e com menor risco
    de complicação, proporcionando uma maior satisfação da mulher
    e de sua família ao obter uma assistência diferenciada e humanizada
do nascimento.
O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo,
apóia e incentiva o parto natural e a criação e
funcionamento das casas de parto, entendendo
ser este um direito de atuação do profissional
enfermeiro, e um direito da mulher e família, em
receber uma assistência segura, qualificada,
humanizada, apoiada em evidência científica, respaldada por lei e com incentivo do governo federa



ser mãe

Posted by mae.eu under frases e pensamentos
MaternidadeA missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo, espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga; o instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É leva-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas. Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampara-los nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: “e se tivesse sido meu filho?”
E quando vir fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observa-lo sentado no chão, brincando com o filho. É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de “mamãe” a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um espírito imortal vestido nas carnes de seu filho. 
(fonte: http://www.momento.com.b










quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


Perfuração por objeto metálico


Dependendo da gravidade da situação, a vítima necessita ser encaminhada diretamente para o hospital, com o objeto ainda encravado no corpo.Nas lesões por objetos perfurantes (facas, lâminas, pedaços de metal em geral) geralmente há exposição dos tecidos do corpo ao ambiente. Esta situação é associada a acidentes nos ambientes de trabalho e também domésticos, mas muitas vezes é resultado da violência.

Como agir:

- Não tente puxar o objeto, ele pode estar tamponando um vaso
- Se houver hemorragia, contenha o sangue fazendo uma compressa com um pano limpo
- Se o objeto for grande, facilite o transporte para o hospital, estabilizando-o com um curativo ou cortando as extremidades
- Mesmo que o objeto seja pequeno é necessário procurar atendimento especializado. Nesses casos, é recomendado tomar a vacina antitetânica

Parada respiratória


Pode estar associada a diversos fatores, como arritmia cardíaca, hemorragia, estado de choque, uso de drogas, choques elétricos e infarto agudo do miocárdio. Portanto, é necessário redobrar a atenção se a pessoa tem um ou mais fatores de risco para doença cardíaca:Ela acontece quando há falta de oxigênio e excesso de gás carbônico no sangue. Pode ocorrer sozinha ou com parada cardíaca.
- homens com idade acima de 45 anos e mulheres com mais de 55
- familiar que já teve ou morreu de infarto
- obesidade, hipertensão, diabetes, sedentarismo e tabagismo

Como agir:

- Chame imediatamente o serviço médico de emergência SAMU
- Deite a vítima de costas e verifique o pulso dela
- Inicie os procedimentos de reanimação: coloque as mãos entrelaçadas no centro do tórax e comprima-o entre 4 e 5 cm, repetindo o procedimento 100 vezes por minuto até o socorro chegar. A cada 30 vezes, verifique se há pulso e continue
- Sem fazer nenhuma manobra de reanimação, a cada minuto se perde 10% da chance de reanimar a vítima. Se a reanimação não for feita em 10 minutos, a pessoa tem chances muito reduzidas de se salvar. É importante identificar a parada e começar imediatamente a manobra

Estado de choque


Esta emergência pode ter diversas causas: grande perda de sangue, infarto, aceleração do coração, queimaduras graves, traumatismos de crânio, tórax e abdômen, envenenamentos, afogamento, choque elétrico, picadas de animais venenosos, mudança brusca de temperatura e infecção. Se a vítima apresentar algum dos sintomas abaixo, é necessário agir rapidamente, principalmente para tentar evitar que ela entre em choque.O choque acontece quando o fluxo de oxigênio para as células do corpo diminui ou para por completo. Ele vai aumentando gradativamente e causando danos nos tecidos de acordo com sua extensão, até o momento em que o coração não recebe oxigênio suficiente e para de bater, causando a morte.

Como reconhecer:

- Pele pálida, úmida, pegajosa e fria
- Orelhas, lábios e pontas dos dedos arroxeadas
- Suor na testa e nas palmas das mãos
- Fraqueza geral
- Pulso rápido e fraco
- Sensação de frio
- Respiração rápida, curta, irregular ou muito difícil
- Pupilas dilatadas, agitação, medo
- Muita sede
- Visão nublada
- Náuseas e vômitos
- Confusão mental
- Perda total ou parcial de consciência
- Aceleração dos batimentos

Como agir:

- Deite a vítima de costas. Afrouxe as roupas no pescoço, no peito e na cintura. Em seguida, verifique se há prótese dentária, objetos ou alimento na boca e retire-os.
- Eleve as pernas da vítima em relação ao restante do corpo com uma almofada ou qualquer outro objeto (se não houver fraturas ou ferimentos no tórax e na cabeça)
- Se ela estiver inconsciente, ou se estiver consciente, mas sangrando pela boca ou pelo nariz, deite-a de lado, apoiada sobre o lado esquerdo
- Caso a vítima pare de respirar, inicie a respiração boca a boca. Coloque a cabeça dela para trás, para que a língua não bloqueie a passagem de ar e tampe as narinas dela. Sopre dentro da boca da vítima até ver o peito se mexer. Repita o procedimento até a emergência chegar
- Se a pessoa estiver fria, agasalhe-a
- Mantenha-a calma e observe se ocorre alguma mudança grande no estado da vítima para informá-la à equipe de socorro

Reação alérgica aguda


O edema de glote é conhecido popularmente como “garganta fechada”. A glote é uma estrutura localizada na laringe. Ela se abre para permitir a passagem do ar para os pulmões e se fecha para impedir que eles recebam líquidos e alimentos destinados ao estômago. Ao inchar, a glote obstrui a passagem de ar e causa insuficiência respiratória.Ela surge quando há intolerância do organismo a alguma substância (alimento, pólen, medicamento, veneno de insetos, entre outros). O contato com elas causa, em minutos, reações violentas do corpo, como o edema de glote e o choque anafilático.
O choque anafilático se caracteriza pela coceira generalizada, pela presença de placas avermelhadas distribuídas pelo corpo e pelo inchaço na boca, na língua ou na garganta. Essa ocorrência pode provocar vômitos e diarreia, convulsões e também pode levar à morte.

Como agir:

- Chame o atendimento de emergência e monitore os sinais vitais da vítima
- Se a vítima entrar em parada cardiorrespiratória, inicie a reanimação imediatamente

Como prevenir:

- Investigue quais substâncias desencadeiam as crises alérgicas e evite-as
- Se já teve uma reação alérgica grave, converse com seu médico sobre a possibilidade de carregar um kit contendo medicamentos para uso em uma emergência
- Carregue com você um cartão com informações sobre suas alergias e jamais esqueça de informá-las antes de receber atendimento médico
- Leia sempre as bulas dos medicamentos que irá usar
- Se é alérgico a algum alimento pergunte sobre a presença dele ou de traços dele na comida

Ferida inflamada


É importante não confundir inflamação com infecção. Esta última é gerada pela ação de microorganismos como fungos, vírus e bactérias. Já a inflamação é uma reação do próprio organismo.A inflamação é uma reação do organismo a qualquer agente agressor. Ela pode surgir por várias razões, como uma picada de inseto, uma batida e um corte, entre outros.

Como reconhecer:

A inflamação se caracteriza por uma área geralmente avermelhada, inchada e dolorida.

Como agir:

- Faça compressas com bolsa de água fria ou pano úmido no local para aliviar a sensação de calor
- Em feridas inflamadas que não estejam abertas, é possível fazer uso tópico de antiinflamatórios
- Em feridas abertas, é necessário consultar um médico, pois há possibilidade da inflamação se transformar em infecção

Hemorragia


A hemorragia pode levar ao estado de choque e à morte. Por isso, ao perceber uma hemorragia é necessário estancar o sangue (no caso de uma hemorragia externa) e chamar a emergência imediatamente.É a perda de sangue em decorrência de um ferimento, que pode ser externo ou interno. As causas da hemorragia são variadas e podem ir desde um corte com um caco de vidro ou uma faca, até um traumatismo com uma contusão que abriu e sangrou.

Como reconhecer:

Após uma queda, atropelamento ou mesmo durante uma gravidez de risco, suspeite de hemorragia interna quando a vítima apresentar sintomas como:
- palidez
- sonolência
- suor excessivo
- frequência cardíaca acelerada
- contusões e manchas na pele
- dor na região abdominal
- vômito ou evacuação com sangue

Como agir:

- Pegue um pano esterilizado ou bem limpo e comprima o local do sangramento com força (se não houver nenhum objeto que impeça a compressão ou que agrave o sangramento)
- Caso haja um objeto encravado no corpo jamais tente retirá-lo. Ele pode estar tamponando um vaso e, ao ser retirado, pode gera mais hemorragia
- Não passe nenhuma substância no ferimento
- Não eleve as pernas da vítima nem faça movimentos bruscos se houver risco de fratura
- Se suspeita de hemorragia interna, não dê nada para o paciente beber (esse, aliás, é um erro muito comum em qualquer tipo de socorro) e leve-o imediatamente para o hospital

Intoxicação (por medicamentos, produtos químicos e drogas)


Como reconhecer:
A intoxicação causa alterações no funcionamento do organismo e pode levar à morte. A primeira medida a ser tomada é verificar se realmente houve envenenamento.
- hálito com cheiro estranho
- mudança na cor dos lábios
- dor
- sensação de queimação na boca, garganta ou estômago
- sono
- confusão mental
- vômitos
- diarréia
- paralisia
- convulsões

Como agir:

- Procure perto da vítima frascos ou remédios para informar o socorro e procure ver nos rótulos ou bulas se existe alguma indicação de antídoto
- Observe atentamente o acidentado, pois os efeitos podem não ser imediatos
- Não faça respiração boca a boca caso o acidentado tenha ingerido o produto
- Se o contato com produtos químicos for pelos olhos, lave-os com bastante água durante pelo menos 15 minutos e procure com urgência atendimento especializado
- Se houve ingestão de substância tóxica ou venenosa, provoque o vômito na vítima, verifique o pulso e a respiração dela e chame imediatamente o atendimento
ATENÇÃO: Não provoque o vômito quando o envenenamento for por: ácido, veneno que cause queimadura, soda cáustica, alvejantes, tira-ferrugem, água com cal, amônia, desodorante e derivados de petróleo (querosene, gasolina, fluido de isqueiro, benzina, lustra-móveis)

Como prevenir:

- Mantenha medicamentos, produtos de limpeza e cosméticos fora do alcance das crianças, em armários trancados
- Não se automedique
- Siga as orientações do médico
- Leia a bula atentamente
- Não guarde medicamentos vencidos
- Fique atento para as dosagens dos remédios
- Não armazene produtos de limpeza fora do recipiente original

Picada de cobra


Como reconhecer:
Menos de 30% das cobras brasileiras são venenosas. O veneno de uma jararaca, cascavel ou coral, porém, pode levar à morte em pouco tempo. Por isso, é importante buscar o socorro o mais rápido possível para que o soro antiofídico possa ser aplicado nas três primeiras horas depois do ataque.
A reação à picada depende do tipo de cobra, da parte do corpo mordida, da quantidade de veneno introduzido no organismo, do modo como as presas se prenderam no corpo e do peso da vítima. Imediatamente após a mordida, a pessoa pode começar a sentir:
- dor
- náuseas
- palidez
- pulso fraco
- rigidez na nuca
- visão confusa
- perda da consciência

Como agir:

- Procure imediatamente o serviço de emergência
- Mantenha a vítima calma e deitada
- Lave o local com água abundante
- Não coloque nenhum tipo de substância no local, não faça cortes ou amarre qualquer tipo de material ao local da picada
- Mantenha elevado o pé, perna ou braço atingido
- Se há condições de segurança, leve a cobra (viva ou morta) ao serviço de atendimento de emergência (assim será mais fácil descobrir o soro adequado para tratar a vítima)

Como prevenir:

- Utilize botas ao percorrer locais com mato e arbustos
- Não coloque as mãos em tocas e lugares escuros onde a cobra possa se esconder 
- Caso seja preciso manipular esses animais, use luvas adequadas e material de proteção
- Mantenha os terrenos próximos de sua moradia limpos, evitando ratos, animais que costumam atrair esses predadores
- Evite passeios noturnos em áreas onde há cobras (a maioria dos animais mantém hábitos noturnos)
- Não mate emas, seriemas, gaviões e gambás. Eles são predadores naturais das cobras

Parto iminente


Ao final da gestação, alguns sintomas indicam que o trabalho de parto já começou. Se a grávida apresentar contrações regulares a cada dois minutos, se a bolsa romper, se já for possível visualizar a cabeça do bebê e não houver tempo de chegar ao hospital, é necessário tomar algumas medidas para prestar os primeiros socorros.

Como agir:

- Chame o socorro imediatamente
- Afaste os curiosos e transmita calma à grávida
- Lave as mãos antes de iniciar qualquer procedimento
- Deite a gestante em um lugar limpo, eleve os joelhos dela e afaste as duas pernas
- Peça para que tranque a respiração e faça força a cada contração
- Não puxe a cabeça do bebê. Sustente-a à medida que ela for saindo. Deixe que o bebê e o cordão umbilical saiam naturalmente
- Assim que o bebê sair, limpe o muco do nariz e da boca dele
- Verifique se ele está respirando. Caso contrário, segure-o com cuidado pelas pernas e coloque-o de cabeça para baixo, dando palmadas leves nas costas dele
- Se não der resultado, sopre delicadamente na boca da criança, observado o movimento do tórax
- Não é necessário cortar o cordão umbilical se o transporte para o hospital demorar menos de 30 minutos
- Se o socorro médico levar mais do que 30 minutos, deite a criança de costas e com um fio que tenha sido fervido e faça dois nós no cordão umbilical: o primeiro a quatro dedos da criança e o segundo a dois dedos do primeiro. Corte bem meio da duas amarras usando um objeto limpo
- Deixe o bebê em contato com a mãe até a emergência chegar e proteja-os
- Não se esqueça de transportar a placenta ao hospital para avaliar se ela saiu completamente

Queimadura


A queimadura é uma lesão causada por fatores térmicos, químicos, eletricidade e radiação, entre outros. Dependendo da localização, da extensão e do grau de profundidade, a lesão produzida nos tecidos de revestimento do organismo (como a pele) pode desfigurar, causar incapacidades temporárias ou permanentes e levar à morte.

As queimaduras são classificadas em:

Queimadura de 1º grau – atinge somente a epiderme (camada mais superficial da pele). Caracteriza-se por dor e vermelhidão no local queimado.
Queimadura de 2º grau – atinge a epiderme e a derme (camada localizada abaixo da epiderme). Caracteriza-se por dor, vermelhidão e formação de bolhas.
Queimadura de 3º grau – atinge todas as camadas da pele, inclusive o tecido gorduroso e os nervos, podendo alcançar inclusive os ossos. Caracteriza-se por pouca dor, já que destrói as terminações nervosas de sensibilidade. A pele fica seca, dura, enrugada, escurecida ou esbranquiçada.

Como agir:

- Interrompa o processo que está originando a queimadura. Se for fogo na roupa, não deixe a pessoa correr. Deite-a no chão e comece a abafar as chamas pela cabeça, usando um cobertor, um tapete, um casaco grosso ou faça-a rolar no chão
- Jamais deixe de lado a sua própria segurança ao ajudar em uma situação como essa
- Depois de apagado o fogo, não retire roupas coladas na pele, apenas recorte as partes soltas, sobre as áreas queimadas
- Cubra a área queimada com gaze esterilizada ou panos limpos, para evitar infecção
- Não aplique qualquer creme ou pomada na queimadura, a não ser que haja prescrição médica
- Jamais rompa as bolhas formadas na queimadura
- Em queimaduras de 1º e 2º grau resfrie o ferimento com água corrente. Não aplique gelo no local
- Em queimaduras químicas, limpe e remova a substância da pele e das roupas. Em seguida, lave o ferimento com bastante água corrente
- Em caso de queimadura de origem elétrica, não socorra a vítima antes de desligar a corrente
- Além da queimadura, a corrente elétrica pode gerar parada cardiorrespiratória, devendo neste caso ser aplicada a reanimação. Após prestar o primeiro atendimento (veja no item choque elétrico), chame socorro ou conduza a pessoa ao hospital

Como prevenir:

- Sempre que se submeter ao sol, use filtro solar
- Afaste fósforos, produtos químicos e inflamáveis de crianças
- Tenha cuidado ao usar fogão, velas, cigarros e qualquer fonte de ignição
- Evite soltar fogos de artifício
- Proteja a rede elétrica de sua casa evitando sobrecarga ou fios desencapados. Procure sempre um profissional habilitado para realizar o serviço de instalação ou manutenção de sua rede elétrica