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quarta-feira, 9 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
INFECÇÃO HOSPITALAR
O hospital funciona como um centro onde bactérias, vírus e muitos outros microrganismos podem ser transmitidos de uma pessoa para outra. Volta e meia, temos notícia de casos de infecções adquiridas durante a internação hospitalar, ou mesmo após a alta. São considerados pacientes de risco , além das crianças e os idosos, portadores de diabetes, pacientes com o sistema imunológico deprimido, os que usaram antibióticos por prazo longo, ou foram submetidos a procedimentos invasivos como cirurgias, colocação de sondas ou de cateteres, entubação, etc. O número de infecções hospitalares, e das outras infecções também, pode ser reduzido em grande escala se for posto em prática um hábito simples de higiene: a lavagem das mãos. Profissionais de saúde, visitas, parentes, acompanhantes devem ter o cuidado de lavar bem as mãos para não servirem de veículos dos agentes de contaminação.
INFECÇÕES ASSOCIADAS AO CUIDAR DA SAÚDE
Drauzio – Você poderia explicar em que consistem essas doenças que chamamos genericamente de infecção hospitalar?
Beatriz Souza Dias – As infecções hospitalares são efeitos adversos que podem estar relacionadas com a admissão do paciente no hospital. Elas foram contextualizadas no universo hospitalar, porque, durante os últimos 40 anos, talvez um pouco mais, o atendimento médico centralizou-se nessas instituições. Veja um exemplo: pacientes com câncer em tratamento quimioterápico passavam a maior parte do tempo dentro do hospital e era comum desenvolverem infecções que pareciam relacionadas ao ambiente hospitalar ou com a proximidade de outras pessoas doentes. Infecções respiratórias, que acometiam pacientes em coma ou com nível de consciência diminuído, infecções que entravam pelos acessos venosos através dos cateteres ou mesmo pelas veias periféricas, infecções do trato urinário, quando era introduzida uma sonda vesical, flebites, tudo isso era chamado de infecção hospitalar. O curioso é que o custo alto da medicina, de certa forma, afastou os pacientes dos hospitais. Sempre que possível, eles passaram a ser cuidados em suas casas, nas clínicas de seus médicos, ou permaneceram no ambulatório do hospital apenas o tempo suficiente para receber o tratamento. Mesmo assim, quando caíam os leucócitos, esses pacientes desenvolveram infecções não mais hospitalares, mas associadas ao tratamento e que têm relação com a flora intestinal do indivíduo ou com o cateter em cuja conexão pode entrar um pouco de água do banho, por exemplo. Em vista disso, a tendência é chamá-las de “infecções associadas ao cuidar da saúde” e não mais infecções hospitalares.
BACTÉRIAS RESISTENTES
Drauzio – O que diferencia os germes comuns, que a gente pega dentro do ônibus, por exemplo, dos germes que provocam as infecções hospitalares ou domésticas?
Beatriz Souza Dias – Em geral, indivíduos que contraem infecção no hospital ou no tratamento em domicílio são campo fértil para que os germes se desenvolvam, porque estão enfraquecidos por uma doença de base. São ótimos hospedeiros. Tanto isso é verdade, que nós, médicos, transitamos pelos hospitais e raramente temos uma infecção desse tipo. Por outro lado, as bactérias que costumam acometer esses pacientes, na maioria dos casos, são mais resistentes aos antibióticos, porque eles já receberam essa classe de medicamentos em grande quantidade e por muito tempo ou estiveram internados na UTI perto de doentes que foram medicados com doses altas de antibiótico e podem ter colonizado bactérias mais resistentes. O fato de serem mais resistentes, porém, não significa que sejam mais patogênicas, mais agressivas em termos da lesão que podem causar. São mais difíceis de tratar, porque existem menos opções de remédios para combatê-las.
FATORES DE RISCO PARA INFECÇÃO
Drauzio – Esse conceito é muito importante. Nos hospitais, apenas se infectam com os germes agressivos, as pessoas que estão debilitadas, enfraquecidas e fica difícil tratá-las porque eles são resistentes à ação dos antibióticos. Como se explica que médicos e enfermeiros não se infectem com essas bactérias resistentes?
Beatriz Souza Dias – Imagine uma terra maravilhosa, plana e agriculturável, fértil e desocupada. Em pouco tempo, aparecerá alguém que se interesse por cultivá-la. No organismo, ocorre mais ou menos a mesma coisa. Nossa pele, boca, esôfago e intestino, por exemplo, contêm uma flora bacteriana imensa. Se não me falha a memória, só no intestino, existe um bilhão de bactérias classificadas em 400 espécies diferentes. Quando antibióticos e quimioterápicos atingem esses seres vivos, a flora desaparece e sobra um terreno fértil e desabitado, extremamente favorável para a colonização de bactérias e fungos, muitos fungos, que são resistentes aos medicamentos que a pessoa está ou esteve tomando. Antes de causar infecção, as bactérias mais resistentes colonizam tanto a pele quanto as superfícies internas dos órgãos ocos, que são quentinhos, úmidos, adocicados e, portanto, funcionam como nutrientes excepcionais para sua proliferação.
O paciente que está na UTI, invadido por sondas e cateteres, com mecanismos de defesa e movimentos ciliares debilitados, flora intestinal alterada pelo uso atual ou pregresso de antibióticos, é um prato cheio para a colonização e, eventualmente, para ser infectado por elas.
RESISTÊNCIA À CONTAMINAÇÃO
Drauzio – O que acontece com a enfermeira que cuida desses pacientes e não adoece?
Beatriz Souza Dias – A enfermeira pode ter as mãos colonizadas pela flora do paciente, mas estará livre de colonizar bactérias resistentes e de adoecer por causa delas, se cuidar da higiene criteriosa das mãos e passar álcool-gel. Desse modo, suas mãos e mucosas estarão ocupadas pela flora própria do seu organismo e que desenvolverá resistência à colonização de microrganismos estranhos (colonization resistance).
HIGIENE DAS MÃOS
Drauzio – O cuidado mais importante para evitar a transmissão de infecções inter-humanos talvez seja mesmo lavar as mãos.
Beatriz Souza Dias – As mãos têm flora própria, em geral cocos gram-positivos que são muito patogênicos. Bactérias como o estafilococo coagulase negativo, também presente nas mãos, são menos patogênicas e só provocam infecções quando a pessoa tem próteses, está com cateteres, etc.
É bom pensar que usamos as mãos praticamente para tudo o que fazemos. Quando atendemos um paciente colonizado por bactéria resistente, ficamos com ela nas mãos por algum tempo. Se, logo em seguida, formos atender um doente com a flora lesada por antibióticos ou outros medicamentos, podemos infectá-lo com a bactéria que se alojou em nossas mãos
Não é apenas nessas situações que pode ocorrer o contágio. O vírus do resfriado, por exemplo, pode passar da mão da pessoa com coriza, que secou o nariz, para as mãos de outra, que também será infectada. Basta que se deem ou apertem as mãos. Isso prova que nossas mãos são veículo eficiente para a transmissão de infecções e bactérias, resistentes ou não, dentro do hospital ou fora dele.
É bom pensar que usamos as mãos praticamente para tudo o que fazemos. Quando atendemos um paciente colonizado por bactéria resistente, ficamos com ela nas mãos por algum tempo. Se, logo em seguida, formos atender um doente com a flora lesada por antibióticos ou outros medicamentos, podemos infectá-lo com a bactéria que se alojou em nossas mãos
Não é apenas nessas situações que pode ocorrer o contágio. O vírus do resfriado, por exemplo, pode passar da mão da pessoa com coriza, que secou o nariz, para as mãos de outra, que também será infectada. Basta que se deem ou apertem as mãos. Isso prova que nossas mãos são veículo eficiente para a transmissão de infecções e bactérias, resistentes ou não, dentro do hospital ou fora dele.
Drauzio – A preocupação com a higiene das mãos não é coisa nova na medicina, mas parece que ainda não se incorporou aos hábitos de todas as pessoas.
Beatriz Souza Dias – A primeira pessoa que atinou que as mãos poderiam transmitir infecções foi o médico húngaro Ignaz Phillip Semmelweiss, em meados do século XIX. Trabalhando em Viena, constatou que as parturientes tinham febre puerperal e acabavam morrendo quando eram examinadas por estudantes de medicina depois que faziam autópsias. Curiosamente, esse conhecimento era de domínio público e as mulheres faziam de tudo para serem atendidas por parteiras que, por não trabalharem nas salas de autópsia, não transmitiam infecções.
Se me lembro bem, Semmelweiss instituiu a higienização das mãos com fenol e cloro antes de os estudantes de medicina examinarem as parturientes, mas quase ninguém acreditava nele e o levou a sério. No entanto, esse conceito de higienização das mãos defendido por Semmelweiss, há mais de um século, é bandeira que se ergue até hoje no controle das infecções hospitalares.
Se me lembro bem, Semmelweiss instituiu a higienização das mãos com fenol e cloro antes de os estudantes de medicina examinarem as parturientes, mas quase ninguém acreditava nele e o levou a sério. No entanto, esse conceito de higienização das mãos defendido por Semmelweiss, há mais de um século, é bandeira que se ergue até hoje no controle das infecções hospitalares.
Drauzio – Tecnicamente, como as mãos devem ser lavadas?
Beatriz Souza Dias – As mãos devem ser umedecidas antes de colocar o sabão, de preferência líquido, para evitar que se toque no reservatório. Em seguida, esfregam-se bem o dorso, a palma, os dedos e os interdígitos, isto é, o vão dos dedos. É preciso tomar cuidado também com a área embaixo das unhas. Se a pessoa tem unhas mais longas, deve colocar sabão e esfregar embaixo delas. Nos hospitais, existem espátulas que ajudam a limpar essa região.
Na hora de enxaguar, os dedos devem ser virados para cima, na direção da água que cai. Não devem ser usadas toalhas de pano para secar as mãos e, sim, toalhas de papel que servirão também para fechar a torneira. De que adiantará lavar bem as mãos se, depois, tocarmos na torneira contaminada? Por incrível que pareça, essa técnica elementar que a enfermagem aprende não é ensinada nas faculdades de medicina.
Na hora de enxaguar, os dedos devem ser virados para cima, na direção da água que cai. Não devem ser usadas toalhas de pano para secar as mãos e, sim, toalhas de papel que servirão também para fechar a torneira. De que adiantará lavar bem as mãos se, depois, tocarmos na torneira contaminada? Por incrível que pareça, essa técnica elementar que a enfermagem aprende não é ensinada nas faculdades de medicina.
CONDIÇÕES DESAFAVORÁVEIS
Drauzio – Por que nem sempre essas regras são observadas?
Beatriz Souza Dias – Eu que trabalho em hospital público (já trabalhei em vários) pude observar que há cartazes espalhados por todo o canto recomendando a lavagem das mãos, mas o sabão é de má qualidade, resseca a pele – muitos sequer fazem espuma – e a tolha de papel é péssima, esfarela-se toda. A falta de equipamento adequado torna desagradável o ato de lavar as mãos e desestimula as pessoas.
Drauzio – É difícil convencer um profissional de que ele deve lavar as mãos cada vez que examina um paciente?
Beatriz Souza Dias – Não é que seja só difícil. Em algumas circunstâncias, mesmo convencido, o profissional não consegue fazê-lo, porque é obrigado a atender um número exagerado de pacientes. Estudos americanos provaram que número maior de pacientes atendidos está diretamente ligado ao aumento da incidência de infecções hospitalares.
Em Boston, onde trabalhei com modelos animais de infecção, observei que as pessoas faziam fila para lavar as mãos numa pia que tinha um sabão delicioso, e não se aproximavam das outras com sabão de pior qualidade. Levei essa experiência para o Hospital Sírio-Libanês e, com a ajuda das senhoras da sociedade beneficente, conseguimos colocar sabão e toalhas de papel de primeira linha nas pias dos lavabos, equipamento simples que estimulou os profissionais a lavarem as mãos.
Em Boston, onde trabalhei com modelos animais de infecção, observei que as pessoas faziam fila para lavar as mãos numa pia que tinha um sabão delicioso, e não se aproximavam das outras com sabão de pior qualidade. Levei essa experiência para o Hospital Sírio-Libanês e, com a ajuda das senhoras da sociedade beneficente, conseguimos colocar sabão e toalhas de papel de primeira linha nas pias dos lavabos, equipamento simples que estimulou os profissionais a lavarem as mãos.
INFECÇÃO TRANSMITIDA POR VISITAS
Drauzio – Quando se fala em infecção hospitalar, pouco se menciona a infecção que os visitantes levam para dentro dos hospitais. Quais são os cuidados que as pessoas devem tomar quando vão visitar um parente ou amigo hospitalizado?
Beatriz Souza Dias – No Brasil, existe o hábito reconfortante, mas um pouco exagerado da visita social ao paciente internado. Às vezes, juntam-se no quarto dez ou doze pessoas para visitar um doente que, se estivesse se sentindo bem, não estaria ali.
Às vezes, é muito difícil controlar essa aglomeração, mas é importante evitar que pessoas gripadas ou com outro tipo de infecção qualquer, por mais banal que seja (piodermite, furúnculos, diarreia), visitem pessoas doentes, quer estejam hospitalizadas ou não.
Em certos aspectos, é desaconselhável até a visitação de crianças, que podem estar no período de incubação de doenças exantemáticas, comuns nessa faixa de idade. Antes de manifestarem as lesões da catapora, por exemplo, elas já estarão transmitindo a doença, o que pode representar verdadeira desgraça numa enfermaria de pacientes oncológicos.
Às vezes, é muito difícil controlar essa aglomeração, mas é importante evitar que pessoas gripadas ou com outro tipo de infecção qualquer, por mais banal que seja (piodermite, furúnculos, diarreia), visitem pessoas doentes, quer estejam hospitalizadas ou não.
Em certos aspectos, é desaconselhável até a visitação de crianças, que podem estar no período de incubação de doenças exantemáticas, comuns nessa faixa de idade. Antes de manifestarem as lesões da catapora, por exemplo, elas já estarão transmitindo a doença, o que pode representar verdadeira desgraça numa enfermaria de pacientes oncológicos.
Drauzio – Os visitantes deveriam lembrar-se de que lavar as mãos é a primeira coisa que devem fazer ao entrar num quarto de hospital.
Beatriz Souza Dias – Em geral, nos corredores dos hospitais existem pias onde a pessoa pode lavar as mãos antes de entrar no quarto do doente. Estudos mostraram que o problema de infecção cruzada foi em parte resolvido pelo uso de álcool-gel. Álcool é um excelente desinfetante, mas resseca a pele. Diluído em gel, perde esse efeito, mas continua eficaz para diminuir a flora bacteriana das mãos e têm a vantagem de a pessoa poder aplicá-lo e sair andando. Nos prontos-socorros, nos lugares onde as pias ficam distantes ou em que há muitos pacientes para atender em curto espaço de tempo, o álcool-gel representa uma alternativa bem interessante.
Drauzio – A regra básica é lavar as mãos antes de nos aproximarmos de algum doente.
Beatriz Souza Dias – Lavar as mãos é muito importante para não transmitir doenças. Em alguns casos, porém, o respeito a essa recomendação apresentou resultados desapontadores. Por exemplo: filmaram os banheiros masculinos nos Congressos de Infectologistas e foi raro encontrar um infectologista que lavasse as mãos após usar ao banheiro. Essa atitude básica que deve fazer parte da educação na família não é obedecida pelos profissionais que deveriam estar preocupados com o problema.
CUIDADOS COM OS RECÉM-NASCIDOS
Drauzio – Quais são os cuidados que as pessoas devem tomar quando vão visitar recém-nascidos?
Beatriz Souza Dias – Ao nascer, o bebê está livre da flora que será normal para ele. Depois, vai adquirindo a flora da mãe e do ambiente. Quem vai visitá-lo não pode estar doente. Pessoas gripadas, com furúnculos, impetigos ou paroníquias, isto é, pequenas infecções em volta das unhas que acometem, principalmente, as mulheres que vão à manicure, não devem visitar e muito menos carregar o recém-nascido. As outras podem pegá-lo no colo, desde que lavem as mãos e ele pese mais do que 2,5kg. Com menos peso, o risco de infecções é maior. Beijar recém-nascidos também não é conduta aconselhável. Eles ainda não tiveram tempo para desenvolver a flora que irá protegê-los contra as bactérias alheias.
DOLOMITA:
PARA QUE SERVE A DOLOMITA:
Para uso via oral serve para: osteoporose, dor reumática, dor muscular, dor lombar, cãibra, fraqueza, artrite, anemia, Insônia e estresse.
Para uso tópico externo serve para: úlcera varicosa, ferida de herpes, ferida do diabético, máscara facial, assadura, escaras, olheiras e pés pretos.
Prevenindo a osteoporose você melhora a capacidade funcional. Osteoporose é o aumento da porosidade do osso devido a sua descalcificação (perda da massa óssea). Essa doença deixa o osso mais frágil, fazendo com que ele se quebre com facilidade. O osso é uma estrutura viva , composta principalmente de cálcio. Exercícios e exposição moderada ao sol auxiliam na fixação do cálcio.
Uma em cada três mulheres tem ou terá osteoporose. Porém esse problema não é exclusivo das mulheres.
Como usar a Dolomita:
Em pó:
Pode ser ingerida em sucos, refeições, etc.
Dose recomendada 2 granas equivalente a 2 colheres de café duas vezes ao dia.
Uso externo:
Úlcera varicosa, afecção dermatológica, cortes e feridas do diabético na forma de creme (pasta).
Modo de preparar:
Colocar a quantidade desejada do pó de dolomita em um recipiente.
Acrescentar soro fisiologico ou agua filtrada
Mexer até formar uma massa homogenea e cremosa.
“Aplicar de 3 a 4 vezes ao dia no local”
Como máscara facial:
Previne manchas, acnes, rugas, olheiras e flacidez. A DOLOMITA na forma de creme amacia e dá vida à pele.
Prepare o creme conforme indicado acima e…
Para facilitar a fixação do creme, misture gotinhas de mel, azeite de oliva ou óleo mineral.
Aplique uma fina camada com espátula ou pincel de cosmética.
O resultado reparador é surpreendentemente imediato.
Como cataplasma:
Uso na forma de cataplasma em inflamações, cólica estomacal, contusão de atleta, dores superficiais.
Espalhar a DOLOMITA em pó no meio do tecido hidrofico
Formar cataplasma
Despeje água e alise com a mão até formar uma pasta.
Aplique sobre o local afetado e prenda com uma faixa.
Como talco anti-séptico:
Uso do pó (talco) em frieiras, assaduras e micoses.
Aplique a DOLOMITA em pó seco no local afetado, renovando-o para perfeita utilização das propriedades cicatrizantes e absorventes dos minerais.
Ideal para a higiene dos pés dos diabéticos e dos esportistas em geral, eliminando o mal odor dos pés.
Como Prevenir a Osteoporose.
Quando a mulher se aproxima dos cinqüenta anos a produção de estrógeno diminui e a ovulação é interrompida. Com isso a mulher pára de menstruar e algumas sentem dores de cabeça, dores pelo corpo, fadiga, ondas de calor, sudorese, secura vaginal, insônia, alteração do humor e aumenta a incidência de doenças coronarianas. Mas todas as mulheres tem perda de massa óssea em decorrência da queda dos níveis de estrógeno. Uma das soluções para esses casos é a reposição hormonal, que protege contra as doenças coronarianas, reduz o risco de câncer uterino e é a melhor forma de interromper a perda de massa óssea e prevenir a osteoporose da pós-menopausa. Mulheres que tiveram câncer de seio ou que tenham enxaqueca, diabetes ou asma podem ter problemas com reposição hormonal. Nem sempre a menopausa requer o uso de drogas.
O exame que pode ser feito para medir o nível de perda da massa óssea é chamado de densitometria óssea e é indicado para as pessoas que apresentam pelo menos dois fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Nestes casos, a determinação da massa óssea é importante para auxiliar o tratamento. Para prevenir a osteoporose é preciso fazer uma prevenção na adolescência principalmente, para as mulheres. A quantidade de massa óssea que conseguimos juntar na adolescência fará com que no envelhecimento tenhamos maior resistência contra fraturas, por isso, é fundamental que a jovem seja orientada para uma dieta rica em cálcio, como também para atividades físicas regulares.
Os exercícios físicos devem ser realizados de forma regular três vezes por semana. O melhor é caminhar, correr dançar, jogar tênis, ou praticar esporte coletivo como futebol, voleibol, basquetebol. Para pessoas mais idosas o indicado é caminhar aproximadamente 40 minutos de preferência todos os dias, respeitando sempre os limites de cada um e o conselho do seu médico. Outro fator que auxilia no tratamento e na prevenção é a ingestão de alimentos com grandes quantidades de cálcio. Algumas das melhores fontes de cálcio são o leite e seus derivados, porém recomenda-se consumo moderado de laticínios devido a sua grande quantidade de gordura. Deve-se dar preferência aos desnatados que possuem o mesmo teor de cálcio dos integrais. A Dolomita é um produto importante para o trabalho e desenvolvimento muscular. Participa ativamente no mecanismo do potencial de ação dos músculos. Os músculos contraem com cálcio e relaxam com magnésio. Foi constatado em pesquisas feitas em academias e equipes de ginástica olímpica, o aumento de até 30% da elasticidade muscular com o uso de Dolomita durante o período de um ano. Combate fadiga muscular e é benéfico em casos de rigidez muscular. A Dolomita fornece minerais essenciais para o equilíbrio das funções dos nervos e para problemas das articulações.
A Dolomita é obtida de uma rocha calcária, encontrada no Brasil. É um produto de origem natural, composto por cálcio e magnésio, dois minerais inseparáveis, que sempre atuam em conjunto no organismo. A falta de cálcio leva à carência de magnésio. Já o excesso de cálcio ao ser metabolizado, absorve quantidades excessivas de magnésio, provocando mais uma vez sua carência. Contém ainda vitamina D que contribuiu com benefícios e melhor atuação do cálcio no organismo. Além de cálcio e magnésio na proporção certa, ou seja, em torno de duas partes de cálcio para uma de magnésio, combinação perfeita, elaborada pela própria natureza com alta absorção pelo organismo.
Indicação
Artrite, artrose, processos inflamatórios, tremores, osteoporoses, (recupera a massa ósea) bursite, reumatismo, gota, amigdalite, gripe, renite, sinusite, dor de garganta, herpes, cólicas menstruais, miomas, dor de cabeça, enxaqueca, tendinite, DORT (doenças ocupacionais por repetição no trabalho). Também nas doenças agudas da pele como eczemas, erisipela. Nas doenças crônicas de pele, psoriase, alergia. Suplementa a carência do Cálcio e Magnésio que atuam no sistema nervoso, e é calmante. Stress, cansaço físico e mental, perda de memória, déficit de atenção, hiperatividade, nervosismo, irritabilidade, insônia. Desordens no sistema digestivo, gastrite, enjôo na gravidez, ulceras gástricas, flatulência, colite, hemorróidas, fissuras. Desordens do sistema cardiovascular, trombose, diminui a pressão sangüínea, aumenta o desempenho do sistema cardiovascular.
DOLOMITA EM PÓ
Uso Externo:
A Dolomita quando adicionada de água ou soro para o uso em pasta, adquire uma textura cremosa muito delicada, que favorece um efeito mais eficaz que as argilas ou outras Dolomitas de maior granulosidade. Tem uma ação penetrante nos poros, neutralizando rapidamente a acidez da área aplicada. Por isso o resultado imediato é percebido pelo alívio das dores e desconfortos nos casos de problemas mais superficiais (queimadura de sol, água, óleo). Uma camada fina da pasta de Dolomita é suficiente para produzir bons resultados. Na primeira aplicação o efeito é perceptível. Quando estão acometidos músculos e tecidos mais profundos, é necessário de uma camada mais espessa cujo tratamento deve ter a duração de 30 minutos até 2 horas em média, quanto mais profundo .
A aplicação em pasta permite uma distribuição anatômica da Dolomita , especialmente na face, mão, pé, região perineal ( região genital e anal). A pasta é indicada em pequenas ou amplas lesões superficiais e mais profundas que envolvem tecido conjuntivo ou muscular como contusões , hematomas, escoriações, queimaduras ou seja acidentes que precisam de uma aplicação rápida, mais penetrante, e uma estancando de imediata o sangramento e diminui a temperatura.
Indicação
Picadas, abcessos, furúnculos e infecções na pele. Atua na pele clareando, amaciando, atenuando rugas, cicatrizes, acnes de III grau, manchas gravídicas ou senis na face , mãos e braços.
Traumatismos, dores musculares, contusões, luxações, hematomas, artrites e torcicolo.
Cólica menstrual, dores abdominais e lombares, cólica renal, nódulos nas mamas, mastite, cistites; sinusite, dores de cabeça, garganta, ouvido, e inflamação nos olhos.
Reduz processo inflamatório em caso de acnes, e superficializa os cravos. Proporcionando um lifting natural
PRÁTICO E EFICIENTE
Hidratar com água quente ou fria, até formar uma pasta homogênea. Aplicar na área desejada, deixar no mínimo 1 hora e meia. A aplicação poderá durar enquanto for confortável e no caso de membros, pode-se até passar a noite toda com o cataplasma. Na febre ou inflamação , o cataplasma frio absorverá o calor, e deverá ser trocado cada vez que esquentar. Repetir a operação quantas vezes for necessário, até equilibrar a temperatura ou, no caso, o furúnculo vir a furo. O cataplasma só poderá ser reaproveitado no máximo 2 vezes. Deixar no sol pelo menos uma hora.O tratamento deverá durar até o desaparecimento dos sintomas.
Temperatura :
• Aplicação fria: febre, furúnculos e problemas de pele com erupções ou ulcerações.
• Aplicação quente: área pulmonar, reumatismos, artrites e cólicas menstruais.
Indicações e modo de usar a pasta
-Stress – insônia, dores musculares, fibromialgia, diabetes, hipertensão, fogachos (onda de calor), dores articulares nas mãos e pés, esporões, joanete, calor nos pés.
-Febre – pode ser aplicada nas mãos e pés ou cabeça e abdomem das crianças. Catapora, sarampo, rubéola, brotoeja, reações alérgicas intensas, coceiras, inchaço, vergões, grosseirão, aplicar no corpo todo. Contusões, hematomas, escoriações, assaduras, acnes, lesões cortocontusas, picadas de inseto e animais peçonhentos.
-Rejuvenescimento da pele – celulites, estrias e flacidez, usar aproximadamente 30 dias consecutivos envolvendo com filme.
-No couro cabeludo – queda de cabelo, seborréia, oleosidade, enfraquecimento por tintura. Fazer uma pasta com a mesma proporção de água e Dolomita e aplicar nos cabelos, deixar 30 a 60 minutos conforme o comprimento dos mesmos. Pode permanecer com o tratamento durante toda noite.
-Mascara Facial rosto, colo e pescoço – 1 colher de sopa cheia de Dolomita, metade do volume de água, 5 gotas de mel. Faça uma pasta e aplique no rosto e pescoço, após 15 minutos molhe o rosto fazendo movimentos circulares até remover toda a pasta. Aplique hidratante Vitalitá.
-Banho corpo todo – Dissolver num recipiente que não seja de metal, aproximadamente 300g de DOLOMITA e o mesmo volume de água. Fazer uma pasta e espalhar no corpo todo mantendo-o umedecido entre 40 a 60 minutos. Comece aplicando nos cabelos, (tomar a precaução de lavá-los com shampoo e condicionador após o tratamento). O ideal é descansar cerca de 20 minutos após o banho (Medida aproximada para pessoas com 60 kg).
-Higiene Bucal
1 – Pré dentição, desinflama as gengivas do bebê e crianças. Molhe o dedo e coloque no pó, friccione levemente a gengiva.
2 – Clareia os dentes, evita cáries e elimina o bolor da dentadura. Escovar os dentes ou dentadura após as refeições.
3 – Alivia a dor na manutenção do aparelho de correção. Dissolver uma colher de sopa para ¼ de copo de água morna e bochechar.
4 – Pós operatório de gengivas e extração de dentes. Use o pó dentro da boca, como uma pequena almofada em forma de cataplasma. Externamente recomendamos o cataplasma de DOLOMITA.
Para uso via oral serve para: osteoporose, dor reumática, dor muscular, dor lombar, cãibra, fraqueza, artrite, anemia, Insônia e estresse.
Para uso tópico externo serve para: úlcera varicosa, ferida de herpes, ferida do diabético, máscara facial, assadura, escaras, olheiras e pés pretos.
Prevenindo a osteoporose você melhora a capacidade funcional. Osteoporose é o aumento da porosidade do osso devido a sua descalcificação (perda da massa óssea). Essa doença deixa o osso mais frágil, fazendo com que ele se quebre com facilidade. O osso é uma estrutura viva , composta principalmente de cálcio. Exercícios e exposição moderada ao sol auxiliam na fixação do cálcio.
Uma em cada três mulheres tem ou terá osteoporose. Porém esse problema não é exclusivo das mulheres.
Como usar a Dolomita:
Em pó:
Pode ser ingerida em sucos, refeições, etc.
Dose recomendada 2 granas equivalente a 2 colheres de café duas vezes ao dia.
Uso externo:
Úlcera varicosa, afecção dermatológica, cortes e feridas do diabético na forma de creme (pasta).
Modo de preparar:
Colocar a quantidade desejada do pó de dolomita em um recipiente.
Acrescentar soro fisiologico ou agua filtrada
Mexer até formar uma massa homogenea e cremosa.
“Aplicar de 3 a 4 vezes ao dia no local”
Como máscara facial:
Previne manchas, acnes, rugas, olheiras e flacidez. A DOLOMITA na forma de creme amacia e dá vida à pele.
Prepare o creme conforme indicado acima e…
Para facilitar a fixação do creme, misture gotinhas de mel, azeite de oliva ou óleo mineral.
Aplique uma fina camada com espátula ou pincel de cosmética.
O resultado reparador é surpreendentemente imediato.
Como cataplasma:
Uso na forma de cataplasma em inflamações, cólica estomacal, contusão de atleta, dores superficiais.
Espalhar a DOLOMITA em pó no meio do tecido hidrofico
Formar cataplasma
Despeje água e alise com a mão até formar uma pasta.
Aplique sobre o local afetado e prenda com uma faixa.
Como talco anti-séptico:
Uso do pó (talco) em frieiras, assaduras e micoses.
Aplique a DOLOMITA em pó seco no local afetado, renovando-o para perfeita utilização das propriedades cicatrizantes e absorventes dos minerais.
Ideal para a higiene dos pés dos diabéticos e dos esportistas em geral, eliminando o mal odor dos pés.
Como Prevenir a Osteoporose.
Quando a mulher se aproxima dos cinqüenta anos a produção de estrógeno diminui e a ovulação é interrompida. Com isso a mulher pára de menstruar e algumas sentem dores de cabeça, dores pelo corpo, fadiga, ondas de calor, sudorese, secura vaginal, insônia, alteração do humor e aumenta a incidência de doenças coronarianas. Mas todas as mulheres tem perda de massa óssea em decorrência da queda dos níveis de estrógeno. Uma das soluções para esses casos é a reposição hormonal, que protege contra as doenças coronarianas, reduz o risco de câncer uterino e é a melhor forma de interromper a perda de massa óssea e prevenir a osteoporose da pós-menopausa. Mulheres que tiveram câncer de seio ou que tenham enxaqueca, diabetes ou asma podem ter problemas com reposição hormonal. Nem sempre a menopausa requer o uso de drogas.
O exame que pode ser feito para medir o nível de perda da massa óssea é chamado de densitometria óssea e é indicado para as pessoas que apresentam pelo menos dois fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Nestes casos, a determinação da massa óssea é importante para auxiliar o tratamento. Para prevenir a osteoporose é preciso fazer uma prevenção na adolescência principalmente, para as mulheres. A quantidade de massa óssea que conseguimos juntar na adolescência fará com que no envelhecimento tenhamos maior resistência contra fraturas, por isso, é fundamental que a jovem seja orientada para uma dieta rica em cálcio, como também para atividades físicas regulares.
Os exercícios físicos devem ser realizados de forma regular três vezes por semana. O melhor é caminhar, correr dançar, jogar tênis, ou praticar esporte coletivo como futebol, voleibol, basquetebol. Para pessoas mais idosas o indicado é caminhar aproximadamente 40 minutos de preferência todos os dias, respeitando sempre os limites de cada um e o conselho do seu médico. Outro fator que auxilia no tratamento e na prevenção é a ingestão de alimentos com grandes quantidades de cálcio. Algumas das melhores fontes de cálcio são o leite e seus derivados, porém recomenda-se consumo moderado de laticínios devido a sua grande quantidade de gordura. Deve-se dar preferência aos desnatados que possuem o mesmo teor de cálcio dos integrais. A Dolomita é um produto importante para o trabalho e desenvolvimento muscular. Participa ativamente no mecanismo do potencial de ação dos músculos. Os músculos contraem com cálcio e relaxam com magnésio. Foi constatado em pesquisas feitas em academias e equipes de ginástica olímpica, o aumento de até 30% da elasticidade muscular com o uso de Dolomita durante o período de um ano. Combate fadiga muscular e é benéfico em casos de rigidez muscular. A Dolomita fornece minerais essenciais para o equilíbrio das funções dos nervos e para problemas das articulações.
A Dolomita é obtida de uma rocha calcária, encontrada no Brasil. É um produto de origem natural, composto por cálcio e magnésio, dois minerais inseparáveis, que sempre atuam em conjunto no organismo. A falta de cálcio leva à carência de magnésio. Já o excesso de cálcio ao ser metabolizado, absorve quantidades excessivas de magnésio, provocando mais uma vez sua carência. Contém ainda vitamina D que contribuiu com benefícios e melhor atuação do cálcio no organismo. Além de cálcio e magnésio na proporção certa, ou seja, em torno de duas partes de cálcio para uma de magnésio, combinação perfeita, elaborada pela própria natureza com alta absorção pelo organismo.
Indicação
Artrite, artrose, processos inflamatórios, tremores, osteoporoses, (recupera a massa ósea) bursite, reumatismo, gota, amigdalite, gripe, renite, sinusite, dor de garganta, herpes, cólicas menstruais, miomas, dor de cabeça, enxaqueca, tendinite, DORT (doenças ocupacionais por repetição no trabalho). Também nas doenças agudas da pele como eczemas, erisipela. Nas doenças crônicas de pele, psoriase, alergia. Suplementa a carência do Cálcio e Magnésio que atuam no sistema nervoso, e é calmante. Stress, cansaço físico e mental, perda de memória, déficit de atenção, hiperatividade, nervosismo, irritabilidade, insônia. Desordens no sistema digestivo, gastrite, enjôo na gravidez, ulceras gástricas, flatulência, colite, hemorróidas, fissuras. Desordens do sistema cardiovascular, trombose, diminui a pressão sangüínea, aumenta o desempenho do sistema cardiovascular.
DOLOMITA EM PÓ
Uso Externo:
A Dolomita quando adicionada de água ou soro para o uso em pasta, adquire uma textura cremosa muito delicada, que favorece um efeito mais eficaz que as argilas ou outras Dolomitas de maior granulosidade. Tem uma ação penetrante nos poros, neutralizando rapidamente a acidez da área aplicada. Por isso o resultado imediato é percebido pelo alívio das dores e desconfortos nos casos de problemas mais superficiais (queimadura de sol, água, óleo). Uma camada fina da pasta de Dolomita é suficiente para produzir bons resultados. Na primeira aplicação o efeito é perceptível. Quando estão acometidos músculos e tecidos mais profundos, é necessário de uma camada mais espessa cujo tratamento deve ter a duração de 30 minutos até 2 horas em média, quanto mais profundo .
A aplicação em pasta permite uma distribuição anatômica da Dolomita , especialmente na face, mão, pé, região perineal ( região genital e anal). A pasta é indicada em pequenas ou amplas lesões superficiais e mais profundas que envolvem tecido conjuntivo ou muscular como contusões , hematomas, escoriações, queimaduras ou seja acidentes que precisam de uma aplicação rápida, mais penetrante, e uma estancando de imediata o sangramento e diminui a temperatura.
Indicação
Picadas, abcessos, furúnculos e infecções na pele. Atua na pele clareando, amaciando, atenuando rugas, cicatrizes, acnes de III grau, manchas gravídicas ou senis na face , mãos e braços.
Traumatismos, dores musculares, contusões, luxações, hematomas, artrites e torcicolo.
Cólica menstrual, dores abdominais e lombares, cólica renal, nódulos nas mamas, mastite, cistites; sinusite, dores de cabeça, garganta, ouvido, e inflamação nos olhos.
Reduz processo inflamatório em caso de acnes, e superficializa os cravos. Proporcionando um lifting natural
PRÁTICO E EFICIENTE
Hidratar com água quente ou fria, até formar uma pasta homogênea. Aplicar na área desejada, deixar no mínimo 1 hora e meia. A aplicação poderá durar enquanto for confortável e no caso de membros, pode-se até passar a noite toda com o cataplasma. Na febre ou inflamação , o cataplasma frio absorverá o calor, e deverá ser trocado cada vez que esquentar. Repetir a operação quantas vezes for necessário, até equilibrar a temperatura ou, no caso, o furúnculo vir a furo. O cataplasma só poderá ser reaproveitado no máximo 2 vezes. Deixar no sol pelo menos uma hora.O tratamento deverá durar até o desaparecimento dos sintomas.
Temperatura :
• Aplicação fria: febre, furúnculos e problemas de pele com erupções ou ulcerações.
• Aplicação quente: área pulmonar, reumatismos, artrites e cólicas menstruais.
Indicações e modo de usar a pasta
-Stress – insônia, dores musculares, fibromialgia, diabetes, hipertensão, fogachos (onda de calor), dores articulares nas mãos e pés, esporões, joanete, calor nos pés.
-Febre – pode ser aplicada nas mãos e pés ou cabeça e abdomem das crianças. Catapora, sarampo, rubéola, brotoeja, reações alérgicas intensas, coceiras, inchaço, vergões, grosseirão, aplicar no corpo todo. Contusões, hematomas, escoriações, assaduras, acnes, lesões cortocontusas, picadas de inseto e animais peçonhentos.
-Rejuvenescimento da pele – celulites, estrias e flacidez, usar aproximadamente 30 dias consecutivos envolvendo com filme.
-No couro cabeludo – queda de cabelo, seborréia, oleosidade, enfraquecimento por tintura. Fazer uma pasta com a mesma proporção de água e Dolomita e aplicar nos cabelos, deixar 30 a 60 minutos conforme o comprimento dos mesmos. Pode permanecer com o tratamento durante toda noite.
-Mascara Facial rosto, colo e pescoço – 1 colher de sopa cheia de Dolomita, metade do volume de água, 5 gotas de mel. Faça uma pasta e aplique no rosto e pescoço, após 15 minutos molhe o rosto fazendo movimentos circulares até remover toda a pasta. Aplique hidratante Vitalitá.
-Banho corpo todo – Dissolver num recipiente que não seja de metal, aproximadamente 300g de DOLOMITA e o mesmo volume de água. Fazer uma pasta e espalhar no corpo todo mantendo-o umedecido entre 40 a 60 minutos. Comece aplicando nos cabelos, (tomar a precaução de lavá-los com shampoo e condicionador após o tratamento). O ideal é descansar cerca de 20 minutos após o banho (Medida aproximada para pessoas com 60 kg).
-Higiene Bucal
1 – Pré dentição, desinflama as gengivas do bebê e crianças. Molhe o dedo e coloque no pó, friccione levemente a gengiva.
2 – Clareia os dentes, evita cáries e elimina o bolor da dentadura. Escovar os dentes ou dentadura após as refeições.
3 – Alivia a dor na manutenção do aparelho de correção. Dissolver uma colher de sopa para ¼ de copo de água morna e bochechar.
4 – Pós operatório de gengivas e extração de dentes. Use o pó dentro da boca, como uma pequena almofada em forma de cataplasma. Externamente recomendamos o cataplasma de DOLOMITA.
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