terça-feira, 1 de outubro de 2013

OLA!!PESSOAL ESTOU DE VOLTA POR UM PERÍODO PEQUENO ATE MINHA RADIOTERAPIA COMEÇAR.QUERO QUE VOCEIS CONHEÇA SOBRE A RADIOTERAPIA, VAMOS LA?












 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RADIOTERAPIA
O que é radioterapia?
É um tratamento no qual se utilizam radiações para destruir um tumor ou impedir que suas células
aumentem. Estas radiações não são vistas e durante a aplicação o paciente não sente nada.
A radioterapia pode ser usada em combinação com a quimioterapia ou outros recursos usados no
tratamento dos tumores.
Quais os benefícios da radioterapia?
Metade dos pacientes com câncer são tratados com radiações, e é cada vez maior o número de
pessoas que ficam curadas com este tratamento. Para muitos pacientes, é um meio bastante
eficaz, fazendo com que o tumor desapareça e a doença fique controlada, ou até mesmo curada.
Quando não é possível obter a cura, a radioterapia pode contribuir para a melhoria da qualidade de
vida. Isso porque as aplicações diminuem o tamanho do tumor, o que alivia a pressão, reduz
hemorragias, dores e outros sintomas, proporcionando alívio aos pacientes.
Como é feita a radioterapia?
O número de aplicações necessárias pode variar de acordo com a extensão e a localização do
tumor, dos resultados dos exames e do estado de saúde do paciente.
Para programar o tratamento, é utilizado um aparelho chamado simulador. Através de radiografias,
o médico delimita a área a ser tratada, marcando a pele com uma tinta vermelha. Para que a
radiação atinja somente a região marcada, em alguns casos pode ser feito um molde de gesso ou
de plástico, para que o paciente se mantenha na mesmo posição durante a aplicação.
O paciente ficará deitado sob o aparelho, que estará direcionado para o traçado sobre a pele. É
possível que sejam usados protetores de chumbo entre o aparelho e algumas partes do corpo,
para proteger os tecidos e órgãos sadios.
De acordo com a localização do tumor, a radioterapia é feita de duas formas:
ß Os aparelhos ficam afastados do paciente. É chamada Teleterapia ou Radioterapia Externa.
ß Os aparelhos ficam em contato com o organismo do paciente. É chamada Braquiterapia ou
Radioterapia de Contato. Esse tipo trata tumores da cabeça, do pescoço, das mamas, do
útero, da tiróide e da próstata. As aplicações podem ser feitas em ambulatório, mas no caso de
tumores ginecológicos, há necessidade de hospitalização de pelo menos três dias. Pode ser
necessário receber primeiro a Radioterapia Externa e depois a Braquiterapia.
Quais os possíveis efeitos da radioterapia e o que fazer quando surgirem?
A intensidade dos efeitos da radioterapia depende da dose do tratamento, da parte do corpo
tratada, da extensão da área radiada, do tipo de radiação e do aparelho utilizado. Geralmente
aparecem na 3ª semana de aplicação e desaparecem poucas semanas depois de terminado o
tratamento, podendo durar mais tempo. Os efeitos indesejáveis mais freqüentes são:
ß Cansaço: o paciente deve diminuir as atividades e descansar nas horas livres. Algumas
pessoas preferem se afastar do trabalho, outras trabalham menos horas no período de
tratamento.
ß Perda de apetite e dificuldade para ingerir alimentos: é recomendável comer pouco e em
mais vezes. O paciente deve ingerir coisas leves e variar a comida para melhorar o apetite.
Fazer uma caminhada antes das refeições também ajuda. Em alguns casos, a saliva torna-se
mais espessa e altera o sabor dos alimentos, mas após o término do tratamento o paladar irá
melhorar.





ENTREVISTA

RADIOTERAPIA

Dr. João Luís Fernandes da Silva é médico oncologista. Presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia, trabalha no Serviço de Radioterapia do Hospital Sírio-Libanês.
Os raios X foram descobertos em 1895 por Wilhelm Roentgen e não demorou para que fossem usados em medicina para tirar radiografias que facilitavam o diagnóstico de  muitas doenças. Logo se percebeu também que eles tinham a capacidade de curar alguns tipos de tumores malignos.
A experiência mostrou ainda que a sensibilidade das células tumorais à exposição desses raios não era idêntica em todas elas. Algumas eram destruídas imediata e completamente com doses baixas de radiação; outras precisavam de doses muito altas para reagir.
Descobrir que a radiação danifica o material genético da célula maligna foi o passo definitivo para o surgimento da radioterapia, uma especialidade médica reconhecida em 1922 pelo Congresso Mundial de Oncologia de Paris, que evoluiu muito no decorrer do século XX e chega ao século XXI contando com aparelhos de altíssima precisão para destruir o tumor sem causar danos às células normais que lhe são próximas.
SENSIBILIDADE À RADIOTERAPIA
Drauzio – Você poderia explicar o princípio básico da radioterapia? Como à custa de radiações consegue-se destruir a célula maligna?
João Luis Fernandes da Silva – Não podemos confundir radiação ou radioterapia com queimadura. Por isso, a radiação é usada para tratamento de tumores que têm uma absorção seletiva dos raios, se comparados com os tecidos sadios. Em outras palavras: quando se irradia um tumor, a absorção é maior nas células tumorais e menor nos tecidos sadios.
Descrevendo de maneira muito simples, há um efeito imediato que chamamos de efeito direto da radiação, ou seja, uma destruição na hélice do DNA que faz a célula maligna morrer naquela hora ou a deixa marcada para morrer mais tarde, e um efeito tardio. Este ocorre no meio em que a célula está, provocando uma série de alterações que, com o passar do tempo, agem em seu metabolismo e fazem com que ela morra por um processo chamado de apoptose ou morte celular programada.
Se o tumor não tivesse a propriedade de absorção seletiva dos raios, nunca poderíamos fazer radioterapia. Trata-se de um fenômeno interessante: o tumor tem um tipo de sensibilidade à radiação e as células sadias, outro. Quanto mais radiossensível ele for e mais distante estiver da célula normal, maior a chance de curar a doença.
EVOLUÇÃO DAS MÁQUINAS DE RADIOTERPIA
Drauzio – A radioterapia é um processo que permite jogar radiação na área do corpo onde se localiza o tumor. Esse tratamento começou com a utilização das bombas de cobalto. Como evoluíram essas máquinas e o que criaram de novo no campo da radioterapia?
João Luis Fernandes da Silva – A primeira forma de utilizar a radiação não foi através de um aparelho colocado distante do tumor (teleterapia). Na verdade, eram isótopos colocados em contato com o tumor, a braquiterapia. A propósito, “braqui” é um prefixo grego que significa junto de, em contato com.
Do ponto de vista cronológico, porém, os aceleradores lineares (os aparelhos mais utilizados hoje) talvez tenham aparecido antes das bombas de cobalto. Retomando os aspectos históricos, a radiação foi descoberta quando Roentgen conseguiu obter uma forma de energia capaz de sensibilizar um filme fotográfico onde ficaram registrados os ossos da mão e o anel da pessoa que o ajudava.
A partir daí, os aparelhos de radiação foram usados para diagnóstico. No entanto, de forma absolutamente empírica, observou-se que regrediam as lesões de pele do médico e daqueles que por ventura estivessem lidando com as máquinas de raios X. Diante de tal evidência, a radiação foi utilizada especificamente para esse tipo de tratamento – pasmem! – sem nenhuma proteção.
Com o passar do tempo, porém, a radiação passou a ser gerada por pastilhas, as bombas de cobalto, colocadas num cabeçote e cercadas de enorme proteção. A título de curiosidade, depois dos grandes acidentes com radioatividade que ocorreram em seu território, o Brasil é o país do mundo que conta com as melhores barreiras de proteção.
Das pastilhas de cobalto ou de césio colocadas dentro de um cabeçote altamente protegido emana um feixe de radiação ionizante que, por meio de processos aritméticos e geométricos, é direcionado para incidir na região do tumor, respeitando uma considerável margem de segurança. Entretanto, essas pastilhas vão perdendo a força com o tempo e precisam ser substituídas e descartadas.
Como esse tipo de radiação natural pode provocar uma série de contratempos, surgiram os aceleradores lineares, aparelhos com a capacidade de produzir radiação eletromagnética ionizante (fóton) para tratar de tumores. O processo consiste mais ou menos no seguinte: retira-se da periferia do átomo um elétron que entra em superaceleração e vai bater num alvo pré-determinado. Atualmente, por meio de computadores e digitalização, temos o poder de irradiar com precisão o ponto almejado. Para tanto, dependemos muito da imagem. Esse grau de sofisticação que permite colocar a radiação eletromagnética no alvo exige saber exatamente onde se localiza o tumor.
DINÂMICA DO TRATAMENTO
Drauzio – Posso dizer, então, que a grande evolução por que passaram as máquinas de radioterapia permitiu dirigir o feixe de radiação de forma a atingir o tumor em todas as suas dimensões, poupando ao máximo os tecidos que estão na vizinhança. No passado, quando os aparelhos não permitiam fazer esse desenho claro do local a ser irradiado, muitas vezes os doentes apresentavam queimaduras de tecidos nobres do organismo. Isso mudou completamente a perspectiva do tratamento.
João Luis Fernandes da Silva – A diminuição da morbidade por causa dos efeitos colaterais da radioterapia tem implicação básica e direta com a evolução das radioterapias bidimensional e tridimensional. Hoje, é possível por um método de imagem como a tomografia desenhar o tumor observando as margens de segurança. Isso não é feito por um profissional isoladamente; é um processo dinâmico que envolve o radiologista, o oncologista clínico, o cirurgião, a pessoa que fez o exame de ressonância magnética.
Uma vez desenhado o campo de radiação, ele é enviado para um sistema de computador e obtém-se um modelo biológico que permite definir exatamente a região que será irradiada. Por exemplo, vamos imaginar que o órgão a ser irradiado seja a próstata. O reto, que está colado nela, não pode receber mais do que 60% da dose necessária para a próstata e a bexiga, mais do que 55%. Essa limitação de dose é colocada no sistema, que oferece como opção outros campos para incidir o feixe de raios a fim de preservar os órgãos vizinhos. O mesmo aconteceria com um tumor de pulmão, de cabeça e pescoço, ou mesmo de língua, se tivéssemos que poupar as glândulas salivares. A dose está alta, vamos recalcular quantas vezes sejam necessárias. Isso só é possível porque hoje conseguimos conversar com o computador.
Infelizmente, eu me sinto um pouco frustrado, pois nem todos os profissionais podem trabalhar desse modo no Brasil, o que é muito ruim. Sabe-se como tratar direito um paciente com câncer, mas diante das restrições socioeconômicas do país não se pode propiciar esse tipo de tratamento para toda a população.
Drauzio – Esses aparelhos custam muito caro?
João Luis F. da Silva – Custam caro, mas o problema não é tanto o preço. O governo destinou cem milhões de reais para a compra de aparelhos maravilhosos que foram instalados em diversos locais do País nos últimos anos. Embora tenha sido uma medida elogiável, foi a mesma coisa que dar um Boeing para um piloto aprendiz. O médico brasileiro não é melhor nem pior do que nenhum outro. Só precisa ser formado, ser preparado para trabalhar com esse tipo de equipamento.
Sem que tal providência tenha sido tomada, novamente o governo está distribuindo aparelhos por todo o Brasil. Vai colocar, por exemplo, um aparelho em Roraima. Está certo, porque a radioterapia ajuda a curar os pacientes. Em composição com a oncologia clínica e cirúrgica, presta serviço assistencial de valor incontestável. Mas, pergunto: de que adianta colocar uma estrutura que custa cinco milhões de reais num lugar onde não será usada em sua plenitude? A falta de formação dos profissionais que vão lidar com esses aparelhos é um problema que nos enche de mágoa porque, se eles fossem adequadamente preparados, estariam realizando um ótimo trabalho.
ORIENTAÇÕES PRELIMINARES
Drauzio – Como você orienta o paciente que vai receber o tratamento radioterápico pela primeira vez para que não se assuste diante das máquinas?
João Luis Fernandes da Silva – Vamos imaginar que eu receba uma mulher com câncer de mama indicada pelo oncologista clínico para fazer radioterapia. Existe uma parte orgânica a ser tratada, mas existem outras também importantes, como o contexto e a empatia com o médico, que merecem atenção.
A primeira consulta é igual a todas as outras que a mulher fez na vida. Leva os exames, eu os aprecio e, em 99% das vezes, ligo para o colega que acompanha o caso. Depois, planejo o preparo da radioterapia e a elaboração de uma imagem da área que será irradiada. É um câncer de mama? Vamos irradiar a mama sem maltratar o pulmão ou o coração da paciente. Temos o hábito de mostrar-lhe – e nem todos podem fazer isso – qual será nosso campo de ação num computador ou num modelo que é uma placa. Explicamos que durante a radioterapia pode sentir um pouco de náusea e de astenia e mostramos a sala onde será tratada. Nós que lidamos só com tumores sabemos que é importante contar com um ambiente agradável. Contamos que ela ouvirá um barulhinho e que estará sendo observada o tempo todo numa tela de televisão (isso é obrigado pela vigilância sanitária). Qualquer sinal seu será o suficiente para interrompermos imediatamente a aplicação
Drauzio – Quanto tempo dura cada irradiação?
João Luis Fernandes da Silva – Dura em torno de sete a quinze minutos. A família se preocupa, pois teme que o doente não suporte um tratamento dessa magnitude, mas a natureza humana é surpreendente. Em geral, ele tolera de uma maneira que vai muito além das nossas expectativas.
Drauzio – Durante quanto tempo o paciente é submetido à irradiação?
João Luis Fernandes da Silva – Em média de seis a seis semanas e meia, de segunda a sexta-feira. Só ocasionalmente o tratamento é mantido nos sábados e domingos.
EFEITOS COLATERAIS
Drauzio – É lógico que os efeitos colaterais dependem do local irradiado. Irradiar uma lesão no pé provoca efeitos colaterais diferentes daqueles resultantes da radiação num tumor de boca. De qualquer modo, quais são os efeitos colaterais mais comuns?
João Luis Fernandes da Silva - Dependendo da região em que está sendo feita e do mesmo modo que a quimioterapia, a radioterapia pode provocar efeitos sistêmicos.  Vou citar como exemplo a barriga, um dos piores lugares para serem irradiados. Segmentos do intestino, tais como mucosa, parede, epitélio (camada que reveste o intestino), renovam-se tão rapidamente quanto a pele, o que pode provocar enjoo e alterações dos hábitos intestinais.
O grande exemplo dos efeitos da radiação é a síndrome que matou a população de Hiroshima e Nagasaki. Quais são os sistemas mais sensíveis do organismo? São o trato gastrintestinal, as células do sangue (caem plaquetas e leucócitos) e depois a síndrome cerebral. Como a radioterapia é localizada, pode causar esse quadro em pequenas proporções. De qualquer forma, provoca nos pacientes o chamado mal das radiações, ou seja, a astenia. Eles se referem à moleza e à vontade de não sair da cama.
Mesmo que o campo da irradiação seja pequenininho, há um reflexo na dinâmica de vida do paciente e isso é categorizado. Se a região irradiada for a boca, pode ocorrer mucosite, uma inflamação da mucosa bucal. Radiação nas parótidas diminui a secreção salivar (xerostomia) e o paciente tem dificuldade para engolir. Se o alvo for um tumor no ânus, a vagina pode ficar irritada e sensível durante a micção.
Resumindo, a radioterapia tem efeito basicamente local, diretamente relacionado com o órgão que está sendo irradiado.
ESTILO DE VIDA
Drauzio –Como deve ser o estilo de vida de quem está fazendo radioterapia O que deve comer? Pode tomar sol?
João Luis Fernandes da Silva – Novamente me vêm os tumores de próstata e DE mama como exemplos, porque são os mais frequentes. Vou citar a próstata, pois é a que menos reação cutânea apresenta.
É proibido tomar sol durante o tratamento radioterápico; aliás, excesso de sol não é bom nunca. Bebidas alcoólicas têm de ser evitadas porque irritam os órgãos por onde passam e fumar também é contraindicado não só para o câncer de pulmão e de bexiga, mas para os outros tumores também. Há estudos comprovando que o prognóstico piora muito se a pessoa com tumor de cabeça e pescoço fumar durante o tratamento. Via de regra, o doente com alimentação saudável não muda os hábitos alimentares e, num bom número de casos, nem a atividade física.
Com frequência, a radioterapia é associada a outros tratamentos, à quimioterapia, principalmente. Aí, os efeitos colaterais triplicam. Irradiação para um tumor de esôfago associada à quimioterapia torna mais difícil deglutir; tumor no reto recebendo tratamento concomitante de rádio e quimioterapia provoca aumento do trânsito intestinal.
Drauzio – Que quantidade de líquido deve tomar o doente em tratamento radioterápico?
João Luis Fernandes da Silva – Se a irradiação é no trato gastrintestinal, o doente deve tomar um pouco mais de líquido, porque o aumento da atividade do sistema digestivo pode espoliar os tecidos. Se o local irradiado impede a alimentação adequada do paciente, de alguma forma é preciso garantir que haja maior ingestão calórica, principalmente de proteína líquida.
NÁUSEAS E ASTENIA
Drauzio – Quais são as dicas para aqueles que têm náuseas?
João Luís Fernandes da Silva – Nós usamos a sistemática clássica: a indicação de anti-heméticos, isto é, de remédios contra náuseas e vômitos. Começamos dos mais baratos para os mais caros e ensinamos alguns truquezinhos que ajudam a controlar esses sintomas. Comer doce é um deles. Por isso, gosto de sugerir para meus doentes que tomem sorvete e comam alimentos frescos. Fruta é fundamental na dieta desses doentes.
Drauzio – Às vezes, alimentos salgados – bolacha de água e sal, por exemplo -, e chá também ajudam.
João Luís Fernandes da Silva – Exatamente. A noção caseira de fazer soro fisiológico é útil.  Portanto, contra as náuseas e vômitos as orientações são dadas quando se faz radioterapia pública ou privada e vão desde as mais simples até as drogas mais caras, mesmo optando pelos genéricos.
Drauzio – E contra o cansaço, qual é o conselho?
João Luís Fernandes da Silva - Primeiro, mesmo com limitações, o doente não deve ficar na cama, assistindo à televisão e pensando no tratamento e na doença. Isso é muito ruim. Depois, existem medicamentos com base calórica proteica que ajudam a controlar a astenia.
FUTURO PROMISSOR
Drauzio – Você acha que com o decorrer dos anos poderemos contar com aparelhos que acertarão a região do tumor com mais precisão e menos efeitos colaterais?
João Luís Fernandes da Silva – Eles já existem. Há uma brincadeira que corre entre os especialistas em radioterapia – “me dê uma imagem do tumor que eu coloco a radiação nele” – que reflete a grande evolução da radioterapia. Pode-se dizer que hoje, quase se faz uma radiação puntiforme. Existe um tipo de radioterapia chamada radiocirurgia, como o próprio nome indica, uma radiação que tenta substituir a cirurgia. Lesões pequeninas localizadas no cérebro são atacadas com um tiro só, ou seja, uma carga brutal de irradiação. Isso precisa ser feito com precisão milimétrica, à luz de cálculos extremamente sofisticados, só possíveis na era da informática em que vivemos. Além disso, a evolução por que está passando a genética facilitará a utilização de marcadores tumorais por meio dos quais se determinará com precisão onde está o tumor para eventualmente levar um quimioterápico junto com a radiação.
Como se vê, o futuro da radioterapia é cada vez mais promissor.




sexta-feira, 26 de julho de 2013

DIA DOS AVÓS

26 de Julho

Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de Julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de
Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.
Dia da Vovó
Conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança.
Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem batizaram de Maria.
Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos.
Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos.
Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida, para ser Mãe de Seu Filho.
São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.
O Dia dos Avós gera polêmica por conta das críticas dos que só vêem o lado comercial da comemoração.
Mas o papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos.
Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes.
As avós são também chamadas de "segunda mãe", e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de estar vivenciando os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações.
Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.
Fonte: www.belita.org
Dia da Vovó

26 de Julho

O Dia da Vovó ou dos Avós é uma daquelas datas que geram polêmica por conta das críticas dos que só vêem o lado comercial da comemoração. Mas ela é muito mais que isso. Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.
Dia da Vovó
O papel simbólico desempenhado pelos avós é muito importante para a criança. Mesmo depois de mortos, costumam fazer parte das nossas, geralmente boas, lembranças da infância. Nem a morte os separa dos netos, pois eles continuam identificados à sua primeira infância. Ao contrário do que se pode pensar, os avós fazem muito mais do que mimar os netos. Muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes.
Origem do dia - Comemora-se o Dia da Vovó em 26 de julho porque esse é o dia de Santa Ana, mãe de Maria e avó de Jesus Cristo. Conta a história que Ana e o marido, Joaquim, não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Ela teve uma menina quando já tinha idade avançada e a batizou de Maria.
Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas três anos. Ela é a padroeira das mulheres grávidas e dizem que concede gravidez às mulheres estéreis.
Fonte: Portal da Família; Soleis

SAÚDE E BEM ESTAR: obrigado

SAÚDE E BEM ESTAR: obrigado: A TODOS AGRADEÇO PELAS VEZES QUE FUI VISITADA NESTE BLOGGER, PELOS ASSUNTOS LIDOS E TALVEZ AJUDADOS,QUANDO EU VOLTAR VOU POSTAR OUTROS ASSUN...

obrigado

A TODOS AGRADEÇO PELAS VEZES QUE FUI VISITADA NESTE BLOGGER, PELOS ASSUNTOS LIDOS E TALVEZ AJUDADOS,QUANDO EU VOLTAR VOU POSTAR OUTROS ASSUNTOS, DEIXO VCS DEVIDO TENHO UM PROCEDIMENTO QUE VAI SER REALIZADO SEMANA QUE VEM,NAO SEI AS SEQUELAS QUE VOU TER,É UM NEURINOMA DE ACÚSTICO NO CELEBRO,REZE POR MIM,AGRADEÇO A TODOS BJS.




Após a fecundação a nova célula diplóide sofre várias divisões mitóticas sucessivas, originando um indivíduo com milhões de células organizadas em tecidos e órgãos, ao final de cerca de 266 dias. Ao período de desenvolvimento embrionário chama-se gestação.

Primeiro trimestre de gestação

A primeira divisão mitótica do zigoto ocorre cerca de 24 horas após a fecundação, iniciando-se a segmentação. Esta fase decorre ao longo da trompa de Falópio, e dura alguns dias. O número de células vai aumentando, mas sem a dimensão global se alterar. Quando chega ao útero, a mórula tem 16 células.
A mórula transforma-se por segmentação numa estrutura, o blastocisto, constituída por uma cavidade cheia de liquido uterino, o blastocélio, uma massa de células que dará origem ao novo ser, o botão embrionário, e uma camada de células externa, o trofoblasto. As células do botão embrionário são estaminais, isto é, são totipotentes podendo potencialmente cada uma delas dar origem a um novo ser. Quando o blastocisto entra em contacto com o endométrio, inicia-se a implantação do embrião. A implantação do embrião no endométrio chama-se nidação e leva cerca de 5 dias. Durante este período as células do trofoblasto produzem enzimas que catalizam a digestão do epitélio uterino, permitindo ao embrião penetrar na parede uterina. Esta estrutura dará origem à maior parte dos anexos embrionários que permitem que o desenvolvimento embrionário ocorra no interior do organismo materno. Os anexos embrionários – âmnio, córion, saco vitelino, alantóide e placenta – formam-se quando se inicia a nidação. O córion, possui vilosidades que vão penetrar nas lacunas do endométrio preenchidas por sangue materno devido à ruptura dos capilares. O embrião fica totalmente coberto pela mucosa interina aos 11-12 dias, estando completa a nidação.
Nas primeiras duas a quatro semanas o embrião obtém os nutrientes directamente do endométrio.
Ao fim de cerca de 15 dias, começa a ocorrer a gastrulação e o início da organogénese. Dá-se a diferenciação celular a partir dos três folhetos embrionários (ectoderme, mesoderme e endoderme), em tecidos, órgãos e sistemas de órgãos.
Destino dos folhetos embrionários:
ectoderme: sistema nervoso, órgãos sensoriais, epiderme e pêlos
mesoderme: derme, esqueleto, músculos, sistemas reprodutor, excretor e circulatório
endoderme: sistema respiratório, revestimentos do tubo digestivo, da orgão reprodutor feminino e da bexiga, glândulas do tubo digestivo, fígado e pâncreas
O coração começa a bater a partir da 4a semana, e a partir da 8a semana o embrião passa a chamar-se feto e é aparentemente um ser humano, que apesar de já bem diferenciado tem apenas 5 cm no final do 1º trimestre. Formam-se também os outros anexos durante este período:
o âmnio: membrana que delimita a cavidade amniótica preenchida pelo líquido amniótico, no qual se encontra imerso o embrião. O líquido impede a desidratação e protege dos choques mecânicos.
A vesícula vitelina, e o alantóide, embora sejam muito importantes noutras espécies, nos mamíferos são pouco relevantes, e o seu papel é assumido por um outro anexo embrionário, a placenta.
a placenta: estrutura em forma de disco, formada a partir das vilosidades coriónicas do embrião e do endométrio materno. Encontra-se ligada ao embrião através de um canal formado a partir do âmnio, o cordão umbilical, no qual existem duas artérias e um veia. Estes vasos estão interligados por capilares através dos quais se fazem as trocas de substâncias entre a mãe e o embrião. Ao nível hormonal tem também um papel muito importante.
Na mãe, cessa a menstruação e os seios aumentam.

Segundo e terceiro trimestres da gestação – período fetal

Durante o segundo trimestre o feto cresce rapidamente e atinge os 30 cm e mostra-se muito activo. No último trimestre atinge, geralmente, os cerca de 3 kg e um comprimento de cerca de 50 cm. A actividade fetal pode diminuir visto o espaço ser limitado.

O parto

O bebé finalmente nasce. Este processo divide-se em três fases:
Dilatação do colo do útero
Abertura e dilatação do cérvix da mãe, saída do liquido amniótico (daí a expressão popular “rebentamento das águas”), surgem as primeiras contracções rítmicas uterinas
expulsão do bebé: fortes contracções uterinas forçam o feto a sair do útero através do orgão reprodutor feminino. Os pulmões do bebé outrora cheios de liquido amniótico enchem-se de ar pela primeira vez. O cordão umbilical é cortado.
Expulsão da placenta
A placenta e os restantes anexos embrionários são expulsos do corpo da mãe

Regulação Hormonal na nidação e gestação

As células do blastocisto segregam hormona gonadotropina coriónica (hCG) que actua no corpo lúteo do ovário. A hCG tem uma acção semelhante à hormona LH, induz o crescimento do corpo lúteo para que a secreção de estrogénios e de progesterona continue, evitando assim a secreção de FHS e LH pela hipófise até depois do nascimento. Esta regulação hormonal inibe a formação de um novo folículo e descamação do endométrio. O endométrio uterino forma hCG a partir do 1º dia após a nidação, sendo detectada na urina, por exemplo, através dos testes de gravidez (os mais correntes vendidos em farmácias e supermercados). Posteriormente, são o córion e depois a placenta que sintetizam a HCG. Perto da 7a semana a placenta começa a produzir progesterona, substituindo o corpo lúteo. E na 12a passa a ser um função única da placenta, e o corpo lúteo deixa de ser necessário e degenera. A progesterona e estrogénios produzidos pelo corpo lúteo ou pela placenta iniciam o crescimento dos tecidos mamários para a preparação da lactação. A hipófise anterior produz prolactina, fundamental nas glândulas mamárias. Durante a gravidez a produção de leite é inibida pela progesterona. Aumentam o número de glândulas produtoras de leite (lóbulos) e no final do terceiro trimestre estas glândulas podem produzir colostro, um liquido amarelo que fornece ao recém-nascido proteínas, vitaminas, minerais e anticorpos.

Regulação hormonal no parto

No final da gestação a parede do útero sofre alterações, ficando mais esticada e comprimida pelo feto, que aumentou bastante de tamanho. Nesta fase os níveis de estrogénio são superiores aos da progesterona, as células da placenta começam a produzir prostaglandinas, hormonas que causam a contracção da musculatura lisa do útero. A pressão que a cabeça do feto exerce sobre o colo do útero gera a formação de impulsos nervoso para o cérebro da mãe, que liberta a hormona oxitocina pela hipófise posterior. Ambas a oxitocina e a prostaglandinas causam contracções do útero, forçando o nascimento do feto.

Regulação hormonal no aleitamento

Durante a gestação é produzida prolactina pela hipófise anterior. O efeito desta hormona é retardado pela progesterona e estrogénio, cujos níveis baixam muito no nascimento do bebe permitindo que a prolactina accione a produção de colostro e depois de leite. A própria sucção do mamilo pelo recém-nascido induz a produção de prolactina que estimula as glândulas mamárias a produzirem mais leite.
Fonte: casadasciencias.org
Desenvolvimento Embrionário Humano


Embriologia é a ciência que estuda a formação e o desenvolvimento dos órgãos e sistemas do ser humano. Todo organismo sofre mudanças progressivas durante sua vida. Essas mudanças são muito mais pronunciadas e rápidas nas fases mais jovens do desenvolvimento, principalmente na fase embrionária. E embora o nascimento seja um momento que marca o término de uma fase e o início de outra, não representa o fim dos processos de desenvolvimento humano. A embriologia se ocupa das transformações sofridas pelo óvulo até o nascimento.Em termos didáticos, engloba o período de gametogênese, fertilização, clivagem, gastrulação e organogênese.
O desenvolvimento de cada ser humano começa com a fecundação do óvulo pelo espermatozóide. Após a fecundação tem início uma série de eventos que caracterizam a formação do zigoto que dará origem ao futuro embrião.
O zigoto é uma célula única formada pela fusão do óvulo com o espermatozóide e na qual estão presentes os 46 cromossomos provenientes dos gametas dos pais, cada um contendo 23 cromossomos.
A partir de 24 horas contadas após a fecundação, o zigoto começa a sofrer sucessivas divisões mitóticas, inicialmente originando inúmeras células até que por volta do 6º dia após a fecundação, já no útero, esse conjunto de células se implanta no endométrio. Damos a esse fenômeno o nome de nidação.
No endométrio uterino o embrião irá crescer e se desenvolver, até que na 9ª semana de gestação passa a ser chamado de feto. Este com todos os órgãos e tecidos praticamente já formados, mas mede cerca de 3,7 cm.
O período fetal é caracterizado por um crescimento rápido e pela continuação da diferenciação dos tecidos e dos órgãos. Entre a 10ª e a 20ª semana o feto cresce principalmente em comprimento. Entre a 21ª e a 40ª semana o feto cresce sobretudo em peso.
Perto do final da gravidez o feto distingue perfeitamente a voz da mãe. Responde a estímulos musicais ou a barulhos e vê a luz através da parede abdominal. A data provável do parto coincide com as 38 semanas após a fecundação, ou seja, cerca de 40 semanas (ou 280 dias) após o início do último período menstrual.

Períodos

Período Embrionário (Organogênese) – 4ª à 8ª Semana.
Período Fetal – 9ª à 38ª semana.
Gestação pré-termo – Antes de 37 semanas completas (até 36 sem e 6 dias).
Gestação a termo – Entre 37 semanas completas e 41 sem e 6 dias.
Gestação pós-termo – Após 42 semanas completas.

A Embriologia como ciência

O primeiro método utilizado na investigação do desenvolvimento embrionário foi o da observação. Aristóteles, estudando embriões de aves, foi o primeiro a fornecer informações corretas sobre o desenvolvimento do embrião. Infelizmente só depois da Idades Média é que apareceram os novos dados, com as observações mais precisas de Fabrizio D'Acquapendente (1537-1619), William Harvey (1578-1667) e Marcello Malpighi (1628-1694). A embriologia porém só veio a se firmar como ciência após os trabalhos de von Baer (1792-1876), considerado o pai da embriologia moderna; foi ele quem identificou o óvulo dos mamíferos, distinguindo-o do folículo de Graaf e também demonstrou a importância dos folhetos germinativos no desenvolvimento embrionário. Só após o estabelecimento da teoria celular (1839) foram lançadas as linhas mestras da embriologia atual.

Utilidade

A embriologia tem ampla aplicação no estudo da anatomia humana, pois fornece uma explicação racional para a disposição e as relações entre os órgãos no adulto, por exemplo, a disposição das alças intestinais, a assimetria dos vasos torácicos e abdominais, a inervação múltipla da língua, a distribuição dos mesos e etc.
Como a embriologia também estuda as relações entre o feto e mãe ela é indispensável no conhecimento da anatomia e fisiologia materna durante a gestação. Alem disso tem aplicação em toda a medicina, pois nos permite entender as malformações congênitas e dessa forma saber tratá-las.
Esse capítulo do nosso site não esmiuçará a gametogênese (formação do gameta masculino e feminino), os aparelhos reprodutores e o processo de fertilização. Isso porque esses estudos, ao meu ver, se fazem mais pertinente em outros capítulos. Aqui você encontrará informações sobre embriologia que lhe permitirão entender a anatomia do feto, da criança e do adulto.
Fonte: www.anatomiaonline.com

quarta-feira, 19 de junho de 2013

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7 alimentos e remédios caseiros que poderão salvar a sua vida

Amendoas
O que é de fato ter uma vida saudável? Como posso avaliar com precisão a minha própria qualidade de vida? Estas são algumas das perguntas que um número crescente de pessoas estão se perguntando ao testemunharem o aumento dos problemas de saúde no país, na forma de alergias, doenças auto-imune, problemas neurológicos, transtornos de desenvolvimento, e doenças crônicas. Mas as respostas para estas importante perguntas devem ser experimentadas para serem totalmente compreendidas, e a única maneira de experimentá-las é realmente vivê-las.
Aqui estão sete especiarias, alimentos e remédios caseiros que podem não só te ajudar a experimentar uma renovação de saúde dramática e perceptível, mas que podem também acabar salvando a sua vida no futuro:
1) CÚRCUMA (Açafrão). Este membro extraordinário da família do gengibre tem sido apelidado de “rei de todas as especiarias” por uma boa razão. O açafrão traz benefícios para a saúde a curto e longo prazo, o que o tornam um “superalimento” da mais alta ordem, oferecendo suporte para a saúde dos ossos, pele, articulações, sistema digestivo, imunológico, circulatório e neurológico. Rico em curcuminóides, que ajuda a combater doenças, a cúrcuma é praticamente inigualável em relação a prover alívio imediato e perpétuo para uma variedade de doenças. Já foi verificado inclusive que a Cúrcuma ajudar a prevenir e tratar o câncer, que é atualmente uma das principais causas de morte.
“Uma extensa pesquisa nas últimos cinco décadas indicou que a curcumina (o ingrediente ativo do açafrão) reduz os níveis de colesterol no sangue, previne a oxidação de lipoproteína de baixa densidade, inibe a agregação plaquetária, suprime trombose e infarto do miocárdio, suprime os sintomas associados à diabetes tipo II, artrite reumatóide, esclerose múltipla e doença de Alzheimer; inibe a replicação do HIV, suprime a formação de tumores, melhora a cicatrização de feridas, protege contra a lesão do fígado, aumenta a secreção biliar, protege contra a formação de cataratas, e protege contra a toxicidade pulmonar e fibrose”, explica uma análise global da benefícios de açafrão.
Você encontra cúrcuma e açafrão da terra (e pode comprar online) no Armazém dos Temperos.
2)LUZ SOLAR NATURAL (vitamina D). Não há praticamente nenhum outro nutriente mais adequado, ou facilmente obtido, para garantir uma boa saúde do que vitamina D. Uma ampla pesquisa demonstrou que a vitamina D, que é produzida naturalmente no corpo, como resposta a exposição a luz solar e a radiação ultravioleta B (UVB), é importante para a prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, desordens endócrinas, infecções, insuficiência dos órgãos, problemas de saúde mental, doenças neurológicas e doenças de pele.
3) AMÊNDOAS. Com um excelente valor nutricional, as amêndoas são uma potência de nutrição podendo fornecer alívio imediato e duradouro da dor e de outras condições. Sendo uma rica fonte de potássio, magnésio, cálcio, fósforo, vitamina E e ferro, as amêndoas ajudam a regular os níveis de colesterol, pressão arterial e promover uma perda de peso saudável. Comer um punhado de amêndoas cruas todos os dias pode não só ajudar a evitar problemas de saúde a longo prazo, como doença cardíaca, mas também proporcionar alívio imediato para desconforto digestivo, inflamação e até mesmo dores de cabeça.
4) CAMU CAMU. Encontrado em algumas regiões do Brasil, o camu camu é um alimento fenomenal, e talvez seja um dos frutos mais ricos em nutrientes que existe. Com cerca de 50 vezes mais vitamina C do que a laranja, o camu camu fornece proteção sólida para o sistema nervoso central, que é responsável por regular a função do cérebro, olhos, pulmões, músculos e coração. Comer regularmente o camu camu pode também ajudar a evitar o desenvolvimento de demência e proteger o organismo contra infecções bacterianas e virais.
5) ÁGUA PURA. Porque o seu corpo está sendo constantemente bombardeado com produtos químicos tóxicos, tanto de fontes ambientais como de alimentos, água pura e limpa é essencial para a manutenção de um ecossistema saudável interno. Muitos problemas comuns de saúde são agravados e até mesmo causados por desidratação, e, potencialmente, milhões de pessoas desnecessariamente tomam medicamentos devido à problemas resultantes da falta de água pura, livre de flúor. Portanto, beba mais água, e ajude você mesmo ter uma vida mais saudável e livre de doenças.
6) VEGETAIS CRUCÍFEROS. Brócolis, couve-flor, rabanete, couve de bruxelas, couve e vários outros alimentos da família dos vegetais crucíferos, são alimentos ricos em enxofre, que ajuda a combater a inflamação sistêmica, que é a principal causa de doenças crônicas atualmente. O consumo regular de vegetais crucíferos, que também contém altos níveis de um nutriente anticancerígeno conhecido como sulforafano, pode ajudar a desintoxicar o seu trato gastrointestinal e promover o crescimento e reparação dos tecidos corporais.
7) ALHO. Os benefícios à saúde trazidos pelo alho são numerosos, razão pela qual esta erva tão comum é considerada uma das mais benéficas para a promoção da saúde e do bem-estar. Rico em um composto medicinal conhecido como alicina, o alho tem o potencial de revolucionar a sua saúde, já que pode ajudar a prevenir gripes e resfriados, atua como anti-inflamatório, pode reduzir o risco de câncer, entre muitos outros benefícios. Alho fresco é especialmente benéfico o para bem-estar, uma vez que contém os mais altos níveis de alicina terapêutica.
Você encontra alho granulado, alho em pó e alho frito (e pode comprar online) no Armazém dos Temperos.


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terça-feira, 18 de junho de 2013

Geral

Senado aprova pagamento de bolsa mensal de R$ 2.000,00 para garotas de programa.

Postado em 15/05/2013 17:28 h | Fonte: Alerta Noticias
Uma proposta polêmica, de autoria da senadora Maria Rita, do Partido dos Trabalhadores, foi aprovada na tarde de hoje por maioria de votos. Trata-se do pagamento de uma bolsa mensal no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para garotas de programa em todo país.
“O objetivo da bolsa é dar a essas mulheres a possibilidade de terem uma vida mais digna, pois o dinheiro deve ser prioritariamente utilizado com prevenção de doenças”, explicou a senadora.
Segundo ela, o projeto tem interesse público, pois também tem o objetivo de “disponibilizar pra clientela um serviço de melhor qualidade, já que as meninas poderão se cuidar melhor, pagar tratamentos estéticos, frequentar academias etc.”
O projeto de lei vai ser submetido à sanção da presidente Dilma e deve entrar em vigor até o início da copa de 2014.


FONTE: http://joselitomuller.wordpress.com/2013/05/10/senado-aprova-pagamento-de-bolsa-mensal-de-r-2-00000-para-garotas-de-programa/
Senado aprova pagamento de bolsa mensal de R$ 2.000,00 para garotas de programa.