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quinta-feira, 13 de junho de 2013
DIA DOS NAMORADOS
Oração dos Namorados - Uma prece para o dia dos namorados
Quase todas as pessoas sabem que Santo Antonio é o padroeiro dos namorados, o famoso santo casamenteiro, o que muitos não sabem é que o dia dos namorados comemorado em 12 de junho é uma homenagem a este santo cujo dia é comemorado em 13 de junho.
Apresentamos a oração dos namorados, uma prece cheia de fé e amor pedindo a Santo Antonio sua benção e proteção para o casal, pronta para fazer uma homenagem no Facebook da pessoa amada. Uma bela Oração para o dia dos namorados, para levar um pouco de fé aorelacionamento, para fortalecer o amor a dois. " O coração tem razões que a própria razão desconhece". (Pascal)
Oração para o Dia dos Namorados, para todos os dias do ano
Grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos.
Faze que eu seja realista, confiante, digno(a) e alegre.
Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família.
Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas.
Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e ocrescimento na fé.
Assim seja.
Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família.
Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas.
Assim seja.
A todo o momento nos surpreendemos com os novos acontecimentos que a vida nos proporciona. Você foi assim: surpreendentemente emocionante Desde o primeiro momento em que a vi sorrir, que pude contemplar o teu lindo olhar, tive a certeza da grande quantidade de surpresas boas que a vida nos reservava. A cada dia, sinto a influência do seu grande amor na minha vida, esse amor que tanto modificou o meu modo de agir, que me ensinou a ver as coisas de forma clara, que me confundiu algumas vezes, porém, me esclareceu em detalhes o quanto é bom sentir e sentir compartilhando o sentimento com quem também coexiste na relação.
Dia dos NamoradosHistória do Dia dos Namorados no Brasil e no mundo, São Valentim, data 12 de junho, tradição, nos Estados Unidos
Dia dos Namorados: a celebração do amor
Introdução
O Dia dos Namorados é uma data comemorativa, não oficial, destinada aos casais de namorados, pretendentes e apaixonados. É tradição a troca de presentes, bombons e cartões com mensagens de amor entre namorados ou pessoas que se amam. Aqui no Brasil, esta data é comemorada em 12 de junho. Em outros países, como nos Estados Unidos, por exemplo, a comemoração ocorre em 14 de fevereiro (Dia de São Valentim – Valentine’s Day).
História da data (14 de fevereiro) - Origem do Dia de São Valentim
A comemoração desta data remonta o Império Romano. Um bispo da Igreja Católica, São Valentim, foi proibido de realizar casamentos pelo imperador romano Claudius II. Porém, o bispo desrespeitou a ordem imperial e continuou com as celebrações de matrimônio, porém de forma secreta. Foi preso pelos soldados e condenado à morte. Enquanto estava na prisão, recebeu vários bilhetes e cartões, de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. O bispo Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 270.
Em sua homenagem, esta data passou a ser destinada aos casais de namorados e ao amor. A comemoração passou a ser realizada todo 14 de junho, principalmente, na Europa e, posteriormente (século XVII), nos Estados Unidos.
História do Dia dos Namorados no Brasil (12 de junho)
No Brasil, a data apresenta uma história bem diferente, pois está relacionada ao frei português Fernando de Bulhões (Santo Antônio). Em suas pregações religiosas, o frei sempre destacava a importância do amor e do casamento. Em função de suas mensagens, depois de ser canonizado, ganhou a fama de “santo casamenteiro”.
Portanto, em nosso país foi escolhida a data de 12 de junho por ser véspera do dia de Santo Antônio (13 de junho). Assim como em diversos países do mundo, aqui também é tradição a troca de presentes e cartões entre os casais de namorados.
A comemoração desta data remonta o Império Romano. Um bispo da Igreja Católica, São Valentim, foi proibido de realizar casamentos pelo imperador romano Claudius II. Porém, o bispo desrespeitou a ordem imperial e continuou com as celebrações de matrimônio, porém de forma secreta. Foi preso pelos soldados e condenado à morte. Enquanto estava na prisão, recebeu vários bilhetes e cartões, de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. O bispo Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 270.
Em sua homenagem, esta data passou a ser destinada aos casais de namorados e ao amor. A comemoração passou a ser realizada todo 14 de junho, principalmente, na Europa e, posteriormente (século XVII), nos Estados Unidos.
História do Dia dos Namorados no Brasil (12 de junho)
No Brasil, a data apresenta uma história bem diferente, pois está relacionada ao frei português Fernando de Bulhões (Santo Antônio). Em suas pregações religiosas, o frei sempre destacava a importância do amor e do casamento. Em função de suas mensagens, depois de ser canonizado, ganhou a fama de “santo casamenteiro”.
Portanto, em nosso país foi escolhida a data de 12 de junho por ser véspera do dia de Santo Antônio (13 de junho). Assim como em diversos países do mundo, aqui também é tradição a troca de presentes e cartões entre os casais de namorados.
O Dia dos Namorados nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos o dia dos namorados é chamado de Valentine’s Day. Celebrado em 14 de fevereiro, a comemoração é feita de uma forma diferente da brasileira. Nos Estados Unidos a data é comemorada, principalmente, por namorados, casais casados, noivos, amigos e pessoas que se amam (entre pais e filhos também é comum). Os que se amam demonstram, nesta data, todo seu amor através da troca de cartões, flores, chocolates e presentes. Os cartões costumam ser confeccionados pela própria pessoa, o que dá um toque bem criativo e pessoal a data.
Anjos existem sim e vivem na terra, estão ao nosso lado, em nossas vidas, são seres de luz que guiam nossos passos, as vezes se manifestam como um amigo, outras vezes como um namorado ou namorada." (Luis Alves)
Como surgiu o Dia dos Namorados - A História e a Origem do dia dos namorados
Qual a origem do dia dos namorados, qual o significado, conheça a história e as tradições sobre essa data comemorativa onde o amor e o relacionamento a dois são o maior presente.
O que é o dia dos namorados? Como surgiu? Quais suas tradições? Como comemorar?
Nesse texto você encontrará as respostas e entenderá um pouco melhor o verdadeiro significado do dia 12 de junho. Segundo a versão mais conhecida. a comemoração teria se originado na Roma antiga, no século III.
Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado”.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.
A história do dia nos namorados no Brasil
No Brasil, é comemorado em 12 de junho apartir de 1949, quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes.
A idéia inicial pode ter sido um tanto quanto interesseira, afinal, escolheram o mês de junho por ser um mês fraco de vendas, no entanto seja qual quer que seja a data que se comemora um namoro, uma paixão, umrelacionamento a dois, o importante é o amor e o carinho que são demonstrados, compartilhados e vivênciados por um casal. Além desse texto que explica como surgiu o dia dos namorados no Brasil e no Mundo preparamos também um especial com frases, textos, mensagens e vídeos para namorados e apaixonados, nesse dia 12 de junho faça uma surpresa para a pessoa amada.
Oração dos Namorados - Uma prece para o dia dos namorados
Oração para o Dia dos Namorados, para todos os dias do ano
Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família.
Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas.
Assim seja.
terça-feira, 11 de junho de 2013
BENEFÍCIOS DO PILATES NO TRATAMENTO DA HÉRNIA DE DISCO LOMBAR
No post anterior
http://studiopilatesteresina.blogspot.com/2010/01/pilates-x-coluna-vertebral-e-seus.html foi falado sobre os desvios posturais e que nossa coluna é constituída por 33 vértebras (ossos). Há discos entre cada vértebra que agem como absorventes de choque. Cada disco é feito como um pneu para amortecer, chamada de anel fibroso, e uma substância gelatinosa interior chamado núcleo pulposo. Juntas, as vértebras e discos de fornecer um túnel de proteção (o canal espinhal) que contém a medula espinhal e nervos espinhais. Esses nervos percorrem o centro das vértebras e sair para várias partes do corpo.
Como você provavelmente sabe, dor nas costas é um incômodo comum. Este número provavelmente irá aumentar devido ao envelhecimento da população, posturas inadequadas e da recente tendência para a obesidade.
A dor na região lombar (dores lombares) é o mais comum. Isso ocorre porque a coluna lombar desenvolve a maior parte do peso corporal. Às vezes, a hérnia pode pressionar em um nervo, causando dor que se espalha ou se irradia para outras partes do corpo. A quantidade de dor associada com a ruptura de uma hérnia de disco, muitas vezes depende da quantidade de material que passa através do anel fibroso, e se um nervo é comprimido ou não. A maioria das dores nas costas são causadas por tensões e pressões causadas por fortes movimentos: levantar um objeto sem aplicar a técnica apropriada ou um movimento de rotação rápida ou são apenas dois exemplos de como isso pode machucar as costas.
Muitas vezes a dor nas costas é o resultado de uma lesão mais grave, como uma hérnia de disco ou espondilose. Dependendo da gravidade de sua dor e sua causa, você pode precisar de cuidados médicos, de fisioterapia ou até mesmo cirurgia.
Nem todas as hérnias discais têm sintomas. Na verdade, muitas pessoas acham que têm uma hérnia de disco depois de uma radiografia feita por algum outro motivo.
Sintomas:
-A dor está piorando;
-Dor incapacitante;
-Dor, fraqueza, dormência ou formigamento nas pernas ou braços;
-Dormência ou fraqueza da sua bexiga e reto;
-Perda de controle do esfíncter.
Para obter o melhor tratamento, você primeiro precisa saber a origem do problema.
Ciclo degenerativo da Hérnia de Disco
1.Degeneração do disco: na primeira fase, o núcleo pulposo torna-se fraca devido a alterações químicas no disco associados com a idade. Nesta fase não há caroço (hérnia).
2. Prolapso: durante o prolapso, alterar a forma ou a posição do disco. Começa a formar um pequeno nódulo ou inchaço, que pode começar a cercar a medula espinhal.
3. Extrusão: durante a extrusão, a gelatinosa núcleo pulposo através do muro que se assemelha a um pneu do anel fibroso, mas ainda dentro do disco.
4. Seqüestro: durante a última fase, o núcleo pulposo passa através do anel fibroso e até mudou-se para fora do disco para dentro do canal vertebral.
Principais objetivos do PILATES a serem trabalhados na hérnia de disco lombar
• Dissociação de membros (coxo-femural)-melhorar a capacidade funcional.(pelve neutra)
• Fortalecimento abdominal.(pelve neutra)
• Fortalecimento paravertebrais.
• Tração axial
• Extensão da coluna (fora do período doloroso)
Alguns movimentos ou posições devem ser evitados por pessoas com Hérnia de Disco:
• Flexão da coluna.
• Flexão com rotação da coluna lombar, principalmente com carga.
• Retroversão pélvica, principalmente com carga
• Fortalecimento de abdominais em retroversão
Alguns Exercícios recomendados:
• Leg Lowers (Cadillac e Reformer),
• Foot Work (Reformer, Chair)
• Reverse Tower (Cadillac)
• Knee Stretch Arch (Reformer)
• Running (Reformer)
• Coordination (reformer)
• Arms (Reformer)
• Breathing (Reformer)
• Standing On Floor At Open End (Cadillac)
• Torso Press Sit (Chair)
• One Arm push 4 (Chair)
• Todos os exercícios abdominais no Mat que não tenha movimentos na coluna lombar.
• Entre Outros...
Mas você não deve esquecer isso: ter dor nas costas não significa que você precisa de cuidados cirúrgicos ou cuidados especiais. Sim, significa que você tem uma variedade de opções de tratamento para ajudar você a se sentir melhor como o PILATES.
Studio Pilates Daniela Costa
domingo, 9 de junho de 2013
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Posted: 04 Jun 2013 04:30 PM PDT
Hipotireoidismo é o nome da doença provocada pelo funcionamento deficiente da glândula tireoide, responsável pela produção de hormônios que controlam o nosso metabolismo. O hipotireoidismo subclínico, foco deste artigo, é uma forma branda de hipotireoidismo, geralmente sem sintomas, mas já detectável através de exames laboratoriais.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre o hipotireoidismo subclínico:
Neste artigo abordaremos somente o hipotireoidismo subclínico. Para mais informações sobre o hipotireoidismo clínico, leia: Funcionamento da tireoide normal
Hipotireoidismo é a doença provocada pela falta de T3 e T4, enquanto que hipertireoidismo é a doença provocada pelo seu excesso. O funcionamento da tireoide e, consequentemente, a produção de T3 e T4 são controlados por outro hormônio, chamado TSH, produzido na glândula hipófise do cérebro. Portanto, de forma bem simplificada, quando o organismo precisa acelerar seu metabolismo, o cérebro aumenta a liberação de TSH, que por sua vez estimula a tireoide a produzir T3 e T4. Por outro lado, se o corpo precisa desacelerar o metabolismo, a liberação de TSH cai e a tireoide passa a produzir menos T3 e T4. A liberação de TSH é feita de forma bem controlada, de forma a manter a tireoide produzindo somente a quantidade de T3 e T4 necessárias, sem provocar excesso ou carência destes hormônios. A compreensão deste mecanismo é essencial para se entender o que é o hipotireoidismo subclínico. Se você achou essa explicação muito confusa e precisa de mais informações, sugiro a leitura do texto: TSH E T4 LIVRE | Exames da tireoide O que é hipotireoidismo subclínicoNo hipotireoidismo clássico o paciente costuma ter níveis baixos de T3 e T4 e níveis elevados de TSH. Isso ocorre porque os pacientes possuem uma glândula tireoide doente, incapaz de produzir mais hormônios, mesmo que estimulada por níveis elevados de TSH. Por mais que a hipófise aumente a liberação de TSH, a tireoide mostra-se incapaz de responder a este hormônio. O hipotireoidismo subclínico é uma espécie de "pré-hipotireoidismo", uma fase anterior ao surgimento do hipotireoidismo franco. A tireoide está doente, mas ainda é capaz de produzir hormônios tireoidianos se estimulada por níveis elevados de TSH. Então, temos uma situação onde o paciente apresenta níveis de TSH acima do normal, mas seus níveis de T4 e T3 ainda estão normais (na prática clínica, só precisamos dosar os níveis sanguíneos de T4 livre, como explicarei mais à frente). Em boa parte destes pacientes a doença é progressiva, sendo, com o passar do tempo, necessários níveis cada vez maiores de TSH para que a tireoide se mantenha funcionando adequadamente. A doença progride até o ponto onde a glândula está tão doente que já não é mais capaz de produzir quantidades mínimas de hormônios, mesmo quando estimulada por níveis bem elevados de TSH. Neste momento, o paciente já não apresenta mais hipotireoidismo subclínico, mas sim hipotireoidismo franco. Cerca de 5 a 10% da população é portadora de hipotireoidismo subclínico, boa parte dela desconhece tal situação. O hipotireoidismo subclínico é mais comum em mulheres do que em homens. A incidência também é maior em brancos e em idosos. As causas são basicamente as mesmas do hipotireoidismo franco, sendo a tireoidite de Hashimoto a principal. Diagnóstico do hipotireoidismo subclínicoO hipotireoidismo subclínico é um diagnóstico laboratorial, pois, uma vez que o paciente ainda tenha níveis normais de hormônios da tireoide, ele não apresenta nenhum (ou quase nenhum) sintoma. Como já dito acima, o paciente com hipotireoidismo subclínico possui níveis normais de T4 livre e níveis elevados de TSH, em geral entre 5 e 10 mU/L (alguns locais usam 4,5 e 15 mU/L como limites). Habitualmente, quando o TSH já está muito acima de 10 mU/L, o paciente já não tem mais hipotireoidismo subclínico, pois o T4 livre costuma estar baixo e o paciente já apresenta sintomas de hipotireoidismo. Portanto, o hipotireoidismo subclínico geralmente apresenta TSH elevado, mas nunca muito superior a 10 ou 15 mU/L. Sintomas do hipotireoidismo subclínicoÉ importante salientar que para ser considerado hipotireoidismo subclínico, o paciente não pode ter sintomas francos de hipotireoidismo. No hipotireoidismo subclínico, os níveis de T4 livre são normais e o paciente apresenta, quando muito, apenas sintomas brandos e inespecíficos, como um leve cansaço, uma discreta falta de vontade para realizar tarefas ou uma pequena intolerância ao frio. Todos estes sintomas são comuns e podem ocorrer a qualquer um determinados momentos da vida, principalmente em períodos de estresse, excesso de trabalho, início de viroses, etc. Portanto, no hipotireoidismo subclínico não há sintomas clínicos relevantes que ajudem no diagnóstico. O diagnóstico só pode ser feito com exames laboratoriais. Progressão do hipotireoidismo subclínico para hipotireoidismo francoUma grande parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico, eventualmente, irão desenvolver hipotireoidismo franco. Estudos mostram que após 10 a 20 anos até 55% dos paciente com hipotireoidismo subclínico já terão evoluído para a forma completa da doença. O risco de progressão está relacionado com a concentração inicial de TSH (pacientes com valores mais elevados de TSH, entre 12 e 15 mU/L possuem maior risco) e a presença de anticorpos contra a tireoide, como o anti-TPO. A doença de base também tem elevada influência no risco de evolução para hipotiroidismo franco. Os pacientes com doença autoimune da tiroide, como tireoidite de Hashimoto, ou que tenham recebido radioiodoterapia ou radioterapia em altas doses tendem a evoluir para hipotireoidismo. A recuperação espontânea também tem sido descrita em pacientes com hipotireoidismo subclínico, embora a frequência real desse fenômeno ainda não esteja totalmente esclarecida. Há pacientes com critérios para hipotireoidismo subclínico que, após alguns anos, apresentam normalização dos exames laboratoriais sem que nenhum tratamento tenha sido estabelecido. Em geral, são pacientes com TSH persistentemente menor que 10 mU/L e com pesquisa negativa para anticorpos contra a tireoide. Como boa parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico é assintomática, muitos deles podem desenvolver o problema, não tomar conhecimento, e após alguns anos curar-se espontaneamente, novamente sem tomar ciência da situação. Estes casos, obviamente, não viram estatísticas, o que dificulta a determinação da real incidência da cura espontânea do hipotireoidismo subclínico. Consequências do hipotireoidismo subclínicoApesar de não provocar sintomas e de, em alguns casos, desaparecer espontaneamente, o hipotireoidismo subclínico não parece ser um problema totalmente inócuo. Há vários estudos que sugerem uma relação entre hipotireoidismo subclínico e um maior risco de doenças cardiovasculares, como angina e infartos, principalmente nos pacientes com TSH maior que 10 mU/L (leia: SINTOMAS DO INFARTO). Pacientes com hipotireoidismo subclínico também costumam apresentar níveis de colesterol mais elevados que a população geral (leia: COLESTEROL HDL | COLESTEROL LDL | TRIGLICERÍDEOS). Além dos problemas cardiovasculares, os pacientes com hipotireoidismo subclínico, principalmente aqueles com TSH mais elevado, apresentam também maior risco de esteatose hepática (leia: GORDURA NO FÍGADO | Esteatose hepática). Tratamento do hipotireoidismo subclínicoA maior dúvida que nos deparamos ao diagnosticar um hipotireoidismo subclínico é quanto à necessidade ou não de iniciar tratamento com levotiroxina, a forma sintética do hormônio T4. Atualmente, nenhum trabalho mostrou benefícios relevantes do uso de levotiroxina nos pacientes assintomáticos com TSH entre 4,5 e 10 mU/L. O tratamento do hipotireoidismo subclínico nestes casos é bem controverso. Os que defendem o uso da levotiroxina argumentam que não há dados que demonstrem haver danos com a reposição do hormônio, além da possibilidade de melhora de sintomas não previamente reconhecidos, como cansaço e alterações discretas do humor. O consenso atual, porém, recomenda apenas a monitorização dos níveis de TSH a cada 6 a 12 meses neste grupo de pacientes, a não ser que o paciente tenha sintomas que possam ser facilmente atribuídos ao hipotireoidismo. Em algumas situações, a decisão de não tratar não é tão simples. Isso inclui os pacientes com colesterol elevado, alto risco de doenças cardiovasculares ou com anticorpos positivos contra a tireoide. Mulheres que querem engravidar e não conseguem também podem apresentar melhora da fertilidade se tratadas com levotiroxina. Nos pacientes com hipotireoidismo subclínico e TSH acima de 10 mU/L a controvérsia é bem menor. A maiorias das sociedades internacionais de endocrinologia recomendam o uso de levotiroxina nestes casos, pois o tratamento ajuda a prevenir a progressão para hipotireoidismo franco. A dose da levotiroxina deve ser sempre a menor possível capaz de manter o TSH entre os valores de 0,5 e 2,5 mU/L nos pacientes jovens e 3 a 5 mU/L nos pacientes idosos. Hipotireoidismo subclínico na gravidezDurante a gravidez, a fisiologia dos hormônios da tireoide altera-se completamente, fazendo com que os valores normais de TSH sejam diferentes neste grupo. Durante o primeiro trimestre de gravidez, hipotiroidismo subclínico é definido como valores de T4 livre normais associados a um TSH acima de 2,5 mU/L. No segundo e no terceiro trimestre consideramos hipotiroidismo subclínico valores de TSH acima de 3 mU/L. Como os hormônios tireoidianos são essenciais para o desenvolvimento neurológico do feto, o consenso atual é tratar todas as gestantes que tenham critérios para hipotireoidismo subclínico. |
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